Benefícios da geleia real

Produzida pelas abelhas operárias para alimentar a abelha rainha, a geleia real é rica em aminoácidos, lipídios, açúcares, vitaminas, minerais e proteínas. Enquanto as operárias vivem cerca de 5 semanas, a rainha tem uma vida muito mais longa: de seis anos, aproximadamente. Para os seres humanos, a geleia real é utilizada como um suplemento natural, oferecendo diversos benefícios para a saúde:

-aumenta a energia

-elimina a sensação de cansaço

reduz o estresse e melhora o sistema nervoso

-combate ansiedade, depressão e falta de memória

-excelente para a saúde do cérebro, ajudando no desempenho das funções cognitivas superiores, tais como aprendizagem e memória

-estimula o crescimento de células estaminais neurais e de células gliais do cérebro, prevenindo doenças como a Alzheimer e Parkinson

-bom para fertilidade, aumentando a libido e a capacidade reprodutiva

-propriedades anti-inflamatórias e cicatrizantes

-tem propriedades antibióticas, combatendo bactérias

-ajuda o sistema imunológico

-ação anti-oxidante, regenera as células e desacelera o envelhecimento precoce

-contém açúcar bom para o organismo, diminuindo o colesterol ruim

-alivia sintomas da menopausa

-ajuda no tratamento de cistos no ovário e endometriose

-ameniza a TPM

-ajuda no desequilíbrio hormonal

-combate úlcera e problemas digestivos

-torna o fígado mais saudável

-melhora o apetite (inclusive de crianças)

-bom para os dentes e desenvolvimento ósseo das crianças

-ajuda no tratamento de artrites

-excelente fonte de nutrientes para quem pratica exercícios físicos

-combate a anemia e anorexia

-auxilia no tratamento do câncer, além de ser preventivo

-ajuda na quimioterapia, aliviando náuseas, dores e mal estar.

Como usar:

A geleia real possui consistência pastosa, cor branca levemente amarelada e sabor ácido. Ela se conserva em temperaturas abaixo de 10º C, dentro da geladeira ou congelada, por no máximo 18 meses, e a sua ingestão em forma de cápsulas nunca deverá ser superior a 1g de geleia real pura, por dia. Para consumir a geleia real liofilizada, que é a em cápsulas, é indicado tomar 1 cápsula por dia juntamente com um pouco de água. Se preferir pela geleia real natural deve colocar uma pequena quantidade debaixo da língua para que ela seja melhor absorvida pelo corpo.

DPCO e tabagismo

A doença pulmonar obstrutiva crônica, ou DPOC, é a obstrução da passagem do ar pelos pulmões provocada geralmente pela fumaça do cigarro ou de outros compostos nocivos, como a poluição e substâncias químicas. A doença se instala, depois que há um quadro persistente de bronquite ou enfisema pulmonar. O primeiro causa um estado permanente de inflamação nos pulmões, enquanto o segundo destrói os alvéolos, estruturas que promovem trocas gasosas no órgão.

O quadro é perigoso porque, além do potencial para interromper a respiração de vez, diminui a circulação de oxigênio no sangue e dispara substâncias inflamatórias pelo corpo todo. O risco de infarto e AVC dobra. Os portadores podem ainda sofrer com fraqueza muscular, raciocínio prejudicado e até ficarem mais sujeitos à depressão.

Prevenção

Pare de fumar: os cigarros são, sem dúvida, a principal causa da DPOC.

Siga a dieta mediterrânea: essa abordagem alimentar, com ênfase em frutas, hortaliças, óleos saudáveis, peixes e grãos integrais, pode reduzir em 25% as chances de você ter DPOC.

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Mexa-se: a atividade física, em especial exercícios aeróbicos, como caminhar, pedalar e nadar, contribui para que os pulmões se tornem mais eficientes ao fornecer ao corpo o oxigênio necessário. Se você perde o fôlego com facilidade, está na hora de exercitar-se.

Respire de modo saudável: aprenda a respirar de forma mais profunda e menos frequente, usando principalmente o diafragma. Inspire pelo nariz, lenta e completamente. Grande parte do movimento deve vir do abdome; se apenas o tórax se mexer, a respiração está superficial demais. A expiração deve demorar o dobro do tempo da inspiração, e quanto mais você esvaziar os pulmões com expirações fortes, mais saudáveis e completas serão suas inspirações. A respiração profunda não só melhora o funcionamento do pulmão como também pode baixar a pressão arterial e promover o relaxamento, mesmo em tempos de estresse.

