Saúde da mulher: nutrientes essenciais

A menopausa é definida como o fim do ciclo menstrual mensal da mulher e costuma ser associada a sintomas como: oscilações dos níveis de estrogênio, que podem causar ondas de calor, sudorese noturna, insônia, secura vaginal, dificuldades de concentração, aumento de peso, dentre outros.

Confira os nutrientes que são essenciais nesse período da vida da mulher:

Vitamina E: Considerada útil para o alívio de ondas de calor, oferece alguma proteção cardíaca. Ingeridas duas vezes por dia teria uma eficácia levemente superior na redução das ondas de calor do que o placebo. Apesar de alguns alimentos, como nozes, amêndoas e sementes, gema de ovo e germe de trigo conterem vitamina E, seria necessária a ingestão de suplementos para alcançar doses terapêuticas.

Cálcio: Ajuda a prevenir o desenvolvimento da osteoporose. Boas fontes são leite e seus derivados, sardinha, amêndoa, brócolis e espinafre. Para absorver cálcio, o corpo necessita de vitamina D, que pode ser produzida pela pele através da exposição ao sol; fontes alimentares dessa vitamina são leite fortificado e margarina, ovos e óleos de peixe.

Magnésio: Combinado com cálcio, ajuda a manter a densidade óssea. Encontrado em grãos integrais, leite e derivados, tofu, nozes, sementes e legumes.

Fitoestrogênio: Ajuda a aliviar ondas de calor. Também previne doenças cardíacas e osteoporose. Alimentos ricos em fitoestrogênio são aqueles à base de soja, a linhaça, o grão-de-bico e vários legumes.

Envelheça com saúde

O envelhecimento populacional é uma realidade em todo o mundo, inclusive, no Brasil. Com o tempo, a expectativa de vida da população aumentou e, juntamente com esse fato, surgiram novas questões relacionadas à saúde.

É mais do que comum encontrar homens e mulheres acima dos 50 anos de idade que continuam a atuar profissionalmente e com qualidade de vida. Contudo, muitos ainda desconsideram a importância de se manter atividades físicas regulares e hábitos de vida saudáveis.

Aproximadamente 70% dos brasileiros com mais de 50 anos são sedentários. A população desta faixa etária também é a que apresenta a maior incidência de doenças cardiovasculares, assim como lesões ortopédicas que dificultam ou incapacitam a prática de atividades físicas. A maioria das pessoas tem dúvidas sobre como, quando e quanto praticá-las para preservar a saúde sem correr riscos.

O processo natural de envelhecimento motiva a perda de pelo menos 30% das fibras musculares, além disso, já é comprovado que exercícios com resistência ajudam os 70% restantes a garantirem estabilidade e conforto. Os benefícios cardiorrespiratórios proporcionados através da atividade física são inquestionáveis, principalmente, nessa fase da vida. Entretanto, muitos se veem diante de um dilema: o exercício físico melhora o coração, mas também pode comprometer a parte óssea, muscular e ósseo-articular, visto que o aparelho locomotor também envelhece, e não adianta ter o coração funcionando bem se o joelho inchado prejudica a locomoção.

Vale lembrar que para as pessoas idosas, um programa de atividade física sem a devida precaução tem levado a uma maior incidência de patologias, como a morte súbita. Assim, a primeira providência é consultar um cardiologista para medir a pressão arterial, fazer eletrocardiograma, verificar quais são as condições orgânicas e demarcar os próprios limites.

O cardiologista irá dizer se serão necessários exames mais detalhados e específicos, o que não costuma acontecer entre 90% e 95% dos casos. Em seguida, a pessoa poderá iniciar progressivamente uma atividade física aeróbica, como caminhadas e natação. Simultaneamente, ela deve manter algum tipo de exercício de força que inclua resistência e desenvolva a coordenação.

Em suma, são inúmeros os benefícios da atividade física regular quando feita sob supervisão e respeitando a capacidade de reservas do organismo de cada indivíduo. Com mais idade, embora capaz de fazer praticamente as mesmas coisas, a pessoa conta com menos reservas. Vale lembrar que, antes de tudo, a vida saudável depende do equilíbrio.

Exercite sua mente!

Caso você pense que fadiga mental, esquecimento e doenças de Alzheimer são inevitáveis, a ciência do envelhecimento tem novidades: ao exercitar a mente de forma produtiva, é possível diminuir o risco de declínio mental. E não é necessário um sofisticado programa de computador ou coisa do tipo. A saída é a “calistenia cerebral” simples (um cientista a chama de neuróbica – aeróbica para as células cerebrais), que envolve novas maneiras de fazer as tarefas do dia a dia.

Essa ideia provém de uma notável descoberta. Em necropsias de 137 residentes de asilos cujo estado mental havia sido avaliado durante a vida, descobriu-se que dez deles possuíam as clássicas alterações cerebrais da doença de Alzheimer, apesar de terem apresentado poucos sinais do mal em vida – seus desempenhos mentais foram tão bons quanto os de residentes cujo cérebro não mostrou alterações após a morte.

Os cientistas encontraram uma explicação possível: o cérebro desses pacientes pesava mais e tinha mais neurônios do que o de residentes da mesma idade sem as alterações cerebrais da doença de Alzheimer. Outra razão possível: as pessoas tinham uma “reserva cognitiva” maior – uma “poupança” de vias extras que lhes permitia contrabalançar as mudanças e funcionar bem por mais tempo. Desde então, estudos sugerem que até 20% das pessoas que não tinham sinais de Alzheimer apresentavam na necropsia alterações cerebrais características da doença.

