Atum ou sardinha?

Atum ou sardinha, qual a opção mais saudável? Tanto na forma in-natura, quanto em conserva, ambos são opções deliciosas de peixe para quem gosta de se alimentar bem e com praticidade. Mas qual é a melhor opção?

No que concerne aos produtos em conserva, vale ressaltar que, além do peixe, água, óleo de soja e sal também estão contidos no produto. No caso do atum, algumas marcas apresentam ainda extrato vegetal em pó de soja, cenoura e batata, e, por isso, podem conter alguns gramas de carboidratos.

1. Cuidado com o Coração:
O excesso de colesterol deixa os vasos sanguíneos congestionados. Para afastar este risco a melhor opção é o atum
Atum………………………16 mg de colesterol
Sardinha………………….31 mg de colesterol

2. Sem Pressão:
Um dos responsáveis pela hipertensão é o sódio que está muito mais presente na sardinha. Fique com o atum.
Atum…………………….. 130 mg de sódio
Sardinha………………….274 mg de sódio

3. Vida longa aos Ossos:
Diferentemente do concorrente, a sardinha fornece doses extras de cálcio. Esse mineral protege da osteoporose.
Sardinha…………………..330 mg de cálcio
Atum……………………….4,2 mg de cálcio

4. Proteção-cabeça:
O Ômega 3 é um nutriente importante para o cérebro. Neste item, é a sardinha que vence a disputa apertada.
Sardinha………………….1g de Ômega 3
Atum……………………… 0,6g de Ômega 3

5. Energia a Mais:
No quesito disposição, quem sai na frente é a sardinha. Ela tem uma pitada de carboidrato.
Sardinha…………………1g de carboidrato
Atum…………………….. 0g de carboidrato

6. Sangue Bom:
Há uma boa diferença na dose de ferro nos dois alimentos. Se a impressão é barrar a anemia, prefira a sardinha.
Sardinha…………………..2,1 mg de ferro
Atum………………………. 0,7 mg de ferro

7. Controle a Balança:
Não quer ver o ponteiro subir? Então opte pelo atum. Ele é ligeiramente menos calórica.
Sardinha………….. ……..2,1 mg de ferro
Atum………………………. 0,7 mg de ferro

As quantidades aqui comparadas correspondem a 60 gramas de atum e de sardinha em conversa em óleo (3 colheres de sopa de cada um).

Sinais e sintomas de deficiência de Vitamina D

Aproximadamente 80% das pessoas que vivem em um ambiente urbano são carentes em vitamina D. Além de fundamental para a saúde dos ossos, essa substância também age no coração, cérebro e no mecanismo de proliferação e inibição das células. É eficaz no fortalecimento do sistema de defesa do organismo, auxiliando no combate de doenças, como diabetes, hipertensão, esclerose múltipla e doença de Crohn, pois tem o poder de modular o sistema imunológico.

Fatores de risco comuns para a deficiência de vitamina D:

  • Ter a pele escura e não passar um tempo bom sob o sol.
  • Estar acima do peso ou obeso.
  • Viver longe do equador, onde há pouco sol durante o ano.
  • Sempre usar protetor solar quando sair (sim, protetor solar interfere na síntese de Vitamina D).
  • Passar a maior parte do tempo dentro de ambientes fechados.

Sinais e sintomas de deficiência de Vitamina D

-ficar doente ou contrair infecções com frequência;

- fadiga e cansaço;

- dor nos ossos e nas costas;

- depressão;

- dificuldades de cicatrização;

- perda óssea;

- perda de cabelo;

- dor muscular.

Como obter a Vitamina D

Para evitar a carência da substância é importante tomar de 15 a 20 minutos de sol ao dia. Braços e pernas devem estar expostos, pois a quantidade de vitamina D que será absorvida é proporcional à quantidade de pele exposta.

Todos os alimentos fontes de vitamina D são de origem animal porque as fontes vegetais não conseguem sintetizar a vitamina da maneira como os alimentos provenientes de animais. Até mesmo o salmão, alimento com as maiores quantidades da substância, apresenta somente 6,85% das necessidades diária de vitamina D em uma porção de 100 gramas. Sendo assim, tomar sol é fundamental para evitar a carência do nutriente.

Os suplementos de vitamina D podem ser utilizados em casos de constatação de carência da substância ou no tratamento de algumas doenças. A falta do nutriente é constatada após exame de sangue.

 

Vitamina D: nutriente essencial

Aproximadamente 80% das pessoas que vivem em um ambiente urbano são carentes em vitamina D, que apresenta diversas propriedades. Além de fundamental para a saúde dos ossos, essa substância também age no coração, cérebro e no mecanismo de proliferação e inibição das células. É eficaz no fortalecimento do sistema de defesa do organismo, auxiliando no combate de doenças como diabetes, hipertensão, esclerose múltipla e doença de Crohn, pois tem o poder de modular o sistema imunológico.

