Dia Mundial da Alfabetização

O Dia Mundial da Alfabetização, data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no ano de 1967, é comemorado em 08 de setembro. O principal objetivo é fomentar, em vários países, a alfabetização que não é apenas o processo de aprendizagem de ler e escrever, mas, também, um dos elementos responsáveis pelo desenvolvimento de uma nação.

Um país cuja população é alfabetizada e letrada apresenta melhores índices de desenvolvimento humano. alfabetização influi de maneira decisiva na vida das pessoas: uma sociedade alfabetizada e letrada certamente é uma sociedade melhor e mais bem organizada. Saber ler, escrever e interpretar as mais diferentes linguagens é fator essencial para o empoderamento e autoestima de homens, mulheres e crianças, energia que pode alterar os rumos de uma nação.

Esse é apenas mais um dos inúmeros motivos para que o conhecimento seja, de fato, democratizado e chegue para o maior número de pessoas, não importando questões geográficas ou sociais. Contudo, atualmente, conforme pesquisa realizada pela ONU, 781 milhões de adultos em todo o mundo não sabem ler, escrever ou contar, e cerca de 250 milhões de crianças são consideradas analfabetas funcionais, isto é, passaram pela escola, mas não conseguem compreender aquilo que leem. Esses números alarmantes apenas comprovam que o desafio de alfabetizar e disseminar o conhecimento deve ser visto como prioridade.

Fonte: Brasil Escola

Netiqueta: educação sem fronteiras

Com certeza, você já ouviu falar em regras de etiqueta – conjunto de normas convencionadas pela sociedade para ajudar o relacionamento entre os indivíduos. A Internet, que hoje já possui bilhões de usuários em todo o mundo, apresenta inúmeras vantagens e permeia diferentes níveis de comunicação. Nesse contexto surge a “netiqueta”.

A partir do momento em que o ciberespaço começou a ser compartilhado, o internauta sentiu a necessidade de adequar ao ambiente virtual as famosas regras de etiqueta estabelecidas pela sociedade ao longo dos anos.

De acordo com Julio Stutz, professor universitário, “a netiqueta vem sendo elaborada – uma vez que ela não é um conjunto fechado de sugestões – pelos internautas, para que suas interações sejam mais civilizadas ou educadas”.

Quando a relação homem-máquina-internet se torna mais habitual e complexa, torna-se oportuno criar e propagar normas de condutas, para intermediar as relações estabelecidas através de um novo meio de comunicação e informação, que se encontra em permanente transformação.

Basicamente, as regras de etiqueta para a Internet são similares às normas de educação “de praxe”, estabelecidas pela cultura ocidental.

“Ninguém gosta de pessoas falando de boca cheia, ou que interrompem as conversas dos outros. Então, muitas das regras da netiqueta são adaptações ou interpretações da etiqueta que usamos no dia a dia. Na etiqueta temos regras de como devemos interagir durante uma conversa ou em um evento social, e na Netiqueta temos regras para saber usar o e-mail de forma elegante…”, explica Julio.

O professor lembra que a Internet possui diferentes formatos de interação e que cada um deles segue regras de etiqueta distintas. Além disso, alguns, por serem muito recentes, ainda não apresentam normas específicas ou um consenso por parte de seus usuários.

Separamos algumas dicas úteis e indispensáveis para o ciberespaço:

•Trate os outros como gostaria de ser tratado;

•Lembre-se de que há uma pessoa do outro lado da sua mensagem;

•Saiba onde está e use o bom comportamento apropriado;

•Desculpe os erros de outras pessoas, especialmente os novatos;

•Mantenha sempre a calma, especialmente se alguém o insultar (ou se você achar que foi esse o caso);

•Evite usar TEXTO EM MAIÚSCULAS para ênfase – alguns usuários encaram isso como uma maneira de “gritar”;

•Não use linguagem inadequada ou ofensiva;

•Nunca envie ou encaminhe mensagens indesejadas (normalmente chamadas de spam);

•Evite discussões constantes e inflamadas ou “flame wars”;

•Verifique sua ortografia, seja conciso e envie mensagens curtas;

•Siga as mesmas regras de bom comportamento que seguiria fora da Internet;

•Use emoticons para ajudar a comunicar humor e sarcasmo e aprenda os acrônimos comuns online.

