Primavera 2017: o poder das flores

Durante milhões de anos, as plantas reagiram e se adaptaram a incontáveis habitats, resultando na impressionante diversidade atual de espécies. As plantas exibem uma variedade surpreendente de poderes, da capacidade de absorver energia da luz solar a uma aptidão para explorar outras formas de vida.

As flores têm um objetivo: a reprodução. Elas são os órgãos sexuais das plantas, produzindo pólen (que contém células sexuais masculinas) e óvulos (células sexuais femininas). As sementes são a “prole”.

Embora a reprodução vegetativa seja bem-sucedida para muitas plantas, ela tem uma grande desvantagem: todas as plantas têm a mesma constituição genética. A reprodução sexuada permite que uma planta troque genes com outra da mesma espécie, levando à variação genética.

Por estarem enraizadas no solo, juntar as células sexuais femininas e masculinas é um problema, e AS FLORES SÃO A SOLUÇÃO. Durante milhões de anos, uma enorme diversidade de formas e cores de flores se desenvolveu com o objetivo de se aproveitarem de polinizadores específicos, como vento, insetos, pássaros, pequenos mamíferos ou lagartos.

Primavera 2016: o poder das flores

Durante milhões de anos, as plantas reagiram e se adaptaram a incontáveis habitats, resultando na impressionante diversidade atual de espécies. As plantas exibem uma variedade surpreendente de poderes, da capacidade de absorver energia da luz solar a uma aptidão para explorar outras formas de vida.

As flores têm um objetivo: a reprodução. Elas são os órgãos sexuais das plantas, produzindo pólen (que contém células sexuais masculinas) e óvulos (células sexuais femininas). As sementes são a “prole”.

Embora a reprodução vegetativa seja bem-sucedida para muitas plantas, ela tem uma grande desvantagem: todas as plantas têm a mesma constituição genética. A reprodução sexuada permite que uma planta troque genes com outra da mesma espécie, levando à variação genética.

Por estarem enraizadas no solo, juntar as células sexuais femininas e masculinas é um problema, e AS FLORES SÃO A SOLUÇÃO. Durante milhões de anos, uma enorme diversidade de formas e cores de flores se desenvolveu com o objetivo de se aproveitarem de polinizadores específicos, como vento, insetos, pássaros, pequenos mamíferos ou lagartos.

Os polinizadores são como mensageiros, transferindo o pólen de uma flor para as partes femininas de outras. Em um jardim repleto de flores, a oferta é grande para os insetos, e cada planta precisa que suas flores sejam notadas- daí a enorme variedade de cores, formas e fragrâncias.

Conheça a arte do bonsai

Há séculos, os japoneses levaram à perfeição a arte do bonsai. A ideia dos bonsai lhes foi inspirada pelas árvores expostas ao vento e subalimentadas, que sobreviviam, talvez um século, nas falésias e montanhas da China e do Japão.

A finalidade dos japoneses sempre foi obter árvores miniaturizadas que reproduzissem perfeitamente as árvores majestosas de seu meio ambiente. Por incrível que pareça, com frequência eram bem sucedidos podando a árvore e suas raízes à medida que cresciam.

Os verdadeiros bonsai utilizam árvores que devem viver ao ar livre durante a maior parte do ano e que só toleram curtas permanências em apartamento. No Ocidente, há uma tendência a estender a arte do bonsai a plantas tropicais suscetíveis de serem cultivadas dentro de casa.

Existem diferentes métodos de cultivo dos bonsai. Com sorte, você poderá descobrir uma verdadeira árvore em miniatura no alto de uma montanha – aliás os japoneses consideram os espécimes anões naturais os mais belos. Mas também é possível plantar uma estaca de uma árvore adulta de tamanho normal ou comprar uma arvorezinha numa floricultura.

Em ambos os casos, você só irá fazer a tutoragem bonsai quando a árvore tiver desenvolvido um caule forte. O meio mais seguro- e mais custoso- é comprar uma árvore já formada e podada. Se a cultivar a partir de sementes, ficará a seu cargo “moldá-la”. A tutoragem fundamental ocorre nos quatro primeiros anos.