As vitaminas são classificadas de acordo com sua forma de absorção e armazenamento no corpo. As vitaminas A, D, E e K, por exemplo, são solúveis apenas em gordura. E o que isso quer dizer? 

Esse tipo de vitamina precisa de gordura para ser absorvida pelo fluxo sanguíneo do trato intestinal. Portanto, portadores de distúrbios de má-absorção de gordura podem desenvolver sintomas da deficiência, embora se alimentem de quantidades adequadas da vitamina. Em contrapartida, quantidades tóxicas podem se acumular no organismo caso a pessoa tome altas doses de suplementos.

Vitamina D: Existem duas formas dessa vitamina: D2, proveniente das plantas, e D3, que é sintetizada pelo corpo quando a pele é exposta a raios solares ultravioleta (UV). O corpo precisa receber vitamina D, para poder absorver cálcio. Essa vitamina também promove a absorção de fósforo e impede os rins de excretarem proteína na urina. Devido à sua relevância na absorção de minerais, a vitamina D possibilita o desenvolvimento de ossos e dentes fortes.

A deficiência dessa substância causa raquitismo nas crianças e osteomalacia (forma adulto de raquitismo) nos adultos. Outros sintomas são convulsão e espasmos musculares. Além disso, é necessária para a manutenção do tecido ósseo; tem influência considerável no sistema imunológico, sendo relevante para o tratamento de doenças autoimunes, como a artrite reumatoide e a esclerose múltipla, e no processo de diferenciação celular. A falta desse nutriente favorece 17 tipos de câncer.

A principal fonte de produção da vitamina D se dá por meio da exposição solar, já que os raios ultravioletas do tipo B (UVB) são capazes de ativar a síntese desta substância. Alimentos como peixes gordos são fontes de vitamina D, mas é o sol o responsável por 80 a 90% da vitamina que o corpo recebe. Ela também pode ser produzida em laboratório e ser administrada na forma de suplemento, quando há a deficiência e para a prevenção e tratamento de uma série de doenças.

Como obter a Vitamina D

Para evitar a carência da substância é importante tomar de 15 a 20 minutos de sol ao dia. Braços e pernas devem estar expostos, pois a quantidade de vitamina D que será absorvida é proporcional à quantidade de pele exposta.

Todos os alimentos fontes de vitamina D são de origem animal porque as fontes vegetais não conseguem sintetizar a vitamina da maneira como os alimentos provenientes de animais. Até mesmo o salmão, alimento com as maiores quantidades da substância, apresenta somente 6,85% das necessidades diária de vitamina D em uma porção de 100 gramas. Sendo assim, tomar sol é fundamental para evitar a carência do nutriente.

Os suplementos de vitamina D podem ser utilizados em casos de constatação de carência da substância ou no tratamento de algumas doenças. A falta do nutriente é constatada após exame de sangue.

Combatendo o Alzheimer

Muitos pesquisadores têm encontrado muitos vínculos entre alimentação e demência, e existem evidências de que alguns alimentos são grandes aliados no combate ao Alzheimer.

Peixes: especialmente os gordurosos como salmão, cavala, arenque e sardinhas, são ricos em ácidos graxos ômega-3. Devem ser consumidos no mínimo 3 vezes por semana.

Ovos: são boa fonte de colina, um componente da lecitina. Os ovos também são uma boa fonte de ferro, vitamina B12 e outras vitaminas B, excelentes fontes de proteína, além de serem fáceis de comer e digerir.

Germe de Trigo e Grãos Integrais: ricos em lecitina e colina, carboidratos, vitamina E, vitaminas B e vários minerais ajudam a evitar o Alzheimer. Os pães integrais são uma fonte popular, fáceis de encontrar e podem ser incluídos na alimentação de qualquer pessoa.

Além de integrais, os pães Pinheirense são artesanais e não contêm conservantes.

Produtos de Soja: são ricos em colina e fornecem proteína, carboidratos, cálcio e fibras. Eles são uma boa fonte de ácido fólico e são conhecidos por reduzir os níveis de homocisteína no sangue.

Óleos de peixe: uma cura para a depressão?

Será que umas das formas de ajudar a aliviar a depressão seria consumir mais peixes ricos em gordura? Já há algum tempo, pesquisadores comprovam que a incidência desta doença é mais baixa nos países onde é grande o consumo de peixes.

Inclusive, especialistas comprovam que algumas pessoas que sofrem de depressão apresentam níveis notadamente baixos dos ácidos graxos ômega-3, que são geralmente encontrados em altas concentrações no cérebro.

Esses ácidos graxos são abundantes em peixes ricos em gordura, sobretudo em peixes de água fria, como salmão, truta e cavalinha. O baixo consumo de peixes e baixos níveis de uma forma potente do ácido graxo ômega-3, chamada DHA, são dois fatores relacionados à alta incidência de depressão pós-parto.

Para quem não gosta de peixe, suplementos de óleo deste alimento são vendidos em lojas de produtos naturais. Vale a pena consultar seu médico ;-)