Yoga Day

Hoje, 21 de junho, é comemorado o Dia Internacional do Yoga. A história do Yoga na América do Sul começou em 1920, na Argentina, e de lá, veio ao Brasil através de Swami Asuri Kapila. O Yoga se tornou mais conhecido por aqui somente na década de 60, através dos ensinamentos do Coronel Caio Miranda.

Os benefícios da Yoga são vários: reduz o estresse, melhora a concentração, a autoestima e  a autoaceitação, é uma ótima aliada da memória, ajuda a emagrecer e a fortalecer os músculos, melhora a flexibilidade e o equilíbrio, auxilia na cura da depressão e na diminuição da ansiedade, melhora a postura corporal, o desempenho sexual e a qualidade do sono.

Em São Paulo, o projeto “Arte de Viver” oferece no próximo sábado, 24 de junho, um evento gratuito em comemoração à data. O encontro acontece entre às 15h e 17h30, na Praça da Paz (portão 8)- Parque do Ibirapuera.

Pinheirense: um caso de amor

Fundada em 1937 por duas famílias de hábeis padeiros europeus, a Pinheirense continua fiel a sua missão de produzir pães artesanais, isentos de conservantes. E foi a partir de uma história de amor que nasceu essa empresa familiar.

Na década de 1930, o jovem padeiro austríaco Henrich Palme trabalhava na cozinha da Confeitaria Vienense, endereço histórico que marcou época nos anos dourados da capital paulista. Ali, ele conheceu o alemão Albert Neubauer, um experiente boulanger, que antes de se mudar para o Brasil, durante a Primeira Guerra Mundial, teve durante muitos anos a própria padaria, em Kiel. Os dois colegas tornaram-se amigos. Mas foi por causa da filha de Albert, Else – também funcionária da Vienense-, que a amizade deles se estreitou.

Henrich apaixonou-se por Else. Casaram-se, selando um matrimônio duplamente duradouro. De um lado, o amor entre homem e mulher. Do outro, a frutífera sociedade entre sogro e genro, que culminou com o nascimento da Pinheirense, em 1937, na Rua Coropés, no bairro de Pinheiros.

A produção artesanal seguia a receita original trazida da Alemanha por Albert. É  a mesma até hoje. Elaborada com farinha de trigo integral, processada pela própria empresa, e ingredientes selecionados, não leva nenhum conservante. São duas linhas de produtos: o Pão Sueco-aquelas conhecidas casquinhas crocantes-, e o Pão Integral- perfumadíssimo e muito fresco!

O tempo passou, mas a marca ainda se mantém fiel à qualidade. A clientela também! A Pinheirense é um desses raros exemplos em que a tradição do velho se renova no frescor de cada fornada.

Pinheirense comemora 79 anos!

Em 1937, surgia a Pinheirense, empresa paulistana fundada por talentosos imigrantes europeus que encontraram no Brasil a oportunidade de lançar a seleta receita preservada até os dias de hoje. Há 79 anos é mantida viva a tradição artesanal que garante a qualidade e sabor inconfundíveis de seus produtos.

O sucesso e longevidade comprovam o diferencial dessa empresa familiar, preocupada em conceber produtos saborosos e saudáveis, livres de conservantes e produtos químicos.

Aliados à produção artesanal, estão os grãos rigorosamente selecionados e ingredientes ricos em fibras e efeitos medicinais, como quinua, linhaça, castanha do Pará, kümmel, soja, dentre outros.

A Pinheirense está presente nos seguintes estados brasileiros: São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Brasília, Acre, Paraná, Goiás, Manaus.

O tempo passou, mas a marca permanece fiel às suas raízes e, sobretudo, à qualidade. Ao longo de seus 79 anos, a Pinheirense se tornou um desses raros exemplos em que a tradição do antigo se renova no frescor de cada fornada.

Pinheirense: um caso de amor

Fundada em 1937 por duas famílias de hábeis padeiros europeus, a Pinheirense continua fiel a sua missão de produzir pães artesanais, isentos de conservantes. E foi a partir de uma história de amor que nasceu essa empresa familiar.

Na década de 1930, o jovem padeiro austríaco Henrich Palme trabalhava na cozinha da Confeitaria Vienense, endereço histórico que marcou época nos anos dourados da capital paulista. Ali, ele conheceu o alemão Albert Neubauer, um experiente boulanger, que antes de se mudar para o Brasil, durante a Primeira Guerra Mundial, teve durante muitos anos a própria padaria, em Kiel. Os dois colegas tornaram-se amigos. Mas foi por causa da filha de Albert, Else – também funcionária da Vienense-, que a amizade deles se estreitou.

