Como transportar crianças corretamente no carro

Dentro da realidade brasileira, nenhum problema de saúde pública conjuga tantos danos e tantas possibilidades de prevenção quanto os acidentes de trânsito. Por isso, tratar do assunto em suas várias facetas é tarefa de extrema importância para a sociedade como um todo. Investimentos, estrutura, legislação e, claro, conscientização.

Com o intuito de reforçar dicas e hábitos importantes, voltados tanto à manutenção preventiva quanto a uma direção mais defensiva, a Pinheirense publica este post dedicado à segurança no trânsito, mais especificamente, sobre a maneira correta de transportar crianças, em suas diversas faixas etárias.

Bebês e crianças até um ano de idade

Segundo a mais recente Resolução do CONTRAN, crianças de até um ano de idade deverão ser transportadas em cadeirinhas especialmente desenvolvidas para elas – as chamadas “conchinhas”. Estas possuem anatomia especial para que o corpo do bebê não sofra as consequências de acelerações mais bruscas, ou mesmo impactos de leve intensidade. Da mesma forma que protegem a frágil estrutura do pescoço do recém-nascido em relação a trepidações verticais, como aquelas causadas por buracos, por exemplo.

É importante lembrar que a conchinha sempre deve ser fixada no banco traseiro, de costas para o painel do carro. Os bebês ficam mais seguros se transportados virados para trás, porque a parte traseira do assento de segurança suportará melhor as costas, o pescoço e a cabeça da criança, no caso de uma colisão.

Por fim, a conchinha deve ser presa pelo cinto de segurança de três pontos do banco do automóvel. Além disso, o cinto de segurança da própria cadeira deve ser acionado sem que o bebê esteja envolto nas mantas ou cobertores, que podem ser colocados depois. Sempre que possível, uma terceira pessoa também deve ficar sentada no banco de trás, para observar qualquer movimento do bebê e, se necessário, acudi-lo.

Crianças entre 1 e 10 anos de idade

De modo geral, crianças com idade inferior a 10 anos só poderão ser transportadas no banco traseiro dos veículos. As duas únicas exceções a esta regra ficam para os casos em que o veículo possua apenas bancos dianteiros, ou a lotação dos bancos traseiros já tenha sido atingida por crianças ainda menores.

Após completar o 1º ano de idade, e ao longo dos próximos três anos de vida, a criança deverá ser transportada na cadeirinha específica, também fixada no banco traseiro. Esta, no entanto, ficará voltada para a frente do veículo.

Os assentos de segurança ficam pequenos para crianças com cerca de quatro anos, quando a nuca ultrapassar o encosto da cadeira. No entanto, elas ainda serão muito pequenas para utilizarem os cintos de segurança do automóvel, e isso não será seguro. Por conta disso, até os 7 anos e meio de idade é obrigatório o uso de um assento auxiliar chamado ‘Booster’, especialmente construído para que a criança possa fazer uso correto do cinto de segurança de três pontos do veículo.

Importante: nunca utilize almofadas para a criança sentar-se, pois numa desaceleração brusca a almofada geralmente escorrega e o corpo da criança abaixa, havendo a possibilidade de ocorrer estrangulamento.

Após os sete anos e meio, a criança já pode utilizar o cinto de segurança sem a ajuda de qualquer suporte específico, e após os 10 anos ela também já pode ocupar o banco da frente. Importante lembrar que veículos escolares seguem normas próprias, e não são obrigados a utilizar estes aparatos. Por fim, em relação às motos, crianças só podem ser transportadas nelas após completarem sete anos de idade.

Dicas de trânsito: transporte infantil

Dentro da realidade brasileira, nenhum problema de saúde pública conjuga tantos danos e tantas possibilidades de prevenção quanto os acidentes de trânsito. Por isso, tratar do assunto em suas várias facetas é tarefa de extrema importância para a sociedade como um todo. Investimentos, estrutura, legislação… E, claro, conscientização.

E é com o intuito de reforçar dicas e hábitos importantes, voltados tanto à manutenção preventiva quanto a uma direção mais defensiva, que o blog da Pão Pinheirense inaugura uma nova série de posts dedicados à segurança no trânsito. E nada melhor do que falar um pouco sobre a maneira correta de transportar crianças, em suas diversas faixas etárias.

Bebês e crianças até um ano de idade

Segundo a mais recente Resolução do CONTRAN, crianças de até um ano de idade deverão ser transportadas em cadeirinhas especialmente desenvolvidas para elas – as chamadas “conchinhas”. Estas possuem anatomia especial para que o corpo do bebê não sofra as consequências de acelerações mais bruscas, ou mesmo impactos de leve intensidade. Da mesma forma que protegem a frágil estrutura do pescoço do recém-nascido em relação a trepidações verticais, como aquelas causadas por buracos, por exemplo.

É importante lembrar que a conchinha sempre deve ser fixada no banco traseiro, de costas para o painel do carro. Os bebês ficam mais seguros se transportados virados para trás, porque a parte traseira do assento de segurança suportará melhor as costas, o pescoço e a cabeça da criança, no caso de uma colisão.

