Algas marinhas contra o câncer

Excelente fonte de diversos nutrientes essenciais, inclusive proteínas, a maioria das algas é rica em iodo, importante substância para o organismo, pois atua na produção dos hormônios que regulam o metabolismo do corpo através da glândula tireoide.

Estamos falando de um vegetal muito versátil, que pode, inclusive, ser utilizado para realçar o sabor de diversos pratos, como saladas, carnes, sopas e frutos do mar. A alga é classificada de acordo com sua cor – vermelha, azul-esverdeada, marrom e verde.

No Japão, a alga marinha representa 25% da alimentação. Além de possuírem poucas calorias, a grande maioria fornece cálcio, cobre, ferro, potássio e magnésio. Benefícios para a saúde: aprimora o funcionamento do cérebro, previne o estômago contra a gastrite e a úlcera gástrica, melhora a saúde cardíaca, desintoxica o organismo, regula o metabolismo.

Mulheres japonesas, cujas dietas são ricas em algas marinhas, têm menores taxas de câncer no ovário, mama e câncer do endométrio. Segundo um estudo da Universidade de Berkeley, uma dieta contendo algas marinhas reduz as chances de ocorrência de câncer. Além disso, por conterem fucoidan, um carboidrato complexo, funcionam como um poderoso anti-inflamatório.

Temperos com algas

Folhas ou tiras de algas secas, conhecidas como nori, dão um sabor salgado diferente por causa do seu elevado teor de sódio. Vendida, geralmente, em lojas orientais e de comidas naturais, a alga nori é usada como tempero para saladas, sopas e macarrão. Também é utilizada como invólucro para fazer porções de arroz e sushi.

Proteja seu fígado

Mesmo se apenas um quarto do fígado estiver saudável o suficiente para desempenhar seu papel, nosso corpo pode funcionar normalmente. Diferentemente de outros órgãos, mesmo depois de lesões graves, o fígado é capaz de se regenerar. Contudo, se ficar seriamente comprometido ou for submetido a excessos, o resultado pode ser fatal.

Doenças do fígado são comuns, mas os especialistas acreditam que podem ser prevenidas, quando é dada a devida atenção à alimentação e à higiene. As doenças mais comuns são a hepatite, a cirrose e o câncer. O risco de câncer de fígado é maior para as pessoas com cirrose ou com determinados tipos de hepatite virótica.

Todavia, o mais comum é o fígado ser afetado por tipos de câncer secundários (metastáticos) espalhados por outros órgãos. Muitas vezes, os sintomas não se manifestam até a doença estar em estágio avançado. O sintoma mais facilmente identificável é a icterícia, o amarelamento da pele e dos olhos causado pelo acúmulo de pigmentos da bile ( bilirrubina) na pele.

Proteja o seu fígado:

Faça refeições pequenas e frequentes: A alimentação de uma pessoa que está se recuperando de uma doença do fígado não deve sobrecarregar o órgão. Comidas gordurosas e de difícil digestão não são uma boa opção. Em geral, pessoas que sofrem do fígado não têm muito apetite e preferem fazer lanches pequenos e nutritivos no lugar de uma refeição principal completa.

A Pinheirense produz os pães de forma integral e tipo sueco com linhaça. Esta semente é um dos alimentos que ajuda a proteger o fígado, além de trazer outros inúmeros benefícios à saúde.

Os ácidos graxos ômega-3 parecem facilitar o processamento de gorduras no fígado. Uma alimentação rica nesses nutrientes reduz a taxa de triglicerídeos que o fígado produz, beneficiando pessoas com problemas circulatórios ou de coração. Os ácidos graxos são encontrados no salmão e em outros peixes gordurosos, nas nozes, nos grãos de soja e integrais, na semente de linhaça e no óleo de canola.

Alimentos que regeneram o fígado: O enxofre, presente principalmente em vegetais mais escuros, como a couve, o brócolis e o agrião. Um sumo de agrião e couve pode ser tomado duas vezes ao dia e tem efeitos surpreendentes. Aminoácidos como a leucina, encontrado em carnes magras, por exemplo, ou a cisteína da lentilha, do feijão branco e do grão-de-bico, também fortalecem as enzimas que limpam o organismo e ajudam a regenerar o fígado.

A fruta também tem um potencial anti-inflamatório, e alimentos de coloração arroxeada, como couve roxa ou beterraba, contribuem igualmente para que o fígado fique mais limpo. Alimentos como a rúcula, almeirão, mostarda e agrião são desintoxicantes. A substância também está presente nos seguintes chás: chapéu de couro, carqueja e boldo. A canela tem a capacidade de acelerar o metabolismo e reduzir o açúcar no sangue.

Como ser um vegetariano saudável

 

As motivações para abolir a carne da dieta e tornar-se vegetariano variam de pessoa para pessoa. A boa notícia é que, com disciplina e planejamento, ser vegetariano e ter uma alimentação equilibrada é totalmente possível.

- Escolha alimentos variados, incluindo grãos integrais, vegetais, frutas, legumes, nozes, sementes e, se quiser, derivados do leite e ovos;

- Prefira alimentos integrais, não-refinados e limite o consumo de alimentos muito doces, gordurosos e altamente refinados;

- Inclua frutas e vegetais variados em sua alimentação;

- Valha-se de uma fonte regular de vitamina B12 e, se a exposição ao sol for limitada, de vitamina D.

Vegetarianos necessitam de mais ferro e zinco

Fitatos, compostos encontrados principalmente em grãos de cereais, legumes e nozes, combinam-se ao ferro e impedem que o organismo o utilize. Os vegetarianos devem aumentar o consumo de alimentos vegetais ricos em ferro, ou consultar um médico sobre a ingestão de um suplemento de ferro. A IDR de ferro para vegetarianos, que não ingerem nenhum alimento de origem animal, é 1,8 vez maior que o IDR para não-vegetarianos.

Aminoácidos: Os veganos encontram nos cereais, nas castanhas e nas leguminosas as principais fontes de proteína, mas nelas a quantidade de aminoácidos é diferente em relação à encontrada na proteína animal. Sendo assim, eles precisam variar mais a dieta para assegurar uma completa absorção dos aminoácidos.

ÁCIDOS GRAXOS ÔMEGA-3: Como o alimento não está presente na dieta vegana, os seguidores dependem de uma fonte alternativa, a conversão do ácido linoleico em ácidos graxos ômega-3. O ácido linoleico, por sua vez, é encontrado na soja, na linhaça, nas nozes. Ainda que os níveis sejam baixos no sangue dos veganos, não foi encontrado nenhum efeito colateral. Além disso, estudos não conseguiram comprovar o benefício de recorrer a suplementos para amenizar a carência na dieta vegana.

Vitamina A: vitamina A é proveniente do fígado, leite e dos ovos. Para os veganos, a solução é consumir frutas e vegetais que contenham carotenos, que são convertidos em vitamina A no organismo. A laranja, os vegetais verde-escuros, os vegetais de folhas verde, a batata doce e a abóbora são fontes ricas em carotenos.