Os estilos clássicos de bonsai são os seguintes:

Chokan: Estilo ereto formal. Árvore com tronco reto, que vai diminuindo de espessura gradualmente, da base ao ápice. Os ramos devem ser simétricos e bem balanceados.

Moyogi: Estilo ereto informal. Tronco sinuoso, inclinando-se em mais de uma direção à medida que progride para o ápice, embora mantendo uma posição geral mais ou menos ereta. A árvore deve dar a impressão de um movimento gracioso.

Shakan: Estilo inclinado. Tronco reto ou ligeiramente sinuoso, inclinando-se predominantemente em uma direção.

Kengai: Estilo cascata. A árvore se dirige para fora da lateral do vaso e então se movimenta para baixo, na direção da base do vaso, ultrapassando a borda do mesmo. Os vasos nesse estilo são estreitos e profundos.

Han-kengai: Estilo semi-cascata. Semelhante ao anterior, com a árvore caindo a um nível abaixo da borda do vaso, mas não chega a altura da base do vaso.Fukinagashi: Varrido pelo vento. Árvore com ramo e tronco inclinados como que moldados pela força do vento.

Primavera 2015: o poder das flores

Durante milhões de anos, as plantas reagiram e se adaptaram a incontáveis habitats, resultando na impressionante diversidade atual de espécies. As plantas exibem uma variedade surpreendente de poderes, da capacidade de absorver energia da luz solar a uma aptidão para explorar outras formas de vida.

As flores têm um objetivo: a reprodução. Elas são os órgãos sexuais das plantas, produzindo pólen (que contém células sexuais masculinas) e óvulos (células sexuais femininas). As sementes são a “prole”.

Embora a reprodução vegetativa seja bem-sucedida para muitas plantas, ela tem uma grande desvantagem: todas as plantas têm a mesma constituição genética. A reprodução sexuada permite que uma planta troque genes com outra da mesma espécie, levando à variação genética.

Por estarem enraizadas no solo, juntar as células sexuais femininas e masculinas é um problema, e AS FLORES SÃO A SOLUÇÃO. Durante milhões de anos, uma enorme diversidade de formas e cores de flores se desenvolveu com o objetivo de se aproveitarem de polinizadores específicos, como vento, insetos, pássaros, pequenos mamíferos ou lagartos.

Os polinizadores são como mensageiros, transferindo o pólen de uma flor para as partes femininas de outras. Em um jardim repleto de flores, a oferta é grande para os insetos, e cada planta precisa que suas flores sejam notadas- daí a enorme variedade de cores, formas e fragrâncias.

Aulas de jardinagem para as crianças

Ensinar jardinagem aos filhos pode ser uma aula sobre as alegrias da economia e do raciocínio criativo. A criança que decide usar uma antiga vara de pescar como estaca para os tomates, um sapato velho como jardineira para ervas culinárias e uma esferográfica para deixar reto um caule de flor dobrado, certamente vai aprender a amar o desafio de resolver problemas empregando a imaginação – um florescente integrante da fraternidade do “faça você mesmo”.

Para começar, equipe seu filho com uma pequena pá e um balde, e deixe-o colocar a mão na terra. Ajude-o a plantar uma mistura de sementes de flores, verduras e legumes que produzirão plantas compactas, fáceis de cuidar, e deixe-o aprender por tentativa e erro. Seja o modelo, utilizando o maior número possível de objetos domésticos comuns, e logo ele seguirá seu exemplo.

No fim da estação de crescimento, mantenha as plantas no lugar, para que a criança possa observar o que acontece no jardim dela no outono e no inverno. Ao longo dos anos, esse canteiro pode aumentar  ela trabalhará sozinha – com sorte, como aprendiz na arte da autossuficiência :-)

Aula de jardinagem para crianças

Ensinar jardinagem aos filhos pode ser uma aula sobre as alegrias da economia e do raciocínio criativo. A criança que decide usar uma antiga vara de pescar como estaca para os tomates, um sapato velho como jardineira para ervas culinárias e uma esferográfica para deixar reto um caule de flor dobrado, certamente, vai aprender a amar o desafio de resolver problemas empregando a imaginação – um florescente integrante da fraternidade do “faça você mesmo”.