25 de julho: Dia Nacional do Escritor

No dia 25 de julho comemora-se o Dia Nacional do Escritor, data instituída em 1960 pelo então presidente da União Brasileira de Escritores, João Peregrino Júnior, e pelo seu vice-presidente, o célebre escritor Jorge Amado.

O Dia do Escritor surgiu após a realização do I Festival do Escritor Brasileiro. O grande sucesso do evento foi primordial para que, por intermédio de um decreto governamental, a data fosse instituída com a finalidade de celebrar a relevância do profissional das letras, que, infelizmente, nem sempre tem sua importância reconhecida.

O costume de ler se impregna nos hábitos de quem se apaixona pelos livros. Longe deles, não há página na internet que sacie a vontade de folhear e carregar a edição companheira. A leitura é o lazer individualizado, a possibilidade de deixar fluir a própria imaginação sem restrições e sem velocidade, ao fim da estória toma-se uma lição com interpretação única, sem hiperlinks.

Os benefícios começam a aparecer no dia a dia. A leitura alivia o estresse, aumenta o vocabulário, melhora a escrita, auxilia a memória e previne doenças que atacam o cérebro como, por exemplo, o mal de Alzheimer. Várias áreas do cérebro são ativadas no momento da leitura, esse é um exercício de manutenção que nos permite uma mente sadia e com maior poder de concentração para outras atividades.

Depois de saber um pouco mais sobre os benefícios da leitura, que tal escolher um livro ou até mesmo recomeçar a ler aquele que ficou esquecido na mesa de cabeceira. Procure um assunto que lhe interesse, esteja em um lugar confortável onde ninguém possa atrapalhar, tire esse tempo para você. Curta as páginas de um bom livro e veja como ele pode mudar seu olhar sobre as coisas. Isso é conhecimento, é sabedoria!

Educação sexual: orientação e diálogo

Quando a orientação e diálogo constantes fazem toda a diferença na vida e saúde sexual dos indivíduos

Em um mundo marcado pela banalização sexual, alta erotização e exploração da imagem da mulher em diferentes esferas da sociedade, é preocupante a constatação da carência de ações voltadas à educação sexual de crianças e jovens, assim como do despreparo de muitos pais e professores perante o tema.

Mas por que o sexo ainda é encarado por tanta gente, de diferentes culturas, como um tabu, apesar de tanta exposição? De que maneira uma questão tão importante e inerente ao ser humano pode, ainda, ser alvo de tanto preconceito e distorções?

O retrocesso observado hoje nas diversas manifestações do comportamento sexual e na forma como o assunto é tratado tem como consequência o atual cenário de desrespeito, intolerância, incompreensão e irresponsabilidade – gravidez precoce, aborto indiscriminado, alto índice de DSTs entre jovens e adultos, machismo, disseminação da AIDS, homofobia, promiscuidade, transtornos sexuais, exploração sexual, pedofilia, prostituição, etc.

E em meio a tantos problemas, os pais ficam sem saber ao certo o que fazer, qual postura adotar diante de situações peculiares, e como imperar sobre a mídia, que, constantemente, massacra a todos com imagens e apelos sexuais dos mais diversos – explicitamente e, também, de maneira implícita e, nem por isso, menos manipuladora.

