Como prevenir problemas na tireoide

Com forma bem parecida com a de uma borboleta, a glândula tireoide é localizada na parte anterior do pescoço, logo abaixo do Pomo de Adão. Reguladora da função de importantes órgãos como o coração, o cérebro, o fígado e os rins, ela produz os hormônios T3 (triiodotironina) e o T4 (tiroxina).

Quando a tireoide não funciona de maneira correta, pode liberar hormônios em quantidade insuficiente, causando o hipotireoidismo,  ou em excesso, ocasionando o hipertireoidismo. Nessas duas situações, o volume da glândula pode aumentar, o que é conhecido como bócio. 

Veja como prevenir problemas na tireoide:

Crie o hábito de comer peixe, principalmente de águas frias e profundas do oceano. Além de serem ricos em ácidos graxos ômega-3, são excelentes fontes de iodo, fundamental para o funcionamento da glândula tireoide, além de minerais como o selênio e o magnésio.

Minimize o consumo de açúcar e farináceos. Em se tratando de alimentação e tireoide, altos níveis de açúcar no sangue podem desregular o funcionamento da sua glândula tireoide.

Consuma alimentos ricos em iodo. Em pequenas quantidades, ele é necessário para a função da glândula tireoide, assim como o metabolismo das gorduras, produção de hormônios sexuais e uma série de processos bioquímicos. Cãibras musculares, dores de cabeça, depressão, pés frios, mãos geladas e ganho de peso podem ser sinal de deficiência dessa substância. Deficiências de iodo podem aumentar a suscetibilidade para doenças como o câncer de mama e a pólio.

Alguns alimentos ricos em iodo são: frutos do mar, sal não refinado, algas marinhas, caldo de peixe caseiro, manteiga (não margarina), abacaxi, alcachofra, aspargos e uma série de verduras de coloração mais escura. Para que possa ser utilizado pelo organismo, o iodo requer níveis adequados de vitamina A, que são obtidos através da ingestão de manteiga e gorduras de origem animal em moderação (de animais criados soltos, e não em cativeiro ou à base de ração).

Como prevenir a infecção urinária

Grande parte das infecções do trato urinário (ITU), também conhecidas como cistite, afeta a bexiga, podendo, ainda, atingir os rins, os ureteres e a uretra. Os sintomas mais frequentes são: necessidade urgente de urinar, mesmo quando a bexiga não está cheia; dor e ardência ao urinar; dor na região lombar inferior, febre, além de sangramento ( nos casos mais graves).

A maioria das infecções urinárias é provocada pela bactéria E. coli, organismo que vive no trato intestinal, mas que pode se alojar na bexiga. A clamídia, um organismo transmitido sexualmente, também pode ser responsável pelas ITU.

Possíveis causas da infecção urinária:

Obesidade: as dobrinhas em várias partes do corpo, que resultam do excesso de peso, podem dificultar uma higienização eficaz da região genital após urinar, facilitando a proliferação de bactérias.

“Prender” o xixi: Urinar funciona como uma lavagem contínua da bexiga. O hábito de “segurar” o xixi aumenta os riscos de infecção, pois a bexiga ficará mais exposta à proliferação de bactérias. Também é indicado urinar antes e após a relação sexual, quando as chances de infecção também aumentam.

Diabete: qualquer doença que comprometa as defesas do organismo irá facilitar a infecção urinária. Também é bom tomar cuidado com medicamentos fortes e com o excesso de atividade física.

Constipação: A bactéria Escherichia coli  é a causadora da maioria dos episódios de cistite. No intestino, onde vive, não causa problemas, mas ao se infiltrar na área da vagina, começa a competir com outros micro-organismos, ocasionando a infecção.

Camisinha: Os espermicidas – substâncias responsáveis por matar os espermatozoides – modificam a flora vaginal, deixando as mulheres mais suscetíveis à ação maléfica das bactérias. Portanto, o ideal é usar camisinhas sem o tal espermicida ou que tenham a substância na parte interna, para o gel ficar em contato apenas com o pênis.