Insuficiência renal: causas e prevenção

A insuficiência renal pode ser uma reação temporária a um choque agudo ou ferimento, ou, ainda, um problema crônico, que requer tratamento imediato. Já a insuficiência renal aguda pode ter como causas infecções graves, queimaduras, diarreia ou vômito, envenenamento (incluindo efeitos colaterais de remédios ou suas interações), cirurgias ou danos e ferimentos nos rins.

A partir do momento em que o problema é resolvido, o funcionamento dos rins quase sempre se normaliza. A insuficiência renal crônica é uma consequência da hipertensão não tratada, diabetes mal controlado, ou da má-formação congênita. A insuficiência renal grave crônica ou em um estágio terminal requer diálise regular – tratamento no qual uma máquina retira as impurezas do sangue – ou sempre que possível um transplante de rim.

A relevância da alimentação na monitoração da insuficiência renal

As recomendações gerais envolvem a restrição de fósforo, potássio, proteínas e sal. A ingestão de líquidos precisa ser monitorada. Com pouco líquido, os eletrólitos acabam ficando desequilibrados; com líquido em excesso, a retenção provoca edema e problemas eletrolíticos, e contribui para a hipertensão, e até para a insuficiência cardíaca congestiva. As proteínas devem ser ajustadas conforme mudam a função renal, diálise ou níveis de estresse.

Estudos demonstram que se as proteínas são limitadas a aproximadamente 1 g por quilo de peso corporal por dia, o paciente em diálise receberá os aminoácidos essenciais, mas terá menor risco de danos futuros.

Como prevenir problemas na tireoide

Com forma bem parecida com a de uma borboleta, a glândula tireoide é localizada na parte anterior do pescoço, logo abaixo do Pomo de Adão. Reguladora da função de importantes órgãos como o coração, o cérebro, o fígado e os rins, ela produz os hormônios T3 (triiodotironina) e o T4 (tiroxina).

Quando a tireoide não funciona de maneira correta, pode liberar hormônios em quantidade insuficiente, causando o hipotireoidismo,  ou em excesso, ocasionando o hipertireoidismo. Nessas duas situações, o volume da glândula pode aumentar, o que é conhecido como bócio. 

Veja como prevenir problemas na tireoide:

Crie o hábito de comer peixe, principalmente de águas frias e profundas do oceano. Além de serem ricos em ácidos graxos ômega-3, são excelentes fontes de iodo, fundamental para o funcionamento da glândula tireoide, além de minerais como o selênio e o magnésio.

Minimize o consumo de açúcar e farináceos. Em se tratando de alimentação e tireoide, altos níveis de açúcar no sangue podem desregular o funcionamento da sua glândula tireoide.

Consuma alimentos ricos em iodo. Em pequenas quantidades, ele é necessário para a função da glândula tireoide, assim como o metabolismo das gorduras, produção de hormônios sexuais e uma série de processos bioquímicos. Cãibras musculares, dores de cabeça, depressão, pés frios, mãos geladas e ganho de peso podem ser sinal de deficiência dessa substância. Deficiências de iodo podem aumentar a suscetibilidade para doenças como o câncer de mama e a pólio.

Alguns alimentos ricos em iodo são: frutos do mar, sal não refinado, algas marinhas, caldo de peixe caseiro, manteiga (não margarina), abacaxi, alcachofra, aspargos e uma série de verduras de coloração mais escura. Para que possa ser utilizado pelo organismo, o iodo requer níveis adequados de vitamina A, que são obtidos através da ingestão de manteiga e gorduras de origem animal em moderação (de animais criados soltos, e não em cativeiro ou à base de ração).

Como prevenir a infecção urinária

Grande parte das infecções do trato urinário (ITU), também conhecidas como cistite, afeta a bexiga, podendo, ainda, atingir os rins, os ureteres e a uretra. Os sintomas mais frequentes são: necessidade urgente de urinar, mesmo quando a bexiga não está cheia; dor e ardência ao urinar; dor na região lombar inferior, febre, além de sangramento ( nos casos mais graves).

A maioria das infecções urinárias é provocada pela bactéria E. coli, organismo que vive no trato intestinal, mas que pode se alojar na bexiga. A clamídia, um organismo transmitido sexualmente, também pode ser responsável pelas ITU.

Possíveis causas da infecção urinária:

Obesidade: as dobrinhas em várias partes do corpo, que resultam do excesso de peso, podem dificultar uma higienização eficaz da região genital após urinar, facilitando a proliferação de bactérias.

