Óleo de coco fortalece o sistema imunológico

Considerado um superalimento, o óleo de coco (extra-virgem) é uma gordura do bem, que, por apresentar a combinação do ácido láurico e do ácido cáprico, fortalece o sistema imunológico, combatendo bactérias, vírus e fungos. Você pode consumir, diariamente, de duas a três colheres de sopa do óleo. Confira os demais benefícios desse alimento:

Aumenta o colesterol bom

O óleo de coco é eficaz para aumentar os níveis de colesterol HDL, que é conhecido como o colesterol “bom”. Pesquisas feitas com mulheres com obesidade abdominal mostraram que a HDL aumentou para aquelas que consumiram o óleo de coco. Em contraste, as mulheres que consomem óleo de soja apresentaram uma diminuição no colesterol HDL.

Diminui a sensação de fome:

O óleo de coco pode ser um alimento funcional para alguns praticantes de musculação: em primeiro lugar, pelos fatores termogênicos apresentados do alimento. Elevando a temperatura corpórea, consegue-se, portanto, acelerar o metabolismo. Além disso, para indivíduos com dietas restritas em carboidratos, ele pode ser uma boa opção para o pré-treino, pois servirá rapidamente de energia ao corpo.

Faz bem para a pele:

Manter a pele hidratada faz parte de um dos benefícios do óleo de coco. Muitas mulheres já descobriram que ele é um hidratante maravilhoso para as pernas, braços e cotovelos. Você pode usá-lo em seu rosto também; embora isso não seja recomendado para pessoas com pele muito oleosa.

Ele também pode ajudar a reparar calcanhares rachados. Basta aplicar uma camada fina nos calcanhares na hora de dormir e calçar meias.

Combate infecções

O óleo de coco virgem tem fortes propriedades antibacterianas, que podem ajudar a combater infecções. Isso porque auxilia no retardo do crescimento da bactéria intestinal Clostridium difficile, que é a responsável por causar diarreia grave. Suas propriedades também são ótimas para combater várias outras bactérias e leveduras.

Cicatrização de feridas

Estudos feitos em ratos, cujas feridas foram tratadas com óleo de coco, mostraram uma redução dos marcadores inflamatórios, e o aumento da produção de colágeno, um componente importante da pele. Como resultado, as feridas foram curadas muito mais rápido.

Para acelerar a cicatrização de pequenos cortes ou arranhões, aplique um pouco de óleo de coco diretamente na ferida e cubra com uma bandagem.

Combate a candidíase

A Cândida albicans é um fungo responsável por infecções, que normalmente ocorrem em áreas quentes e úmidas do corpo, como a boca ou a vagina. O óleo de coco é um aliado ao combate da candidíase.

Melhora a saúde do fígado

A gordura saturada do óleo de coco protege o fígado de danos causados pelo álcool ou por toxinas. Em uma pesquisa, foi observada a diminuição nos marcadores inflamatórios do fígado e um aumento da atividade das enzimas hepáticas benéficas. Por isso, tenha sempre ele por perto. 

Melhora a função cerebral

Os triglicerídeos de cadeia média (TCM) se transformam em cetonas, que podem atuar como uma fonte alternativa de energia para o seu cérebro. Vários estudos têm encontrado benefícios impressionantes desse óleo para distúrbios cerebrais, incluindo epilepsia e doença de Alzheimer.

Protege o cabelo

Um estudo comparou os efeitos do óleo de coco, óleo mineral e óleo de girassol no cabelo. O óleo de coco pode ajudar a reduzir a perda de proteína do cabelo, quando aplicado antes ou após a lavagem. Este resultado ocorreu com os cabelos danificados e também saudáveis. Isso porque o ácido láurico, o ácido gordo principal do óleo de coco, consegue penetrar a haste do cabelo de modo que a maioria das outras gorduras não consegue.

Como consumir o óleo de coco

O óleo de coco pode acompanhar tanto pratos doces quanto salgados e, o melhor, pode ser aquecido, afinal, estamos falando de lipídios já saturados. 

É possível preparar omeletes, shakes, sucos, bolos, tortas, entre outros pratos, usando o óleo de coco. Também cai super bem com frutas, iogurte e mingau de aveia.