Táticas preventivas:

- evite duchas e desodorantes íntimos, que podem irritar a bexiga;

- se usar diafragma, peça para seu médico indicar o tamanho certo. Um diafragma um pouco acima do tamanho adequado pode irritar a uretra e a bexiga;

- urine e tome um copo de água antes do ato sexual, e urine no máximo uma hora depois para limpar o trato urinário;

Síndrome de Stevens-Johnson

Por ser considerada uma raridade, com incidência avaliada entre um a três casos para cada milhão de habitantes, a síndrome de Stevens-Johnson ainda é praticamente desconhecida do público em geral. É pertinente tratar do assunto, no entanto, uma vez que ela pode acometer qualquer pessoa, independentemente de idade, gênero ou grupo social. Mais importante que isso, é crucial tocar no assunto, pois sua principal causa pode ser facilmente evitada.

O que é

A síndrome foi descrita pela primeira vez em 1922, quando os pediatras americanos Albert Mason Stevens e Frank Chambliss Johnson relataram os casos de dois meninos de sete e oito anos de idade apresentando um quadro de “erupção extraordinária generalizada, com febre constante, mucosa bucal inflamada e conjuntivite purulenta severa”. No entanto, muitos anos se passaram até que os sintomas fossem relacionados à aplicação de medicamentos. A rigor, apenas em 1983, a doença foi efetivamente reconhecida e identificada.

A imensa maioria dos casos é decorrente de intoxicação provocava por reação alérgica a medicamentos, a excesso de dosagem ou validade vencida. Nestes casos, portanto, a prevenção é bastante simples e importantíssima, posto que os danos à epiderme e às mucosas são potencialmente fatais. A síndrome, no entanto, também pode ser adquirida em decorrência de pneumonia por micoplasma, numa variação mais difícil de ser prevenida. Felizmente, neste caso, os sintomas são menos agressivos, e o tratamento mais simples e rápido.

Visualmente, o paciente que desenvolve a síndrome assemelha-se bastante a alguém que tenha sofrido queimaduras de 3º grau, chegando a apresentar necrose e perda de pele. Aos primeiros sinais de qualquer sintoma parecido, um médico deve ser consultado imediatamente, e alertado sobre a carga de medicação que vem sendo utilizada.

Como prevenir

Basicamente, a prevenção da síndrome de Stevens-Johnson passa pelo abandono do perigoso hábito da automedicação. Mesmo remédios considerados inofensivos e de uso comum entre a população podem levar ao desenvolvimento da síndrome, de forma que um médico deve ser sempre consultado. Além disso, é importante que se conheça o histórico familiar de alergias, antes que qualquer tratamento medicamentoso mais intenso venha a ser iniciado.

Por fim, há que se observar cuidadosamente as posologias receitadas e a validade de todo medicamento consumido.

Proteína C reativa alta: causas e prevenção

Produzida no fígado quando parte do corpo está inflamada, a Proteína C-reativa (PCR), ao alcançar níveis altos, pode elevar o risco de doença cardíaca mesmo que os níveis de colesterol estejam saudáveis.

A PCR alta é sinal de alerta de acúmulo de placas nas paredes arteriais. Os altos índices dessa substância são provocados, em grande parte, por infecções leves no corpo, como doenças na gengiva e outras irritações que indiquem que seu sistema imunológico está em uma batalha permanente. Esse é o problema da “inflamação crônica”.

Como os níveis de proteína C-reativa no sangue podem ser aumentados por várias doenças inflamatórias, a medicação tem valor limitado para o prognóstico do risco de doença cardíaca. Contudo, estudos mostraram que a redução da PCR desacelera a evolução da arteriosclerose. Por isso, vale muito a pena manter os níveis baixos.

