Natal 2017: rabanada light com pão integral

A rabanada, um dos pratos mais apreciados do Natal, é uma receita originalmente preparada com pão amanhecido, leite condensado, leite, baunilha, ovos, açúcar e canela. Por ser muito calórica, foram feitas algumas adaptações que, ao contrário do que muita gente pensa, não tiraram o sabor desse quitute tão apreciado.

A versão que divulgamos aqui é mais saudável e menos calórica, preparada com pão integral, leite desnatado e adoçante.

Ingredientes:

- 4 fatias de pão integral Pinheirense

- 1 ovo

- 1/2 xícara de chá de leite condensado

- 1 colher de sopa de canela em pó

- 1 colher de chá de adoçante em pó

Preparo:

Bata bem o ovo até ficar espumoso. Corte as fatias de pão bem grossas e molhe no leite, depois passe no ovo batido. Leve para grelhar em uma frigideira antiaderente. Em seguida, passe em um prato com a canela e o adoçante.

Rabanada light de Pão Integral e Suco de Uva

Além de deliciosa, esta receita é uma ótima pedida para todos aqueles que não abrem mão das delícias de Natal, mas que precisam ficar de olho nas calorias e nos excessos já conhecidos das festas de fim de ano.

Ingredientes
-1 xícara de leite desnatado;
-1 xícara de suco de uva;
-1 colher de sopa de adoçante culinário;
-1 ovo;
-1 clara;
-4 fatias de pão integral Pinheirense amanhecido, cortado ao meio;
-1 colher de sopa de leite em pó desnatado;
-1 colher de chá de adoçante em pó;
-1 colher de chá de canela em pó;

Modo de preparo

Em um prato fundo, misture o leite, o suco de uva e o adoçante. Em outro prato, coloque o ovo e a clara e bata com um garfo. Passe as fatias de pão Pinheirense no leite e depois no ovo. Coloque numa frigideira antiaderente aquecida e deixe dourar dos dois lados.
Num outro prato, misture o adoçante em pó, o leite desnatado em pó e a canela e polvilhe as fatias de pão já douradas.

Papai Noel: a verdade sobre o mito

Papai Noel, um dos personagens mais conhecidos em todo o mundo, foi inspirado, no século IV, em São Nicolau Taumaturgo, arcebispo de Mira.

Foi na Alemanha, que Nicolau se transformou em símbolo natalino, após já ter sido declarado santo, devido a milagres ocorridos e associados a ele, que tinha o hábito de, anonimamente, ajudar pessoas com dificuldades financeiras. Costumava colocar, nas chaminés das casas, um saco com moedas de ouro.

Porém, foi Clemente Clark Moore, professor de literatura grega de Nova York, quem impulsionou a lenda do Papai Noel, que viria a influenciar diferentes culturas.

Clemente escreveu o poema “Uma visita de São Nicolau”, em 1822, no qual divulgava a versão de que Papai Noel viajava em um trenó puxado por renas. Além disso, ele ajudou a difundir a história de que o personagem entrava nas casas pela chaminé.

Inclusive, a verdadeira explicação para a chaminé veio da Finlândia. Clemente descobriu que os antigos lapões moravam em pequenas tendas, semelhantes a iglus, que eram cobertas com pele de rena. A entrada para essa “casa” era um buraco no telhado.

Antigamente, Papai Noel usava roupas que tendiam mais para o tom marrom, além de uma coroa de azevinhos na cabeça. Contudo, não havia um padrão estabelecido.

A adoção da roupa vermelha e branca pelo bom velhinho foi obra do cartunista Thomas Nast, que publicou a imagem do Papai Noel tal como a conhecemos hoje, em 1886, na revista Harper`s Weeklys.

O Mito

Muito tem se falado, inclusive em cursos de publicidade e propaganda, que a Coca-Cola seria a responsável pelo visual vermelho e branco do Papai Noel. Todavia, já é comprovado historicamente, que o cartunista norte-americano Thomas Nast foi o autor da ideia da adoção, pelo personagem, da roupagem tradicional.

Ilustração de Thomas Nast

A confusão aconteceu porque, até então, Papai Noel era geralmente representado com roupas de inverno na cor verde. Em 1931, a Coca-Cola realizou uma grande campanha de Natal, em que o personagem aparecia da maneira como Nast havia criado, em 1886, para que combinasse com as cores do rótulo da marca.

Tal campanha fez grande sucesso e a nova imagem de Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo, devido à onipresença da corporação da Coca-Cola, responsável por ajudar a difundir o mito tal qual ele é, mas, de forma alguma, por criar a figura tão conhecida de Papai-Noel.