Henrich apaixonou-se por Else. Casaram-se, selando um matrimônio duplamente duradouro. De um lado, o amor entre homem e mulher. Do outro, a frutífera sociedade entre sogro e genro, que culminou com o nascimento da Pinheirense, em 1937, na Rua Coropés, no bairro de Pinheiros.

A produção artesanal seguia a receita original trazida da Alemanha por Albert. É  a mesma até hoje. Elaborada com farinha de trigo integral, processada pela própria empresa, e ingredientes selecionados, não leva nenhum conservante. São duas linhas de produtos: o Pão Sueco-aquelas conhecidas casquinhas crocantes-, e o Pão Integral- perfumadíssimo e muito fresco!

O tempo passou, mas a marca ainda se mantém fiel à qualidade. A clientela também! A Pinheirense é um desses raros exemplos em que a tradição do velho se renova no frescor de cada fornada.

Patê de ervas e Pão Pinheirense: delícia de combinação

Receitas práticas e saborosas sempre são uma ótima pedida em diferentes ocasiões. Assim como os produtos da Pinheirense, o patê de ervas é saudável e saboroso.

Ingredientes:

1 colher (chá) de manjericão fresco picado; 1 colher (chá) de orégano fresco picado; 1 colher (chá) de segurelha fresca picada; 3 folhas de louro picadas; 2 grãos de pimenta-do-reino amassados; 1 xícara (chá) de creme de leite light; 1 xícara (chá) de ricota; sal a gosto.

Preparo:

Bata as ervas no liquidificador juntamente com a pimenta e o creme de leite. Misture delicadamente com a ricota e tempere com o sal. Sirva com o pão tipo sueco e, ou com o Pão Integral Pinheirense.

Alimentos integrais: por que consumi-los?

Uma alimentação saudável e equilibrada faz toda a diferença para a saúde, e isso inclui o consumo de alimentos integrais, que por serem ricos em fibras, trazem diversos benefícios: ajudam a diminuir os níveis de colesterol e glicose, promovem sensação de satisfação, ajudam a prevenir constipação intestinal, auxiliam no controle de peso, dentre outros.

Algumas das fibras solúveis – pectina, farelo de aveia e outras – podem reduzir os níveis de colesterol no sangue. Por sua vez, isso reduz o risco de doenças das artérias coronárias e infartos decorrentes de aterosclerose – a formação de placas de gordura nas artérias.

As fibras são divididas em duas grandes categorias: solúveis e insolúveis. A maioria das plantas contém as duas fibras, embora alguns alimentos sejam mais ricos em uma do que na outra.

As fibras solúveis se dissolvem na água e se tornam viscosas. São encontradas na lentilha, leguminosas, farelo de aveia, aveia, linhaça, psílio, cevada e em frutas ricas em pectina como maçãs, morangos e frutas cítricas.

As fibras insolúveis não se dissolvem nem com a mastigação, passando através do trato digestivo praticamente inalteradas. São encontradas no farelo de trigo, nos produtos à base de trigo integral, no arroz integral, nas cascas de frutas e nos legumes/verduras como cenoura, brócolis e ervilhas.

Por fornecerem a sensação de saciedade e possuírem poucas calorias, ajudam a perder ou controlar o peso. A sensação de saciedade tende a desaparecer rapidamente quando as fibras passam pelo sistema digestivo.

A melhor maneira de usar a fibra para perder peso é consumir uma alimentação balanceada que também inclua pequenas quantidades de proteína e de gordura em cada refeição. Como o corpo metaboliza a proteína e a gordura mais lentamente do que as fibras, a pessoa não sentirá fome tão cedo.

Indivíduos adultos devem consumir diariamente cerca de 25 g de fibras. Os pães integrais, além de fornecerem energia como os demais, são ricos em fibras e fornecem nutrientes importantes para o organismo.

Através do consumo de alimentos integrais, é possível, desde a infância, prevenir-se de doenças como a diabetes tipo 2, obesidade, doenças cardiovasculares, constipação intestinal etc.

Todos os produtos fabricados pela Pinheirense contêm combinações variadas de sementes, além de serem integrais, artesanais e isentos de conservantes. São ideais para quem busca uma alimentação saudável.