Confira as três principais maneiras de “domar” a sua PCR:

Escove os dentes, use fio dental e enxágue a boca: até pequenas áreas com gengivite provocam o aumento nos níveis de inflamação no corpo, aumentando as chances de infarto ou AVC. Estudos mostram que escovar os dentes com cuidado, usar bem o fio dental e bochechar com um enxaguante bucal ajudam a proteger também o sistema cardiovascular.

Prepare seus sanduíches com pão integral: a ingestão de 32 g de fibras por dia corta os níveis de PCR pela metade. Você também conseguirá isso se optar por cereais, feijões, lentilhas e macarrão integral, todos ricos em fibras.

Coma um punhado de nozes em vez de uma barra de chocolate: as nozes são ricas em fibras e “bons” ácidos graxos ômega-3, além de cortarem os níveis de PCR pela metade.

Oscilação de temperatura e os cuidados com a saúde

Mudanças bruscas de temperatura costumam comprometer a saúde de muita gente, que se vê à procura de soluções milagrosas para gripes, resfriados e alergias respiratórias, como a asma, a rinite e a sinusite. Existem formas simples e econômicas de prevenir e combater tais sintomas. No post de hoje, selecionamos alguns deles.

Alimento saboroso e saudável

A sopa de galinha funciona não apenas porque seu vapor ajuda a aliviar a congestão nasal, mas, também, porque os ingredientes anti-inflamatórios presentes no caldo reduzem o movimento dos neutrófilos – as células brancas do sangue que estimulam a formação do muco nos pulmões e no nariz.

Para aumentar ainda mais o poder da canja no combate ao resfriado, acrescente dois dentes de alho descascados e triturados quando a água estiver quase fervendo. O alho contém componentes sulfurosos antivirais, e é sabido que estimula o sistema imunológico.

Combata a tosse:

O tomilho é um expectorante natural. Por isso, prepare uma panela de chá de tomilho para combater a tosse persistente.

Faça uma infusão com 2 colheres de sopa de folhas secas de tomilho em 6 xícaras de água quente durante 10 minutos. Coe o líquido em 1 xícara de chá, adoce com mel, se desejar, e beba 1 xícara cheia duas a três vezes por dia.

Combata a febre: 

Nos primeiros estágios da gripe é possível ajudar o corpo a combater a febre, recorrendo a um banho de esponja a cada uma hora.

Mergulhe uma esponja em água morna, esprema-a para retirar o excesso do líquido e banhe o rosto, ombros, peito e extremidades. Se a febre persistir, beba 1 a 2 xícaras de chá de gengibre em intervalos curtos e regulares.

A erva vai provocar o suor – forma pela qual o corpo vai reagir para diminuir a temperatura.

Existem infinitos remédios caseiros para a dor de garganta, e muitos realmente aliviam os sintomas. O mais popular e renomado é o gargarejo com água morna e sal. Você pode também fazer um gargarejo com meio copo de água e adicionar duas colheres de chá de vinagre de maçã.

Inale os vapores do eucalipto: Ferva folhas secas de Eucalyptus globulus amassadas; deixe descansar de 4 a 5 horas e coe os pedacinhos de folhas antes de aquecer o líquido para ser inalado. Você também pode adicionar de 5 a 10 gotas de óleo de eucalipto à água fumegante.

Coloque o recipiente na ponta de uma mesa, sente-se, incline a cabeça sobre ele e cubra-a com uma toalha para formar uma “tenda”. Respire a fumaça por cerca de 10 minutos, tomando cuidado para não ficar perto demais do vapor. Seus pulmões ficarão limpos e você ainda ganha um tratamento facial de bônus.

Contra a bronquite: O aroma penetrante da raiz-forte ralada, acompanhado do cheiro ácido do limão, ajuda a dissolver o muco nos canais dos seios da face e dos brônquios. Para fazer um xarope para tosse, rale um pedaço de raiz-forte sem casca em um recipiente ( ou use-a já preparada).