“Prender” o xixi: Urinar funciona como uma lavagem contínua da bexiga. O hábito de “segurar” o xixi aumenta os riscos de infecção, pois a bexiga ficará mais exposta à proliferação de bactérias. Também é indicado urinar antes e após a relação sexual, quando as chances de infecção também aumentam.

Diabete: qualquer doença que comprometa as defesas do organismo irá facilitar a infecção urinária. Também é bom tomar cuidado com medicamentos fortes e com o excesso de atividade física.

Constipação: A bactéria Escherichia coli  é a causadora da maioria dos episódios de cistite. No intestino, onde vive, não causa problemas, mas ao se infiltrar na área da vagina, começa a competir com outros micro-organismos, ocasionando a infecção.

Camisinha: Os espermicidas – substâncias responsáveis por matar os espermatozoides – modificam a flora vaginal, deixando as mulheres mais suscetíveis à ação maléfica das bactérias. Portanto, o ideal é usar camisinhas sem o tal espermicida ou que tenham a substância na parte interna, para o gel ficar em contato apenas com o pênis.

Táticas preventivas:

- evite duchas e desodorantes íntimos, que podem irritar a bexiga;

- se usar diafragma, peça para seu médico indicar o tamanho certo. Um diafragma um pouco acima do tamanho adequado pode irritar a uretra e a bexiga;

- urine e tome um copo de água antes do ato sexual, e urine no máximo uma hora depois para limpar o trato urinário;

Síndrome de Stevens-Johnson

Por ser considerada uma raridade, com incidência avaliada entre um a três casos para cada milhão de habitantes, a síndrome de Stevens-Johnson ainda é praticamente desconhecida do público em geral. É pertinente tratar do assunto, no entanto, uma vez que ela pode acometer qualquer pessoa, independentemente de idade, gênero ou grupo social. Mais importante que isso, é crucial tocar no assunto, pois sua principal causa pode ser facilmente evitada.

O que é

A síndrome foi descrita pela primeira vez em 1922, quando os pediatras americanos Albert Mason Stevens e Frank Chambliss Johnson relataram os casos de dois meninos de sete e oito anos de idade apresentando um quadro de “erupção extraordinária generalizada, com febre constante, mucosa bucal inflamada e conjuntivite purulenta severa”. No entanto, muitos anos se passaram até que os sintomas fossem relacionados à aplicação de medicamentos. A rigor, apenas em 1983, a doença foi efetivamente reconhecida e identificada.

A imensa maioria dos casos é decorrente de intoxicação provocava por reação alérgica a medicamentos, a excesso de dosagem ou validade vencida. Nestes casos, portanto, a prevenção é bastante simples e importantíssima, posto que os danos à epiderme e às mucosas são potencialmente fatais. A síndrome, no entanto, também pode ser adquirida em decorrência de pneumonia por micoplasma, numa variação mais difícil de ser prevenida. Felizmente, neste caso, os sintomas são menos agressivos, e o tratamento mais simples e rápido.

Visualmente, o paciente que desenvolve a síndrome assemelha-se bastante a alguém que tenha sofrido queimaduras de 3º grau, chegando a apresentar necrose e perda de pele. Aos primeiros sinais de qualquer sintoma parecido, um médico deve ser consultado imediatamente, e alertado sobre a carga de medicação que vem sendo utilizada.

Como prevenir

Basicamente, a prevenção da síndrome de Stevens-Johnson passa pelo abandono do perigoso hábito da automedicação. Mesmo remédios considerados inofensivos e de uso comum entre a população podem levar ao desenvolvimento da síndrome, de forma que um médico deve ser sempre consultado. Além disso, é importante que se conheça o histórico familiar de alergias, antes que qualquer tratamento medicamentoso mais intenso venha a ser iniciado.

Por fim, há que se observar cuidadosamente as posologias receitadas e a validade de todo medicamento consumido.

Proteína C reativa alta: causas e prevenção

Produzida no fígado quando parte do corpo está inflamada, a Proteína C-reativa (PCR), ao alcançar níveis altos, pode elevar o risco de doença cardíaca mesmo que os níveis de colesterol estejam saudáveis.

A PCR alta é sinal de alerta de acúmulo de placas nas paredes arteriais. Os altos índices dessa substância são provocados, em grande parte, por infecções leves no corpo, como doenças na gengiva e outras irritações que indiquem que seu sistema imunológico está em uma batalha permanente. Esse é o problema da “inflamação crônica”.