Neurocientistas também descobriram que quem usa o cérebro com mais frequência parece ter essas reservas salvadoras. E eles acreditam que exercitar o cérebro de modo parecido com que exercitamos os músculos durante os exercícios pode tornar o cérebro mais forte e flexível.

Por que caímos?

Ninguém esquece como andar. Porém, por volta dos 40 anos de idade, diversos fatores físicos nos deixam mais propensos às quedas. Com o passar do tempo, cresce a probabilidade de que isso aconteça. Fique atento com os seguintes itens:

Falta de exercício: A fraqueza das pernas é a maior causa das quedas, mais do que quadruplicando o risco de acidentes. Músculos fracos tornam a pessoa propensa a cair e diminuem a probabilidade de que interrompa a queda ou recupere o equilíbrio se começar a escorregar. Caso tenha tempo para somente uma atividade, caminhe ou faça um treino de força para as pernas.

Problemas de visão: Glaucoma, degeneração macular e catarata se tornam mais comuns com a idade. Em geral, como a visão se deteriora aos poucos, talvez não seja possível notar isso no início. É importante detectar tais doenças cedo. Não aceite as mudanças de visão como parte do envelhecimento – há tratamentos efetivos para preservar a visão de danos maiores. Vá ao oftalmologista com frequência.

Medicação: Antidepressivos, antiarrítmicos, digoxina e diuréticos aumentam de forma significativa o risco de queda. Além disso, se estiver tomando três ou mais tipos de medicação, a probabilidade de queda aumenta.

Perigos ambientais: Capachos, bagunça e salas superlotadas se tornam campos minados à medida que você envelhece. Até mesmo os carpetes representam um risco, pois pode-se tropeçar caso a sola do sapato agarrar nele. Outros problemas domésticos em potencial incluem baixa iluminação, a falta de corrimãos ou corrimões frouxos nas escadas e no chuveiro/banheira.

Artrite: Se você tem artrite, a probabilidade de sofrer uma queda é duas vezes maior. Não é a artrite em si que aumenta o risco, mas o fato de que, em geral, as pessoas com a doença param de se exercitar. Dessa forma, os músculos enfraquecem.

Depressão: A depressão duplica o risco de queda. Algumas razões possíveis incluem o fato de não se prestar atenção ao que está ao redor. Ingerir mais álcool e comer menos, ou os efeitos colaterais de medicamentos.

Quedas anteriores: Se você já sofreu alguma queda antes, a probabilidade de voltar a cair é três vezes maior do que a de uma pessoa que nunca caiu.

Envelhecer sim, mas com saúde!

O envelhecimento populacional é uma realidade em todo o mundo, inclusive, no Brasil. Com o tempo, a expectativa de vida da população aumentou e, juntamente com esse fato, surgiram novas questões relacionadas à saúde.

É mais do que comum encontrar homens e mulheres acima dos 50 anos de idade que continuam a atuar profissionalmente e com qualidade de vida. Contudo, muitos ainda desconsideram a importância de se manter atividades físicas regulares e hábitos de vida saudáveis.

Aproximadamente 70% dos brasileiros com mais de 50 anos são sedentários. A população desta faixa etária também é a que apresenta a maior incidência de doenças cardiovasculares, assim como lesões ortopédicas que dificultam ou incapacitam a prática de atividades físicas. A maioria das pessoas tem dúvidas sobre como, quando e quanto praticá-las para preservar a saúde sem correr riscos.

O processo natural de envelhecimento motiva a perda de pelo menos 30% das fibras musculares, além disso, já é comprovado que exercícios com resistência ajudam os 70% restantes a garantirem estabilidade e conforto. Os benefícios cardiorrespiratórios proporcionados através da atividade física são inquestionáveis, principalmente, nessa fase da vida. Entretanto, muitos se veem diante de um dilema: o exercício físico melhora o coração, mas também pode comprometer a parte óssea, muscular e ósseo-articular, visto que o aparelho locomotor também envelhece, e não adianta ter o coração funcionando bem se o joelho inchado prejudica a locomoção.

Vale lembrar que para as pessoas idosas, um programa de atividade física sem a devida precaução tem levado a uma maior incidência de patologias, como a morte súbita. Assim, a primeira providência é consultar um cardiologista para medir a pressão arterial, fazer eletrocardiograma, verificar quais são as condições orgânicas e demarcar os próprios limites.

O cardiologista irá dizer se serão necessários exames mais detalhados e específicos, o que não costuma acontecer entre 90% e 95% dos casos. Em seguida, a pessoa poderá iniciar progressivamente uma atividade física aeróbica, como caminhadas e natação. Simultaneamente, ela deve manter algum tipo de exercício de força que inclua resistência e desenvolva a coordenação.

Em suma, são inúmeros os benefícios da atividade física regular quando feita sob supervisão e respeitando a capacidade de reservas do organismo de cada indivíduo. Com mais idade, embora capaz de fazer praticamente as mesmas coisas, a pessoa conta com menos reservas. Vale lembrar que, antes de tudo, a vida saudável depende do equilíbrio.