A psicóloga, terapeuta de família e sexóloga Maria de Fátima Leite Ferreira chama a atenção para a crescente ausência de valores, como a ética e a moral, na sociedade como um todo, o que seria a principal razão para os problemas enfrentados hoje no que concerne à educação sexual. “Observo que muita gente discursa sobre as novas configurações familiares como se nestas o caráter, os valores não estivessem mais inclusos. Todos podem e devem acompanhar as mudanças, manter-se atualizado sem descartar princípios básicos e fundamentais como o caráter, os valores éticos e morais, que devem prevalecer sempre.”

Maria de Fátima leite Ferreira

Educar é um processo que tem início com o nascimento, logo, a educação sexual precisa estar em comunhão com a educação fornecida pelos pais ou responsáveis, da mesma maneira que deve ser integrada nas escolas desde o princípio.

“A educação sexual tem início no nascimento da pessoa e é uma coisa que a acompanha até a morte. Desde que você nasce, a forma como sua mãe, seu pai, as pessoas mais próximas lidam com você, com o seu corpo, as demonstrações de carinho, o afeto, vão o ensinando a entrar em contato com essa liberdade. Durante toda a sua vida, você está constantemente se educando acerca da sua sexualidade”, explica Maria de Fátima.

Sendo assim, a forma como os pais lidam com a própria sexualidade e aprenderam a lidar com ela, vai fazer toda a diferença na maneira como eles vão transferi-la aos filhos. “A atitude dos pais ou responsáveis perante ações e curiosidades das crianças sobre o sexo é que farão toda a diferença. Geralmente, por volta dos 4, 5 anos de idade, elas começam a conhecer o próprio corpo, a se tocar, a mostrar curiosidade sobre o assunto, e caso sejam reprimidas de forma severa, podem ficar traumatizadas por muito tempo e encarar o sexo como algo perverso, como pecado, e ter sérios problemas na vida adulta em suas relações mais íntimas. Se o pai e a mãe encaram com naturalidade, a criança também vai achar natural e, assim, essa questão não irá aguçar tanto a sua curiosidade e ela vai vivenciar essa fase naturalmente”, esclarece a profissional.

SEXUALIDADE

Ao contrário do que muitos acreditam, o conceito de sexualidade não se refere apenas ao ato sexual e ao sistema reprodutor, trata-se de algo muito mais abrangente. A Organização Mundial da Saúde definiu-a como “uma energia que nos motiva a procurar o amor, contato, ternura, intimidade, que se integra no modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados; é ser sensual e ao mesmo tempo sexual, ela influencia pensamentos, sentimentos, ações e interações com os outros e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental.”

Em suma, a sexualidade engloba: a identidade sexual(masculino/feminino); os afetos e a autoestima, isto é, os sentimentos em relação a si mesmo e aos outros e também em relação a todas as mudanças do próprio corpo, etc; todas as alterações físicas e psicológicas ao longo da vida; conhecimento da anatomofisiologia do sexo feminino e masculino; higiene na puberdade; gravidez, parto, maternidade e paternidade; os métodos contraceptivos; as doenças sexualmente transmissíveis.

SEXO X RELIGIÃO

Ao se esboçar qualquer opinião sobre religião, não tem jeito, a polêmica está garantida. Contudo, cabem algumas reflexões sobre a temática em questão e sua influência na educação sexual de muitos indivíduos.

Por muito tempo, a Igreja tratou o sexo como pecado e, ainda hoje, não apenas o catolicismo, mas também outras religiões tratam o assunto com muitas reservas e esboçam conceitos que contradizem com a realidade. Ao afirmar, por exemplo, que não se deve fazer uso de preservativos, ou de qualquer outro contraceptivo, indiscutivelmente, está se colocando em risco a saúde de milhares de fieis. Além disso, os jovens fazem uso de suas referências – familiar, escolar, religiosa etc – ao tomar atitudes e adotar comportamentos.  Sendo assim, ele vai se deparar com a contradição: de um lado, a divulgação de que o uso do preservativo é a maneira mais eficaz de não se contrair DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) e AIDS, e de se evitar a gravidez indesejada; de outro lado, a afirmação de que “… não se pode resolver (o problema da AIDS) com a distribuição de preservativos… pelo contrário, a sua utilização agrava o problema”, como já declarou, por exemplo, o Papa Bento XVI, em março de 2009.

