Inteligência emocional: foco e concentração

Em meio a um turbilhão de estímulos, num mundo mediado pela Internet e novas tecnologias, nunca se falou tanto em inteligência emocional. Hoje, mais do que nunca, não basta ter “QI”, um bom currículo e raciocínio rápido, mas, sobretudo, equilíbrio, disciplina e foco.

Contudo, alcançar inteligência emocional não é tarefa fácil, visto que demanda tempo, paciência e muita determinação. É preciso uma autorreflexão constante, indispensável para quem busca, de fato, conhecer a si mesmo.

Muitos livros e vídeos, por exemplo, propõem-se a ensinar truques e técnicas que ajudariam os indivíduos a ser mais focados. O best-seller “Inteligência Emocional”, de Daniel Goleman, é um deles, e vale muito a pena ser lido.

Segundo o autor, o foco em si mesmo é o mais relevante, visto que o autoconhecimento é o caminho para conseguir o controle emocional. Aquele que não conhece os próprios sentimentos e emoções dificilmente conseguirá compreender outrem. Segundo pesquisas, crianças que demonstram autocontrole na infância têm mais chances de se tornarem adultos bem resolvidos e felizes. 

Goleman fornece algumas dicas importantes:

- Preste atenção em suas emoções: aprenda a definir os próprios sentimentos;

-Pense a respeito: além de sentir, é preciso pensar, refletir sobre as emoções e sentimentos, e questioná-las;

- Foco na respiração: inspire e expire, para conseguir refletir com tranquilidade. Exercícios de respiração abdominal ajudam a esvaziar a mente, auxiliando na concentração.

Técnicas de meditação, como a shamata (http://meditacaoshamata.blogspot.com.br/), ajudam a pessoa a alcançar o autoconhecimento e, respectivamente, o autocontrole e o foco. Experimente!