Para começar, equipe seu filho com uma pequena pá e um balde, e deixe-o colocar a mão na terra. Ajude-o a plantar uma mistura de sementes de flores, verduras e legumes que produzirão plantas compactas, fáceis de cuidar, e deixe-o aprender por tentativa e erro. Seja o modelo, utilizando o maior número possível de objetos domésticos comuns, e logo ele seguirá seu exemplo.

No fim da estação de crescimento, mantenha as plantas no lugar, para que a criança possa observar o que acontece no jardim dela no outono e no inverno. Ao longo dos anos, esse canteiro pode aumentar; ela trabalhará sozinha – com sorte, como aprendiz na arte da autossuficiência :-)

Árvore centenária é preservada em interior de mansão

Projetada pela Paz Arquitectura, a “Casa Corallo” foi construída em uma encosta de mata nativa em Santa Rosalía, na cidade da Guatemala, e é uma representante da arquitetura brutalista.

Mas o que realmente chama a atenção na bela mansão, é que, em seu interior, encontra-se uma árvore centenária. A casa foi toda projetada ao redor e em função dela, ou seja, integra a natureza ao projeto, respeitando o bosque ao redor. A árvore corta a residência em todos os andares.

Confira as fotos:

Ecoturismo: opção de lazer e alternativa de desenvolvimento sustentável

 

“Eu também quero a volta à natureza. Mas essa volta não significa ir para trás, e sim para a frente”. Este pensamento, do filósofo Friedrich Nietzche, poderia traduzir as propostas do ecoturismo, um segmento da atividade turística que preza pela integração e interação do homem com a natureza, de maneira harmoniosa e sustentável.

Para tanto, a educação ambiental é crucial para que os adeptos desta atividade causem o menor impacto possível ao meio ambiente e consigam, de forma responsável e consciente, interagir com os patrimônios naturais e culturais.

O ecoturismo preza pela prática sustentável, uma vez que este segmento demanda a conservação da biodiversidade e utiliza os recursos naturais, culturais e sociais de forma planejada e racional.

A correria, o estresse e o consumismo desenfreado são alguns exemplos que servem para ilustrar o modo de vida atual. O ecoturismo surge como uma alternativa, uma fuga dessa realidade que tem sido questionada por aqueles que se veem encurralados, sufocados, tamanho o vazio do cotidiano e a superficialidade das relações mantidas no dia-a-dia.

Através do ecoturismo, são transmitidas curiosidades e informações relacionadas à natureza, cultura e história local, proporcionando uma integração educativa e envolvente com a região visitada.

A expressão ecoturismo é nova, surgiu na década de oitenta, e, desde então, tem chamado a atenção dos aspirantes a um estilo de vida mais saudável e dos interessados em manter uma atividade física junto à natureza. Além disso, empresários e profissionais do ramo de turismo perceberam as potencialidades desta atividade que vem crescendo rapidamente em todo mundo.

Segundo a Organização Mundial do Turismo, enquanto o segmento cresce 7,5% ao ano, o ecoturismo cresce mais de 20% e, aos poucos, órgãos e instituições ligados ao setor foram criados.

O potencial de mercado do ecoturismo no Brasil é enorme e promissor, visto que o país é privilegiado pela riqueza de ecossistemas e de biodiversidade. Já foram identificados por aqui 96 polos de ecoturismo, distribuídos entre as cinco regiões brasileiras.

Tamanha generosidade natural proporciona múltiplas opções: caminhadas, cavalgadas, mergulhos, passeios de barco ou uma simples observação da natureza.

Quatro condições básicas são necessárias para que uma atividade se classifique como ecoturismo: respeito às comunidades locais; envolvimento econômico efetivo das comunidades locais; respeito às condições naturais e conservação do meio ambiente e interação educacional – garantia de que o turista incorpore para a sua vida o que aprendeu durante a visita, gerando consciência para a preservação da natureza e dos patrimônios histórico, cultural e étnico.