“Qualquer coisa que limite o ser humano, que tente colocá-lo dentro de uma fôrma, não é saudável. Tudo que vira uma rigidez, uma imposição, é ruim. A orientação e a prevenção são as melhores formas de se evitar a gravidez na adolescência, assim como as DSTs e a AIDS. Acredito que as crenças religiosas não devem ser confundidas com outras questões”, opina Maria de Fátima.

ESTEREÓTIPOS

Hoje, o que se vê é a massificação de estereótipos de beleza e de comportamento, que, nas entrelinhas, tem propagado o preconceito perante aqueles que, de uma forma ou de outra, não se encaixam nos atuais padrões estéticos e comportamentais, estampados em capas de revistas, outdoors publicitários, idealizados em músicas, filmes, na cultura como um todo.

“A própria mídia contribui maciçamente para o ideal de beleza, por exemplo, ao vender imagens de pessoas belas, sem nenhum defeito aparente; a saúde física tem sido muito associada à estética, a um corpo magro, sarado, quando, na verdade, a beleza é um todo, um conjunto de fatores e a graça toda está justamente na diferença, nas particularidades de cada um”, diz a psicóloga e sexóloga.

A sociedade tem se apegado demasiadamente à aparência, aos bens materiais, em detrimento dos valores mais nobres do homem como o caráter, o intelecto, a moral. É aí que a família, principalmente, deve atuar em prol da manutenção dos valores, através de muito diálogo, orientação e acompanhamento permanente na educação de seus filhos.

Quando o diálogo fica difícil e os pais sentem dificuldade em lidar com o assunto, a melhor saída é procurar ajuda profissional. Ser moderno e atualizado, não é sinônimo de permissividade.

Conserve seus livros

 

Algumas pessoas possuem sua própria biblioteca, que não precisa ter paredes de madeira e prateleiras de carvalho; uma biblioteca é simplesmente uma coleção de livros. E estejam estes guardados nas estantes de um quarto especial ou aleatoriamente em uma única prateleira, eles precisam ser limpos. Se você os mantiver em boas condições, os terá para sempre.

Para secar um livro úmido: salpique suas páginas com amido de milho ou talco para absorver a umidade. Deixe por 5 ou 6 horas, e depois remova o pó branco;

Para se livrar dos insetos que “moram” nos livros: coloque o livro infestado em um saco plástico e deixe-o no freezer durante um ou dois dias para matar os insetos e suas larvas;

Para eliminar o mofo: espalhe areia para gatos limpa em um saco de papel e deixe o livro em seu interior durante uma semana ou mais. Depois, tire-o e remova qualquer resíduo de areia;

Se as páginas estiverem bolorentas, retire o mofo: utilize um pano levemente umedecido com uma solução de uma parte de vinagre branco e 8 partes de água. Para secar, abra as páginas afetadas e deixe-as ao sol por não mais que meia hora, ou o papel desbotará e ficará amarelo;

Use um pincel limpo e macio: assim, conseguirá retirar a poeira de um livro de cada vez, limpando a capa e as bordas das páginas. Não tire o pó das prateleiras com espanador de penas, que apenas redistribuirá a maior parte da poeira para os outros livros.

7 de janeiro: Dia do Leitor

Quando pequenos, ainda nas séries primárias, temos um desafio: aprender a ler e escrever. Muitas vezes, o aprendizado acontece de forma tão natural que não damos a ele a importância merecida. Esse conhecimento nos acompanhará por toda a vida, em cada momento do dia. Aprendemos as palavras simples, começamos a ler as placas do caminho de volta para casa, os livros indicados pela escola e, depois, os da faculdade.