Teatro Martins Penna e Sala Olido festejam carnaval ao ritmo de frevo

Ritmo pernambucano que surgiu no final do século XIX, o frevo é um dos símbolos mais marcantes do carnaval brasileiro. Declarado Patrimônio Imaterial da Humanidade em 2012, pela UNESCO, essa dança é presença certa nos blocos carnavalescos de Recife e Olinda, mas também ganhou apreciadores por todo o Brasil. Trazendo grandes clássicos, o pianista Rogério Rochlitz apresenta o projeto “No Fervo do Frevo” no dia 13, sexta-feira,  no Teatro Martins Penna, e dia 14, sábado, na Sala Olido.

O nome do projeto brinca com a origem da palavra “frevo”, que vem de “fervedouro”, já que os passos fazem parecer que os dançarinos pulam sobre água fervente, enquanto dançam. No repertório, se destacam canções como “Pombo Correio”, de Moraes Moreira, e “Atrás do Trio Elétrico”, de Caetano Veloso. O objetivo do projeto, porém, é resgatar não só os grandes sucessos do ritmo, como também os frevos de rua tradicionais.

Rogério Rochlitz é pianista e produtor musical, tendo lançado três discos e visitado mais de 20 países com o Trio Mocotó, grupo que integra desde 2003. Em “No Fervo do Frevo”, é acompanhado dos músicos João Poleto (sax e flauta), Amílcar Rodrigues (trompete), David Rangel (baixo) e João Parahyba (bateria).

Serviço: | Centro Cultural da Penha – Teatro Martins Penna. Largo do Rosário, 20, Penha. Próximo do Shopping Penha. Zona Leste; tel.2295-0401. Dia 13, 20h

Galeria Olido – Sala Olido. Av. São João, 473. Próximo das estações República, Anhangabaú e São Bento do metrô. Centro; tel. 3331-8399 e 3397-0171. Dia 14, 18h

Grátis (retirar ingresso, um por pessoa, a partir de uma hora antes)

Fonte: SECOM

Pão e Circo (Panis et Circenses)

Nutrição e entretenimento são duas necessidades humanas que sempre andaram juntas – de fato, alguém poderia dizer que uma alimenta o corpo e a outra a alma. Sob este aspecto, a citação mais famosa – e provavelmente a mais antiga – a relacioná-las é atribuída ao filósofo romano Juvenal, na 10ª das Sátiras que este escreveu no século I depois de Cristo.

Nela, o poeta critica a alienação da sociedade e afirma: “Sobre os romanos, que antes eram tão poderosos, tornaram-se escravos de prazeres corruptores e só precisam de pão e circo”.

A rigor, a política populista de distração através do Coliseu, onde o pão era distribuído gratuitamente, ficaria conhecida na História justamente como “política do Pão e Circo”, e haveria de revelar-se extremamente sufocante para a economia do Império.

Evidente que “pão”, nesta conjuntura, deve ser entendido não apenas como o alimento em si, mas de uma forma mais ampla, como o Estado provendo o sustento básico da população. E circo, obviamente, refere-se a todo tipo de diversão e distração, numa época em que mais de 180 dias ao longo do ano eram dedicados a este tipo de finalidade.

Espetáculos sangrentos, como os combates entre gladiadores, eram promovidos nos estádios para divertir a população; nesses estádios, pão era distribuído gratuitamente.

Ainda que este exemplo nos remeta a uma administração distorcida destas carências populacionais, ele não deixa de ser bastante legítimo ao expressar a sede do homem para necessidades outras, que vão muito além do fisiologismo. Afinal, como disseram os Titãs, “A gente não quer só comida; a gente quer comida, diversão e arte”.

Entendendo que cultura e entretenimento são necessidades humanas tão básicas quanto a própria alimentação, uma vez que “nem só de pão vive o homem”, o blog da Pinheirense pretende dedicar diversas postagens a questões culturais, na seção Panis et Circenses.

Desde já, dicas culturais e sugestões dos leitores são muito bem-vindas.

Pinheirense: há 77 anos, fidelizando clientes

Ao longo dos anos em que se dedica a fabricar produtos saborosos e de altíssima qualidade, a Pinheirense conquistou a admiração e confiança de clientes fiéis, que não trocam a marca por nenhuma outra.