Como os níveis de proteína C-reativa no sangue podem ser aumentados por várias doenças inflamatórias, a medicação tem valor limitado para o prognóstico do risco de doença cardíaca. Contudo, estudos mostraram que a redução da PCR desacelera a evolução da arteriosclerose. Por isso, vale muito a pena manter os níveis baixos.

Confira as três principais maneiras de “domar” a sua PCR:

Escove os dentes, use fio dental e enxágue a boca: até pequenas áreas com gengivite provocam o aumento nos níveis de inflamação no corpo, aumentando as chances de infarto ou AVC. Estudos mostram que escovar os dentes com cuidado, usar bem o fio dental e bochechar com um enxaguante bucal ajudam a proteger também o sistema cardiovascular.

Prepare seus sanduíches com pão integral: a ingestão de 32 g de fibras por dia corta os níveis de PCR pela metade. Você também conseguirá isso se optar por cereais, feijões, lentilhas e macarrão integral, todos ricos em fibras.

Coma um punhado de nozes em vez de uma barra de chocolate: as nozes são ricas em fibras e “bons” ácidos graxos ômega-3, além de cortarem os níveis de PCR pela metade.

Oscilação de temperatura e os cuidados com a saúde

Mudanças bruscas de temperatura costumam comprometer a saúde de muita gente, que se vê à procura de soluções milagrosas para gripes, resfriados e alergias respiratórias, como a asma, a rinite e a sinusite. Existem formas simples e econômicas de prevenir e combater tais sintomas. No post de hoje, selecionamos alguns deles.

Alimento saboroso e saudável

A sopa de galinha funciona não apenas porque seu vapor ajuda a aliviar a congestão nasal, mas, também, porque os ingredientes anti-inflamatórios presentes no caldo reduzem o movimento dos neutrófilos – as células brancas do sangue que estimulam a formação do muco nos pulmões e no nariz.

Para aumentar ainda mais o poder da canja no combate ao resfriado, acrescente dois dentes de alho descascados e triturados quando a água estiver quase fervendo. O alho contém componentes sulfurosos antivirais, e é sabido que estimula o sistema imunológico.

Combata a tosse:

O tomilho é um expectorante natural. Por isso, prepare uma panela de chá de tomilho para combater a tosse persistente.

Faça uma infusão com 2 colheres de sopa de folhas secas de tomilho em 6 xícaras de água quente durante 10 minutos. Coe o líquido em 1 xícara de chá, adoce com mel, se desejar, e beba 1 xícara cheia duas a três vezes por dia.

Combata a febre: 

Nos primeiros estágios da gripe é possível ajudar o corpo a combater a febre, recorrendo a um banho de esponja a cada uma hora.

Mergulhe uma esponja em água morna, esprema-a para retirar o excesso do líquido e banhe o rosto, ombros, peito e extremidades. Se a febre persistir, beba 1 a 2 xícaras de chá de gengibre em intervalos curtos e regulares.

A erva vai provocar o suor – forma pela qual o corpo vai reagir para diminuir a temperatura.

Existem infinitos remédios caseiros para a dor de garganta, e muitos realmente aliviam os sintomas. O mais popular e renomado é o gargarejo com água morna e sal. Você pode também fazer um gargarejo com meio copo de água e adicionar duas colheres de chá de vinagre de maçã.

Inale os vapores do eucalipto: Ferva folhas secas de Eucalyptus globulus amassadas; deixe descansar de 4 a 5 horas e coe os pedacinhos de folhas antes de aquecer o líquido para ser inalado. Você também pode adicionar de 5 a 10 gotas de óleo de eucalipto à água fumegante.

Coloque o recipiente na ponta de uma mesa, sente-se, incline a cabeça sobre ele e cubra-a com uma toalha para formar uma “tenda”. Respire a fumaça por cerca de 10 minutos, tomando cuidado para não ficar perto demais do vapor. Seus pulmões ficarão limpos e você ainda ganha um tratamento facial de bônus.

Contra a bronquite: O aroma penetrante da raiz-forte ralada, acompanhado do cheiro ácido do limão, ajuda a dissolver o muco nos canais dos seios da face e dos brônquios. Para fazer um xarope para tosse, rale um pedaço de raiz-forte sem casca em um recipiente ( ou use-a já preparada).

Em seguida, transfira 50 g da raiz-forte ralada para um recipiente menor. Junte 80 ml de suco de limão e misture bem. Beba 1/2 colher de chá da mistura de duas a três vezes ao dia. A ação expectorante deve provocar a tosse depois de cada dose, ajudando seus pulmões a se livrarem do muco.