Todavia, ao longo do tempo, tomamos gosto por um tipo de literatura em especial que nos desperta sentidos e sensações únicas. Esse hábito deve ser cultivado, é através dos livros que agregamos conhecimentos, acumulamos informações e podemos fazer o cruzamento das mesmas, aumentando a capacidade de raciocínio.

Há uma extensa gama de publicações que vai dos didáticos às ficções estrangeiras. O virar das páginas desperta curiosidade e aguça a imaginação de quem as domina, o conhecimento nasce de forma gradativa, tal como uma magia.

O costume de ler se impregna nos hábitos de quem se apaixona pelos livros. Longe deles, não há página na internet que sacie a vontade de folhear e carregar a edição companheira. A leitura é o lazer individualizado, a possibilidade de deixar fluir a própria imaginação sem restrições e sem velocidade, ao fim da estória toma-se uma lição com interpretação única, sem hiperlinks.

Os benefícios começam a aparecer no dia a dia. A leitura alivia o estresse, aumenta o vocabulário, melhora a escrita, auxilia a memória e previne doenças que atacam o cérebro como, por exemplo, o mal de Alzheimer. Várias áreas do cérebro são ativadas no momento da leitura, esse é um exercício de manutenção que nos permite uma mente sadia e com maior poder de concentração para outras atividades.

Depois de saber um pouco mais sobre os benefícios da leitura, que tal escolher um livro ou até mesmo recomeçar a ler aquele que ficou esquecido na mesa de cabeceira. Procure um assunto que lhe interesse, esteja em um lugar confortável onde ninguém possa atrapalhar, tire esse tempo para você. Curta as páginas de um bom livro e veja como ele pode mudar seu olhar sobre as coisas. Isso é conhecimento, é sabedoria!

Feliz Dia do Leitor!

Benefícios da leitura

Quando pequenos, ainda nas séries primárias, temos um desafio: aprender a ler e escrever. Muitas vezes, o aprendizado acontece de forma tão natural que não damos a ele a importância merecida. Esse conhecimento nos acompanhará por toda a vida, em cada momento do dia. Aprendemos as palavras simples, começamos a ler as placas do caminho de volta para casa, os livros indicados pela escola e, depois, os da faculdade.

Todavia, ao longo do tempo, tomamos gosto por um tipo de literatura em especial que nos desperta sentidos e sensações únicas. Esse hábito deve ser cultivado, é através dos livros que agregamos conhecimentos, acumulamos informações e podemos fazer o cruzamento das mesmas, aumentando a capacidade de raciocínio.

Há uma extensa gama de publicações que vai dos didáticos às ficções estrangeiras. O virar das páginas desperta curiosidade e aguça a imaginação de quem as domina, o conhecimento nasce de forma gradativa, tal como uma magia.

O costume de ler se impregna nos hábitos de quem se apaixona pelos livros. Longe deles, não há página na internet que sacie a vontade de folhear e carregar a edição companheira. A leitura é o lazer individualizado, a possibilidade de deixar fluir a própria imaginação sem restrições e sem velocidade, ao fim da estória toma-se uma lição com interpretação única, sem hiperlinks.

Os benefícios começam a aparecer no dia a dia. A leitura alivia o estresse, aumenta o vocabulário, melhora a escrita, auxilia a memória e previne doenças que atacam o cérebro como, por exemplo, o mal de Alzheimer. Várias áreas do cérebro são ativadas no momento da leitura, esse é um exercício de manutenção que nos permite uma mente sadia e com maior poder de concentração para outras atividades.

Depois de saber um pouco mais sobre os benefícios da leitura, que tal escolher um livro ou até mesmo recomeçar a ler aquele que ficou esquecido na mesa de cabeceira. Procure um assunto que lhe interesse, esteja em um lugar confortável onde ninguém possa atrapalhar, tire esse tempo para você. Curta as páginas de um bom livro e veja como ele pode mudar seu olhar sobre as coisas. Isso é conhecimento, é sabedoria!