Em seguida, transfira 50 g da raiz-forte ralada para um recipiente menor. Junte 80 ml de suco de limão e misture bem. Beba 1/2 colher de chá da mistura de duas a três vezes ao dia. A ação expectorante deve provocar a tosse depois de cada dose, ajudando seus pulmões a se livrarem do muco.

Chá antialérgico: Para um chá antialérgico, esmague 2 a 3 colheres de chá de flores de camomila alemã, despeje 240 ml de água fervente, deixe descansar por 10 minutos, coe e beba de três a quatro vezes ao dia.

Cuidado: embora a camomila seja uma erva tradicional no combate à febre, ela pode agravar os sintomas de qualquer pessoa alérgica à tasna, também conhecida como erva-de-santiago, uma prima da camomila. Para as demais pessoas, o azuleno contido na camomila contém propriedades anti-inflamatórias, indicadas no tratamento de infecções do trato respiratório e alergias.

Rinite: Caso consiga urtiga fresca ( uma erva daninha comum em jardins), use luvas quando a colher e ao lavar as folhas. Adicione 120 g da folha a 6 xícaras de água fervente, reduza o fogo e cozinhe até a água ficar verde. Coe o líquido em peneira fina para um bule de chá grande.

Em épocas de rinite alérgica, beba uma xícara do chá de urtiga pela manhã e outra à tarde. Pode adoçar com mel.

Alivie os efeitos da Hérnia de hiato

Em circunstâncias normais, o hiato é uma pequena abertura no músculo do diafragma, lugar em que o esôfago e o estômago se encontram. Uma hérnia de hiato desenvolve-se quando esta abertura aumenta e permite que a parte superior do estômago se projete por esse hiato.

Dicas para aliviar os efeitos da Hérnia de hiato:

-Não se deite após fazer uma refeição. Procure esperar pelo menos três horas para dormir ( à tarde ou à noite);

-Não pratique exercícios físicos logo depois de comer. Andar não faz mal, mas espere de duas a três horas para praticar exercícios mais intensos;

-Não vista roupas apertadas, pois exercem pressão adicional sobre o estômago;

-Relaxe. O estresse desacelera a digestão, o que piora o refluxo do ácido estomacal. Experimente a técnica de respiração profunda, a ioga ou a meditação para controlar o estresse diário.

-Coma refeições pequenas e frequentes;

-Invista em alimentos ricos em fibras, como cereais e pães integrais, frutas secas, saladas e legumes crus ou levemente cozidos.

Síndrome de Stevens-Johnson: conhecer para prevenir

Por ser considerada uma raridade, com incidência avaliada entre um e três casos para cada milhão de habitantes, a síndrome de Stevens-Johnson ainda é praticamente desconhecida do público em geral. É pertinente tratar do assunto, no entanto, uma vez que ela pode acometer qualquer pessoa, independente de idade, gênero ou grupo social. Mais importante que isso, é crucial tocar no assunto, pois sua principal causa pode ser facilmente evitada.

O que é

A síndrome foi descrita pela primeira vez em 1922, quando os pediatras americanos Albert Mason Stevens e Frank Chambliss Johnson relataram os casos de dois meninos de sete e oito anos de idade apresentando um quadro de “erupção extraordinária generalizada, com febre constante, mucosa bucal inflamada e conjuntivite purulenta severa”. No entanto, muitos anos se passaram até que os sintomas fossem relacionados à aplicação de medicamentos. A rigor, apenas em1983 a doença foi efetivamente reconhecida e identificada.

A imensa maioria dos casos é decorrente de intoxicação provocava por reação alérgica a medicamentos, a excesso de dosagem ou validade vencida. Nestes casos, portanto, a prevenção é bastante simples e importantíssima, posto que os danos à epiderme e às mucosas são potencialmente fatais. A síndrome, no entanto, também pode ser adquirida em decorrência de pneumonia por micoplasma, numa variação mais difícil de ser prevenida. Felizmente, neste caso, os sintomas são menos agressivos, e o tratamento mais simples e rápido.

