Insuficiência renal: causas e prevenção

A insuficiência renal pode ser uma reação temporária a um choque agudo ou ferimento, ou, ainda, um problema crônico, que requer tratamento imediato. Já a insuficiência renal aguda pode ter como causas infecções graves, queimaduras, diarreia ou vômito, envenenamento (incluindo efeitos colaterais de remédios ou suas interações), cirurgias ou danos e ferimentos nos rins.

A partir do momento em que o problema é resolvido, o funcionamento dos rins quase sempre se normaliza. A insuficiência renal crônica é uma consequência da hipertensão não tratada, diabetes mal controlado, ou da má-formação congênita. A insuficiência renal grave crônica ou em um estágio terminal requer diálise regular – tratamento no qual uma máquina retira as impurezas do sangue – ou sempre que possível um transplante de rim.

A relevância da alimentação na monitoração da insuficiência renal

As recomendações gerais envolvem a restrição de fósforo, potássio, proteínas e sal. A ingestão de líquidos precisa ser monitorada. Com pouco líquido, os eletrólitos acabam ficando desequilibrados; com líquido em excesso, a retenção provoca edema e problemas eletrolíticos, e contribui para a hipertensão, e até para a insuficiência cardíaca congestiva. As proteínas devem ser ajustadas conforme mudam a função renal, diálise ou níveis de estresse.

Estudos demonstram que se as proteínas são limitadas a aproximadamente 1 g por quilo de peso corporal por dia, o paciente em diálise receberá os aminoácidos essenciais, mas terá menor risco de danos futuros.

Entenda a Insuficiência Renal

A insuficiência renal pode ser uma reação temporária a um choque agudo ou ferimento, e, ainda, um problema crônico que requeira tratamento imediato. Já a insuficiência renal aguda pode ter como causas infecções graves, queimaduras, diarréia ou vômito, envenenamento (incluindo efeitos colaterais de remédios ou suas interações), cirurgias ou danos e ferimentos nos rins.

A partir do momento em que o problema é resolvido, o funcionamento dos rins quase sempre se normaliza. A insuficiência renal crônica é uma consequência da hipertensão não tratada, diabetes mal controlado, ou da má-formação congênita. A insuficiência renal grave crônica ou em um estágio terminal requer diálise regular – tratamento no qual uma máquina retira as impurezas do sangue – ou sempre que possível um transplante de rim.

A relevância da alimentação na monitoração da insuficiência renal

As recomendações gerais envolvem a restrição de fósforo, potássio, proteínas e sal. A ingestão de líquidos precisa ser monitorada. Com pouco líquido, os eletrólitos acabam ficando desequilibrados; com líquido em excesso, a retenção provoca edema e problemas eletrolíticos, e contribui para a hipertensão, e até para a insuficiência cardíaca congestiva. As proteínas devem ser ajustadas conforme mudam a função renal, diálise ou níveis de estresse.

Estudos demonstram que se as proteínas são limitadas a aproximadamente 1 g por quilo de peso corporal por dia, o paciente em diálise receberá os aminoácidos essenciais, mas terá menor risco de danos futuros aos rins.

As proteínas de peixes, clara de ovo, legumes e verduras são preferíveis às da carne, porque apresentam menos gordura saturada.

A insuficiência renal requer cuidados médicos especializados. Nenhuma alteração na alimentação pode ser feita sem aprovação médica. Consulte regularmente um nutricionista que irá monitorar a alimentação e realizar os ajustes adequados nas quantidades de nutrientes, incluindo suplementos de vitaminas e de minerais.

Insuficiência Renal

A insuficiência renal pode ser uma reação temporária a um choque agudo ou ferimento, e, ainda, um problema crônico que requeira tratamento imediato. Já a insuficiência renal aguda pode ter como causas infecções graves, queimaduras, diarréia ou vômito, envenenamento (incluindo efeitos colaterais de remédios ou suas interações), cirurgias ou danos e ferimentos nos rins.

A partir do momento em que o problema é resolvido, o funcionamento dos rins quase sempre se normaliza. A insuficiência renal crônica é uma consequência da hipertensão não tratada, diabetes mal controlado, ou da má-formação congênita. A insuficiência renal grave crônica ou em um estágio terminal requer diálise regular – tratamento no qual uma máquina retira as impurezas do sangue – ou sempre que possível um transplante de rim.

A relevância da alimentação na monitoração da insuficiência renal

As recomendações gerais envolvem a restrição de fósforo, potássio, proteínas e sal. A ingestão de líquidos precisa ser monitorada. Com pouco líquido, os eletrólitos acabam ficando desequilibrados; com líquido em excesso, a retenção provoca edema e problemas eletrolíticos, e contribui para a hipertensão, e até para a insuficiência cardíaca congestiva. As proteínas devem ser ajustadas conforme mudam a função renal, diálise ou níveis de estresse.

Estudos demonstram que se as proteínas são limitadas a aproximadamente 1 g por quilo de peso corporal por dia, o paciente em diálise receberá os aminoácidos essenciais, mas terá menor risco de danos futuros aos rins.

As proteínas de peixes, clara de ovo, legumes e verduras são preferíveis às da carne, porque apresentam menos gordura saturada.

A insuficiência renal requer cuidados médicos especializados. Nenhuma alteração na alimentação pode ser feita sem aprovação médica. Consulte regularmente um nutricionista que irá monitorar a alimentação e realizar os ajustes adequados nas quantidades de nutrientes, incluindo suplementos de vitaminas e de minerais.