Robótica Educacional: conheça os benefícios

A velocidade é a palavra de ordem do mundo moderno que se transforma em um ritmo acelerado. Cada vez mais, o profissional deverá contar com uma sólida base de conhecimento e, ao mesmo tempo, ser criativo, para solucionar os desafios que surgem todos os dias. A robótica, neste sentido, explora essas diversas competências no aluno.

Como matéria de ensino, visa, portanto, preparar jovens e adultos para montar mecanismos robotizados simples baseados na utilização de “kits de montagem”, fornecendo assim noções de robótica e a inclusão digital, possibilitando ainda o desenvolvimento de habilidades em montagem e programação de robôs.

Por tratar-se de uma área multidisciplinar, a robótica estimula os alunos a buscarem soluções que integram conceitos e aplicações de outras disciplinas envolvidas, como matemática, física, mecânica, eletrônica, design, informática etc.

Outra característica é o fato de suas atividades serem mais produtivas quando realizadas em conjunto e não por um único indivíduo. Unindo teoria e prática, a robótica é capaz de desenvolver nos alunos alguns conceitos que as demais disciplinas quase não abordam, como: trabalho em equipe, autodesenvolvimento, capacidade de solucionar problemas, senso crítico, integração de disciplinas, exposição de pensamentos, criatividade, autonomia e responsabilidade, postura empreendedora, etc.

Educação Sexual

Quando a orientação e diálogo constantes fazem toda a diferença na vida e saúde sexual dos indivíduos

Em um mundo marcado pela banalização sexual, alta erotização e exploração da imagem da mulher em diferentes esferas da sociedade, é preocupante a constatação da carência de ações voltadas à educação sexual de crianças e jovens, assim como do despreparo de muitos pais e professores perante o tema. Mas por que o sexo ainda é encarado por tanta gente, de diferentes culturas, como um tabu, apesar de tanta exposição? De que maneira uma questão tão importante e inerente ao ser humano pode, ainda, ser alvo de tanto preconceito e distorções?

O retrocesso observado hoje nas diversas manifestações do comportamento sexual e na forma como o assunto é tratado tem como consequência o atual cenário de desrespeito, intolerância, incompreensão e irresponsabilidade – gravidez precoce, aborto indiscriminado, alto índice de DSTs entre jovens e adultos, machismo, disseminação da AIDS, homofobia, promiscuidade, transtornos sexuais, exploração sexual, pedofilia, prostituição etc.

E em meio a tantos problemas, os pais ficam sem saber ao certo o que fazer, qual postura adotar diante de situações peculiares, e como imperar sobre a mídia que, constantemente, massacra a todos com imagens e apelos sexuais dos mais diversos – explicitamente e, também, de maneira implícita e, nem por isso, menos manipuladora.

A psicóloga, terapeuta de família e sexóloga Maria de Fátima Leite Ferreira chama a atenção para a crescente ausência de valores, como a ética e a moral, na sociedade como um todo, o que seria a principal razão para os problemas enfrentados hoje no que concerne à educação sexual. “Observo que muita gente discursa sobre as novas configurações familiares como se nestas o caráter, os valores não estivessem mais inclusos. Todos podem e devem acompanhar as mudanças, manter-se atualizado sem descartar princípios básicos e fundamentais como o caráter, os valores éticos e morais, que devem prevalecer sempre.”

Maria de Fátima leite Ferreira

Educar é um processo que tem início com o nascimento, logo, a educação sexual precisa estar em comunhão com a educação fornecida pelos pais ou responsáveis, da mesma maneira que deve ser integrada nas escolas desde o princípio.

“A educação sexual tem início no nascimento da pessoa e é uma coisa que a acompanha até a morte. Desde que você nasce, a forma como sua mãe, seu pai, as pessoas mais próximas lidam com você, com o seu corpo, as demonstrações de carinho, o afeto, vão o ensinando a entrar em contato com essa liberdade. Durante toda a sua vida, você está constantemente se educando acerca da sua sexualidade”, explica Maria de Fátima.