Visualmente, o paciente que desenvolve a síndrome assemelha-se bastante a alguém que tenha sofrido queimaduras de 3º grau, chegando a apresentar necrose e perda de pele. Aos primeiros sinais de qualquer sintoma parecido, um médico deve ser consultado imediatamente, e alertado sobre a carga de medicação que vem sendo utilizada.

Como prevenir

Basicamente, a prevenção da síndrome de Stevens-Johnson passa pelo abandono do perigoso hábito da automedicação. Mesmo remédios considerados inofensivos, e de uso comum entre a população, podem levar ao desenvolvimento da síndrome, de forma que um médico deve ser sempre consultado. Além disso, é importante que se conheça o histórico familiar de alergias, antes que qualquer tratamento medicamentoso mais intenso venha a ser iniciado.

Por fim, há que se observar cuidadosamente as posologias receitadas e a validade de todo medicamento consumido.

Mudanças bruscas de temperatura e as consequências para a saúde

Enfim, primavera… Passados os meses mais frios do ano, o que se espera são dias de sol, temperaturas equilibradas e, consequentemente, benefícios à saúde. Contudo, não é sempre assim, pelo menos em algumas regiões do país, onde a instabilidade climática e as mudanças bruscas de temperatura parecem cada vez mais frequentes. Com isso, é normal encontrar pessoas de todas as idades com diferentes tipos de alergia e, ou com alguma enfermidade típica de tal fenômeno.

Por isso, é preciso estar preparado para qualquer variação no tempo. Em um único dia pode chover, fazer muito calor e também muito frio, independentemente da época do ano.

Problemas de saúde relacionados ao sistema respiratório são os mais comuns, mas, no momento em que os termômetros oscilam muito, o sangue tende a ficar mais grosso, colaborando, ainda, com o surgimento de complicações cardiovasculares.

O médico Luiz Fernando Azevedo, de Nova Friburgo (RJ), explica que a saúde fica mais sensível devido a essas oscilações de temperatura, pois o organismo não está preparado para enfrentar as mudanças drásticas de temperatura. “Os transtornos mais comuns são as doenças alérgicas e as gripes, como asma e rinite. O ideal, é que as pessoas procurem ajuda médica o mais rápido possível, para que a gripe não evolua, se transformando em uma pneumonia”, explica Luiz Fernando.

Normalmente, as temperaturas ficam mais elevadas no final da manhã e, no momento em que o dia vai chegando ao fim, há uma queda considerável. Este fato prejudica o mecanismo de defesa das vias aéreas, pois desencadeia a menor movimentação dos cílios da árvore respiratória, aumentando, e muito, a facilidade de se contrair uma infecção.

Além disso, as mudanças bruscas de tempo geralmente provocam o agravamento de doenças, como bronquite e enfisemas pulmonares, causando o aumento da tosse, assim como da expectoração e falta de ar. No caso da rinite alérgica, o doente espirra mais e apresenta um aumento imediato de coriza.

Prevenção

Nada melhor que estar preparado para qualquer variação do tempo, por isso, não se esqueça do guarda-chuva e do casaco. “Para se manterem protegidas, é importante que as pessoas tenham à mão tanto roupas de frio, quanto de verão”, recomenda Fernando.

Também se deve evitar a prática de exercícios que levam à exaustão, pois consomem muito a energia do organismo, ocasionando na diminuição da defesa do corpo. O ar-condicionado também propicia o surgimento de problemas respiratórios, pois deixa o ambiente mais seco e poluído, contribuindo para a proliferação de ácaros.

Deixar as janelas abertas ajuda a manter a ventilação no local o mais natural possível. A umidade do ar no ambiente pode ser garantida com um umidificador. Para quem não pode comprá-lo, vale deixar nos cômodos do imóvel uma bacia de água, com superfície ampla.

“Manter o corpo hidratado, através da ingestão de muita água, manter uma alimentação equilibrada, e praticar alguma atividade física são maneiras simples de se prevenir das doenças típicas de climas instáveis”, diz Luiz Fernando.