Chá antialérgico: Para um chá antialérgico, esmague 2 a 3 colheres de chá de flores de camomila alemã, despeje 240 ml de água fervente, deixe descansar por 10 minutos, coe e beba de três a quatro vezes ao dia.

Cuidado: embora a camomila seja uma erva tradicional no combate à febre, ela pode agravar os sintomas de qualquer pessoa alérgica à tasna, também conhecida como erva-de-santiago, uma prima da camomila. Para as demais pessoas, o azuleno contido na camomila contém propriedades anti-inflamatórias, indicadas no tratamento de infecções do trato respiratório e alergias.

Rinite: Caso consiga urtiga fresca ( uma erva daninha comum em jardins), use luvas quando a colher e ao lavar as folhas. Adicione 120 g da folha a 6 xícaras de água fervente, reduza o fogo e cozinhe até a água ficar verde. Coe o líquido em peneira fina para um bule de chá grande.

Em épocas de rinite alérgica, beba uma xícara do chá de urtiga pela manhã e outra à tarde. Pode adoçar com mel.

Alivie os efeitos da Hérnia de hiato

Em circunstâncias normais, o hiato é uma pequena abertura no músculo do diafragma, lugar em que o esôfago e o estômago se encontram. Uma hérnia de hiato desenvolve-se quando esta abertura aumenta e permite que a parte superior do estômago se projete por esse hiato.

Dicas para aliviar os efeitos da Hérnia de hiato:

-Não se deite após fazer uma refeição. Procure esperar pelo menos três horas para dormir ( à tarde ou à noite);

-Não pratique exercícios físicos logo depois de comer. Andar não faz mal, mas espere de duas a três horas para praticar exercícios mais intensos;

-Não vista roupas apertadas, pois exercem pressão adicional sobre o estômago;

-Relaxe. O estresse desacelera a digestão, o que piora o refluxo do ácido estomacal. Experimente a técnica de respiração profunda, a ioga ou a meditação para controlar o estresse diário.

-Coma refeições pequenas e frequentes;

-Invista em alimentos ricos em fibras, como cereais e pães integrais, frutas secas, saladas e legumes crus ou levemente cozidos.

Síndrome de Stevens-Johnson: conhecer para prevenir

Por ser considerada uma raridade, com incidência avaliada entre um e três casos para cada milhão de habitantes, a síndrome de Stevens-Johnson ainda é praticamente desconhecida do público em geral. É pertinente tratar do assunto, no entanto, uma vez que ela pode acometer qualquer pessoa, independente de idade, gênero ou grupo social. Mais importante que isso, é crucial tocar no assunto, pois sua principal causa pode ser facilmente evitada.

O que é

A síndrome foi descrita pela primeira vez em 1922, quando os pediatras americanos Albert Mason Stevens e Frank Chambliss Johnson relataram os casos de dois meninos de sete e oito anos de idade apresentando um quadro de “erupção extraordinária generalizada, com febre constante, mucosa bucal inflamada e conjuntivite purulenta severa”. No entanto, muitos anos se passaram até que os sintomas fossem relacionados à aplicação de medicamentos. A rigor, apenas em1983 a doença foi efetivamente reconhecida e identificada.

A imensa maioria dos casos é decorrente de intoxicação provocava por reação alérgica a medicamentos, a excesso de dosagem ou validade vencida. Nestes casos, portanto, a prevenção é bastante simples e importantíssima, posto que os danos à epiderme e às mucosas são potencialmente fatais. A síndrome, no entanto, também pode ser adquirida em decorrência de pneumonia por micoplasma, numa variação mais difícil de ser prevenida. Felizmente, neste caso, os sintomas são menos agressivos, e o tratamento mais simples e rápido.

Visualmente, o paciente que desenvolve a síndrome assemelha-se bastante a alguém que tenha sofrido queimaduras de 3º grau, chegando a apresentar necrose e perda de pele. Aos primeiros sinais de qualquer sintoma parecido, um médico deve ser consultado imediatamente, e alertado sobre a carga de medicação que vem sendo utilizada.

Como prevenir

Basicamente, a prevenção da síndrome de Stevens-Johnson passa pelo abandono do perigoso hábito da automedicação. Mesmo remédios considerados inofensivos, e de uso comum entre a população, podem levar ao desenvolvimento da síndrome, de forma que um médico deve ser sempre consultado. Além disso, é importante que se conheça o histórico familiar de alergias, antes que qualquer tratamento medicamentoso mais intenso venha a ser iniciado.

Por fim, há que se observar cuidadosamente as posologias receitadas e a validade de todo medicamento consumido.