Sendo assim, a forma como os pais lidam com a própria sexualidade e aprenderam a lidar com ela, vai fazer toda a diferença na maneira como eles vão transferi-la aos filhos. “A atitude dos pais ou responsáveis perante ações e curiosidades das crianças sobre o sexo é que farão toda a diferença. Geralmente, por volta dos 4, 5 anos, elas começam a conhecer o próprio corpo, a se tocar, a mostrar curiosidade sobre o assunto, e caso sejam reprimidas de forma severa, podem ficar traumatizadas por muito tempo e encarar o sexo como algo perverso, como pecado e ter sérios problemas na vida adulta em suas relações mais íntimas. Se o pai e a mãe encaram com naturalidade, a criança também vai achar natural e, assim, essa questão não irá aguçar tanto a sua curiosidade e ela vai vivenciar essa fase naturalmente”, esclarece a profissional.

SEXUALIDADE

Ao contrário do que muitos acreditam, o conceito de sexualidade não se refere apenas ao ato sexual e ao sistema reprodutor, trata-se de algo muito mais abrangente. A Organização Mundial da Saúde definiu-a como “uma energia que nos motiva a procurar o amor, contato, ternura, intimidade, que se integra no modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados; é ser sensual e ao mesmo tempo sexual, ela influencia pensamentos, sentimentos, ações e interações com os outros e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental.” Em suma, a sexualidade engloba: a identidade sexual(masculino/feminino); os afetos e a autoestima, isto é, os sentimentos em relação a si mesmo e aos outros e também em relação a todas as mudanças do próprio corpo etc; todas as alterações físicas e psicológicas ao longo da vida; conhecimento da anatomofisiologia do sexo feminino e masculino; higiene na puberdade; gravidez, parto, maternidade e paternidade; os métodos contraceptivos; as doenças sexualmente transmissíveis.

SEXO X RELIGIÃO

Ao se esboçar qualquer opinião sobre religião, não tem jeito, a polêmica está garantida. Contudo, cabem algumas reflexões sobre a temática em questão e sua influência na educação sexual de muitos indivíduos.

Por muito tempo, a Igreja tratou o sexo como pecado e, ainda hoje, não apenas o catolicismo, mas também outras religiões tratam o assunto com muitas reservas e esboçam conceitos que contradizem com a realidade. Ao afirmar, por exemplo, que não se deve fazer uso de preservativos, ou de qualquer outro contraceptivo, indiscutivelmente, está se colocando em risco a saúde de milhares de fieis. Além disso, os jovens fazem uso de suas referências – familiar, escolar, religiosa etc – ao tomar atitudes e adotar comportamentos.  Sendo assim, ele vai se deparar com a contradição: de um lado, a divulgação de que o uso do preservativo é a maneira mais eficaz de não se contrair DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) e AIDS, e de se evitar a gravidez indesejada; de outro lado, a afirmação de que “… não se pode resolver (o problema da AIDS) com a distribuição de preservativos… pelo contrário, a sua utilização agrava o problema”, como declarou o Papa Bento XVI, em março de 2009.

“Qualquer coisa que limite o ser humano, que tente colocá-lo dentro de uma fôrma, não é saudável. Tudo que vira uma rigidez, uma imposição, é ruim. A orientação e a prevenção são as melhores formas de se evitar a gravidez na adolescência, assim como as DSTs e a AIDS. Acredito que as crenças religiosas não devem ser misturadas, confundidas, com outras questões”, opina Maria de Fátima.

ESTEREÓTIPOS

Hoje, o que se vê é a massificação de estereótipos de beleza e de comportamento, que, nas entrelinhas, tem propagado o preconceito perante aqueles que, de uma forma ou de outra, não se encaixam nos atuais padrões estéticos e comportamentais, estampados em capas de revistas, outdoors publicitários, idealizados em músicas, filmes, na cultura como um todo.