Probióticos e Prebióticos para cuidar da saúde

Muita gente se confunde, mas probióticos e prebióticos são coisas diferentes, e ambos são vitais para a saúde. Graças a eles, podemos melhorar a digestão e fortalecer o sistema imunológico, para combater tanto as infecções, como muitos outros tipos de doenças.

Probióticos: A Organização Mundial da Saúde define probióticos como micro- organismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, têm um efeito benéfico sobre a nossa saúde.

- Consumir probióticos como leites fermentados também nos protegem contra muitas doenças. No entanto, ressaltamos o termo “fermentado”. O leite natural pode ser, em muitos casos, mais tóxico do que benéfico ao nosso intestino, porque o que faz, muitas vezes, é “inflamá-lo”.

- Estes micro-organismos exercem também a função de mecanismo imunológico na mucosa intestinal. O que eles fazem é evitar que os microrganismos patogênicos prejudiciais cresçam e se desenvolvam.

- Você pode se assustar um pouco por pensar que o nosso sistema digestivo é “colonizado” por uma gama de bactérias. Isso é o que conhecemos como microbiota intestinal, que, além de vital para nossa saúde, é muito sensível ao tipo de alimento que comemos, bem como ao estresse, doenças e muitos tipos de medicamentos.

-São bactérias intestinais que nos permitem estimular os sucos digestivos e as enzimas naturais para obter uma boa digestão. Recomenda-se sempre comer alimentos probióticos orgânicos ou silvestres.

Prebióticos: Os prebióticos são um tipo de carboidrato que serve como substrato para os probióticos. Eles são componentes que nossos intestinos não digerem, mas que servem como uma base estrutural para fornecer a força para esses micro-organismos vivos que nos protegem contra os elementos nocivos.

- Sua função é estimular o sistema imunológico, favorecendo o desenvolvimento de bactérias benéficas na flora intestinal e impedindo o crescimento de patógenos.

-Os prebióticos nos ajudam a absorver alguns minerais como o cálcio e o magnésio.

- Nos ajudam a reduzir os gases e facilitam o equilíbrio intestinal.

-Combatem a prisão de ventre e a doença inflamatória intestinal.

Os melhores probióticos que você pode consumir diariamente: 

- kefir

- chucrute

- iogurte

-sopa de missô

- chá de kombucha

- azeitonas

-chocolate escuro (cacau 70 % ou mais, ou o consumo de aproximadamente duas colheres de pó de cacau ou um quadrado da barra)

- ervilhas

- queijo cotagge

Melhores prebióticos:

-alcachofras

- raiz de chicória

-alho

- cebola

-alho-poro

-farelo de trigo

-farinha de trigo

-banana

Como “domar” a Proteína C-reativa

Produzida no fígado quando parte do corpo está inflamada, a Proteína C-reativa (PCR), ao alcançar níveis altos, pode elevar o risco de doença cardíaca mesmo que os níveis de colesterol estejam saudáveis.

A PCR alta é sinal de alerta de acúmulo de placas nas paredes arteriais. Os altos índices dessa substância são provocados, em grande parte, por infecções leves no corpo, como doenças na gengiva e outras irritações que indiquem que seu sistema imunológico está em uma batalha permanente. Esse é o problema da “inflamação crônica”.

Como os níveis de proteína C-reativa no sangue podem ser aumentados por várias doenças inflamatórias, a medicação tem valor limitado para o prognóstico do risco de doença cardíaca. Contudo, estudos mostraram que a redução da PCR desacelera a evolução da arteriosclerose. Por isso, vale muito a pena manter os níveis baixos.

Confira as três principais maneiras de “domar” a sua PCR:

Escove os dentes, use fio dental e enxágue a boca: até pequenas áreas com gengivite provocam o aumento nos níveis de inflamação no corpo, aumentando as chances de infarto ou AVC. Estudos mostram que escovar os dentes com cuidado, usar bem o fio dental e bochechar com um enxaguante bucal ajudam a proteger também o sistema cardiovascular.

Prepare seus sanduíches com pão integral: a ingestão de 32 g de fibras por dia corta os níveis de PCR pela metade. Você também conseguirá isso se optar por cereais, feijões, lentilhas e macarrão integral, todos ricos em fibras.

Coma um punhado de nozes em vez de uma barra de chocolate: as nozes são ricas em fibras e “bons” ácidos graxos ômega-3, além de cortarem os níveis de PCR pela metade.