Por fim, a conchinha deve ser presa pelo cinto de segurança de três pontos do banco do automóvel. Além disso, o cinto de segurança da própria cadeira deve ser acionado sem que o bebê esteja envolto nas mantas ou cobertores, que podem ser colocados depois. Sempre que possível, uma terceira pessoa também deve ficar sentada no banco de trás, para observar qualquer movimento do bebê e, se necessário, acudi-lo.

Crianças entre 1 e 10 anos de idade

De modo geral, crianças com idade inferior a 10 anos só poderão ser transportadas no banco traseiro dos veículos. As duas únicas exceções a esta regra ficam para os casos em que o veículo possua apenas bancos dianteiros, ou a lotação dos bancos traseiros já tenha sido atingida por crianças ainda menores.

Após completar o 1º ano de idade, e ao longo dos próximos três anos de vida, a criança deverá ser transportada na cadeirinha específica, também fixada no banco traseiro. Esta, no entanto, ficará voltada para a frente do veículo.

Os assentos de segurança ficam pequenos para crianças com cerca de quatro anos, quando a nuca ultrapassar o encosto da cadeira. No entanto, elas ainda serão muito pequenas para utilizarem os cintos de segurança do automóvel, e isso não será seguro. Por conta disso, até os 7 anos e meio de idade é obrigatório o uso de um assento auxiliar chamado ‘Booster’, especialmente construído para que a criança possa fazer uso correto do cinto de segurança de três pontos do veículo.

Importante: nunca utilize almofadas para a criança sentar-se, pois numa desaceleração brusca a almofada geralmente escorrega e o corpo da criança abaixa, havendo a possibilidade de ocorrer estrangulamento.

Após os sete anos e meio, a criança já pode utilizar o cinto de segurança sem a ajuda de qualquer suporte específico, e após os 10 anos ela também já pode ocupar o banco da frente. Importante lembrar que veículos escolares seguem normas próprias, e não são obrigados a utilizar estes aparatos. Por fim, em relação às motos, crianças só podem ser transportadas nelas após completarem sete anos de idade.

Combustível adulterado: como se proteger?

Dentre todos os problemas mecânicos aos quais um motorista pode vir a se sujeitar, o uso de combustível adulterado talvez seja o mais imprevisível e traiçoeiro, justamente por ser provocado deliberadamente pela má fé alheia. Ainda assim, algumas dicas podem ajudar a evitar ou minimizar os estragos causados por esta forma de corrupção que, infelizmente, se espalha por todo o território nacional.

Mantenha o tanque cheio

Problemas com combustível adulterado, na absoluta maioria dos casos, ocorrem quando o motorista se vê obrigado a abastecer fora de seu posto de confiança. Por isso, é interessante manter o tanque sempre cheio, especialmente antes de pegar a estrada. Na maioria dos casos será possível ir e voltar sem precisar abastecer. Já em viagens mais longas, procure evitar que o tanque fique abaixo da metade de sua capacidade. Assim, não apenas você terá maior autonomia para escolher o posto sem pressa, como também, em caso de adulteração, ainda poderá contar com meio tanque de combustível confiável, reduzindo possíveis danos à segurança.

Diga-me com quem andas…

Um local desconhecido, e nenhuma referência acerca de um posto confiável. E aí, como escolher um lugar seguro para abastecer?

Não há muito segredo aqui. O único jeito é prestar atenção à estrutura e, sobretudo, aos frequentadores do local. Postos de bandeira reconhecida são certamente uma boa referência, mas nem sempre representam uma garantia definitiva de qualidade. Na estrada, a presença e o fluxo de caminhoneiros geralmente é um bom sinal. Já em cidades, um bom movimento de carros com placas locais costuma ser um indicador bastante confiável.

Notou algo de estranho?

O carro vinha bem, mas pouco depois de abastecer começa a apresentar um comportamento estranho, fazendo barulho diferente, perdendo potência e funcionando de maneira irregular. O que fazer?

Bom, se você tinha ao menos meio tanque de combustível regularizado, então deverá ter condições de dirigir até o próximo ponto seguro para encostar o carro – e deve fazer isso o quanto antes. Diversas manipulações podem afetar o comportamento do carro. Desde a mais simples, adicionando álcool à gasolina, às mais prejudiciais, envolvendo a utilização de solventes e outras substâncias impróprias.

É importante parar o quanto antes, não apenas porque dependendo da contaminação o motor pode sofrer danos sérios em pouco tempo, mas também porque a diferença na densidade muitas vezes permite que os líquidos se separem dentro do tanque quando em repouso – facilitando tanto a eliminação das impurezas quanto o diagnóstico do problema.

Denuncie

Um bom mecânico saberá utilizar a mangueira de combustível para coletar uma amostra da gasolina. Na maioria das vezes, a manipulação é grosseira a ponto de ser vista a olho nu ou percebida pelo olfato. Nestes e em todos os casos em que haja certeza sobre o delito, é de suma importância que seja feita a denúncia junto aos órgãos competentes.