“A própria mídia contribui maciçamente para o ideal de beleza, por exemplo, ao vender imagens de pessoas belas, sem nenhum defeito aparente; a saúde física tem sido muito associada à estética, a um corpo magro, sarado, quando, na verdade, a beleza é um todo, um conjunto de fatores e a graça toda está justamente na diferença, nas particularidades de cada um”, diz a psicóloga e sexóloga.

A sociedade tem se apegado demasiadamente à aparência, aos bens materiais, em detrimento dos valores mais nobres do homem como o caráter, o intelecto, a moral. É aí que a família, principalmente, deve atuar em prol da manutenção dos valores, através de muito diálogo, orientação e acompanhamento permanente na educação de seus filhos.

Quando o diálogo fica difícil e os pais sentem dificuldade em lidar com o assunto, a melhor saída é procurar ajuda profissional. Ser moderno e atualizado, não é sinônimo de permissividade.

Por Luísa P. Toledo (Jornalista e Pedagoga)

Netiqueta: educação sem fronteiras

Com certeza, você já ouviu falar em regras de etiqueta – conjunto de normas convencionadas pela sociedade para ajudar o relacionamento entre os indivíduos. A internet, que hoje já possui 2 bilhões de usuários em todo o mundo, apresenta inúmeras vantagens e permeia diferentes níveis de comunicação.  Neste contexto surge a “netiqueta”.

A partir do momento em que o ciberespaço começou a ser compartilhado, o internauta sentiu a necessidade de adequar ao ambiente virtual as famosas regras de etiqueta estabelecidas pela sociedade ao longo dos anos.

De acordo com Julio Stutz, professor universitário, “a netiqueta vem sendo elaborada – uma vez que ela não é um conjunto fechado de sugestões – pelos internautas, para que suas interações sejam mais civilizadas ou educadas”.

Quando a relação homem-máquina-internet se torna mais habitual e complexa, torna-se oportuno criar e propagar normas de condutas, para intermediar as relações estabelecidas através de um novo meio de comunicação e informação, que se encontra em permanente transformação.

Basicamente, as regras de etiqueta para a Internet são similares às normas de educação “de praxe”, estabelecidas pela cultura ocidental.

“Ninguém gosta de pessoas falando de boca cheia, ou que interrompem as conversas dos outros. Então, muitas das regras da netiqueta são adaptações ou interpretações da etiqueta que usamos no dia a dia. Na etiqueta temos regras de como devemos interagir durante uma conversa ou em um evento social, e na Netiqueta temos regras para saber usar o e-mail de forma elegante…”, explica Julio.

O professor lembra que a Internet possui diferentes formatos de interação e que cada um deles segue regras de etiqueta distintas. Além disso, alguns, por serem muito recentes, ainda não apresentam normas específicas ou um consenso por parte de seus usuários.

Separamos algumas dicas úteis e indispensáveis para o ciberespaço:

•Trate os outros como gostaria de ser tratado;

•Lembre-se de que há uma pessoa do outro lado da sua mensagem;

•Saiba onde está e use o bom comportamento apropriado;

•Desculpe os erros de outras pessoas, especialmente os novatos;

•Mantenha sempre a calma, especialmente se alguém o insultar (ou se você achar que foi esse o caso);

•Evite usar TEXTO EM MAIÚSCULAS para ênfase – alguns usuários encaram isso como uma maneira de “gritar”;

•Não use linguagem inadequada ou ofensiva;

•Nunca envie ou encaminhe mensagens indesejadas (normalmente chamadas de spam);

•Evite discussões constantes e inflamadas ou “flame wars”;

•Verifique sua ortografia, seja conciso e envie mensagens curtas;

•Siga as mesmas regras de bom comportamento que seguiria fora da Internet;

•Use emoticons para ajudar a comunicar humor e sarcasmo e aprenda os acrônimos comuns online.