O competente jornalista Romolo Ciuffo, natural de São Paulo, é um dos clientes de ouro da empresa. “Há dez anos, mantenho-me fiel à Pinheirense. Sou filho de imigrantes – mãe polonesa e pai italiano- e aprendi, desde cedo, a apreciar alimentos naturais, feitos artesanalmente, e com ingredientes integrais. Por um bom tempo, tive o privilégio de contar com as saborosas massas preparadas em casa por minha mãe. Depois, precisei ir em busca de produtos que se aproximassem dos que eu estava acostumado a consumir. Não foi uma tarefa muito fácil, até conhecer a Pinheirense. É um verdadeiro privilégio consumir alimentos como esses. Gosto de todos, não me limito a apenas um tipo, já que costumo variar o sabor. Valorizo os produtos fabricados pela Pinheirense, pois além de serem muito saborosos, trazem benefícios à saúde, devido aos seus ingredientes e o modo como são produzidos. Com o tempo, aprendemos a comer o que realmente precisamos e nos faz bem”, declara Romolo.

 

Romolo Ciuffo, cliente Pinheirense há uma década.
Participe, e nos diga por que também é um cliente Pinheirense!

10 de julho: Dia da Pizza

A pizza é um dos pratos preferidos dos brasileiros, e São Paulo é a cidade onde mais se consome esse tipo de massa no país! Não por acaso, desde 1985, é comemorado, no dia 10 de julho, o dia da pizza.

De acordo com a Associação da Verdadeira Pizza Napolitana, da Itália, para ser considerada pizza, a massa e o recheio devem apresentar algumas características básicas. Dessa forma, a invenção de novas receitas não interfere na tradição da típica comida italiana. A massa precisa ser redonda, com diâmetro entre 30 cm a 35 cm , com espessura que não deve ultrapassar cinco milímetros e borda com altura máxima de dois centímetros. A textura da massa deve ser macia, elástica e fácil de ser dobrada pela metade. Já os recheios mais tradicionais são a Napolitana, Margherita  e Pomodoro.

Mas tais características não são exigidas no Brasil, onde, desde o século XX, são preparadas diversas receitas, com recheios variados, que levam desde coração de galinha com mussarela, pizza de picanha, rosbife, linguiça de avestruz, cachorro quente, até kani kama – massa de carne de peixe branca e rosa.

Para o post de hoje, selecionamos uma receita de pizza vegana, que por ser mais sudável (e nem por isso menos saborosa) tem tudo a ver com a Pinheirense! Anote aí:

Ingredientes:

Massa:

3 tabletes de fermento biológico;

1 colher rasa de sobremesa de sal;

1 colher de café de açúcar;

200 ml de água morna;

1/2 xícara de óleo;

Cobertura:

Molho de tomate;

2 tomates picados;

2 cebolas picadas;

1 pimentão grande picado;

1/2 lata de milho verde em conserva;

300 g de queijo tipo mussarela;

Orégano;

Modo de fazer:

- Coloque os 3 tabletes de fermento biológico em uma vasilha;

- Adicione a colher de sal e a de açúcar e, quebrando devagar os tabletes, misture-os até que a mistura se torne um caldo homogêneo;

- Acrescente um pouco de farinha de trigo (cerca de 2 ou 3 colheres de sopa cheias) e continue misturando;

- Adicione os 200 ml de água morna e em seguida 1/2 xícara de óleo;

- Misture tudo;

- Adicione farinha de trigo (cerca de 1/2 quilo) até que a massa fique resistente e desgrude dos dedos;

- Reserve durante uma hora em uma vasilha ou prato, cobrindo com um pano de prato;

- Após uma hora, abra a massa sobre uma superfície lisa (mesa de pedra ou vidro), levando em conta a espessura de massa de sua preferência (grossa ou fina) e considerando o tamanho de sua assadeira para pizza;

- Se necessário, ponha um pouco de farinha nessa superfície;

- Para abrir a massa, use um rolo;

- Cubra a massa com o molho de tomate na quantidade de sua preferência;

- Coloque um pouquinho de farinha na assadeira e gire-a, de modo que uma pequena camada de farinha seja criada internamente;

- Desfaça-se das sobras;

- Coloque a massa da pizza aberta dentro da assadeira;

- Sobre ela, polvilhe a cebola, o tomate, o pimentão e o milho cozido;

- Cubra tudo com queijo mussarela e salpique um pouco de orégano;

- Leve a pizza a um forno alto pré-aquecido;

- Deixe assar por cerda de 20 ou 30 minutos, dependendo da espessura da massa.

Tempo de preparo: 20 minutos; Rendimento: 8 porções.