Cozinha: cuidado com utensílios de madeira e plástico

Tanto a madeira quanto o plástico estão muito presentes em utensílios de cozinha-tábuas, colheres, moedores, soquetes etc. Porém, eles são, constantemente, condenados por serem nocivos à saúde.

madeira acumula grande quantidade de fungos e bactérias, e mesmo com uma boa higienização, esses germes continuarão vivos e se misturarão aos alimentos na primeira oportunidade. Por ser um material vivo, cheio de células, que, em contato com outro material orgânico, puxa os sulcos, a madeira, neste caso, oferece riscos à saúde. E não há uma metodologia correta, eficiente para a higienização. E por higienização, entende-se desinfecção e limpeza, que é o que deve ser feito com tudo que usamos na cozinha.

Ao saber dessa informação, muita gente pensa: “Bom, então o melhor a fazer é comprar utensílios de plástico!” Péssima ideia. Muitos tipos de plástico, como o PVC, podem lixiviar para alimentos e bebidas. A lixiviação aumenta quando o plástico entra em contato com alimentos oleosos e gordurosos – durante o aquecimento -, ou tem seu processo potencializado em plásticos velhos ou rachados, causando impactos negativos à saúde.

Além disso, a maioria dos plásticos precisam de aditivos e estabilizantes para tornarem-se utilizáveis. O chumbo, por exemplo, é muitas vezes adicionado para tornar o plástico mais resistente, enquanto plastificantes são agregados para dar maior flexibilidade ao material.

Além de todo o mal que fazem à saúde, esses aditivos tóxicos também contribuem para a poluição.

Se tanto utensílios de plástico quanto os de madeira são prejudiciais, o que fazer nesse caso? A resposta é bastante simples: bambu! Utilizado, há milênios, pelos asiáticos, o material vem se destacando e, pouco a pouco, começa a ser mais valorizado pelos brasileiros. Por não apresentarem poros, as fibras do bambu não acumulam resíduos, além de possuir ação bactericida natural. Diferente da madeira, que necessita do uso de bactericidas em sua composição, o bambu possui uma propriedade natural que elimina as bactérias.

Por serem leves e resistentes, os utensílios produzidos a partir do bambu são de fácil manuseio e longa durabilidade. Além disso, o seu preço também é muito acessível!

Em uma época onde se fala tanto em sustentabilidade, vale ressaltar que o bambu é um material 100% ecológico, uma vez que é renovável e não polui o meio ambiente.

A cada vez que um bambu é cortado, imediatamente um novo broto está nascendo para ser utilizado dali a 4 anos.

A adoção de utensílios de alumínio também é aconselhável. Escumadeiras, conchas e colheres de alumínio não oferecem riscos consideráveis à saúde, porque o tempo de contato com o alimento é curto. No entanto, armazenar comida em recipientes de alumínio por tempos longos não é indicado, já que os resíduos eliminados podem ser prejudiciais à saúde.

 

Carpaccio de bresaola com salada e molho de estragão

Para 4 porções:

100 g de espinafre;

1/2 alface-crespa roxa;

150 g de bresaola em fatias finíssimas;

4 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem;

2 colheres (sopa) de vinagre balsâmico;

1 colher (sopa) de suco de limão;

Sal;

Pimenta-do-reino moída grosseitamente;

100 g de crème fraîche;

1 pitada de açafrão em pó;

2 ramos de estragão;

1 colher (chá) de vinagre balsâmico branco;

1 pitada de açúcar.

Preparo:

1- Lave e seque o espinafre e a alface. Rasgue a alface em pedaços. Em 4 pratos, disponha primeiro a alface e, em seguida, as folhas de espinafre;

2- Arrume a bresaola sobre as folhas. Regue com azeite de oliva, vinagre balsâmico e suco de limão e, em seguida, polvilhe tudo com sal e pimenta-do-reino moída;

3- Para o molho, misture o crème fraîche ( ou 80 g de creme de leite fresco com 20 g de iogurte natural) com sal, pimenta e açafrão numa pequena tigela até obter uma consistência homogênea. Lave o estragão e agite as folhas para secar. Pique-as.

4- Junte o estragão à mistura de crème fraîche. Tempere com um pouco de vinagre balsâmico branco e açúcar. Coloque o molho no meio de cada porção de salada. Sirva em seguida. Acompanhe com pão tipo sueco Pinheirense.

Dica: para quem controla o peso, substitua o crème fraîche por creme de leite azedo ou fresco. O teor de gordura é menor.

Sirva o carpaccio de breasaola com o pão tipo sueco da Pinheirense

Receita: bife grelhado com salsa verde

Foto: Alessandra Pimentel

Ingredientes: Pão tipo Sueco Pinheirense; 15 g de salsa; 10 folhas de manjericão; 10 folhas de menta; 1 dente de alho picado; 1 colher de chá de mostarda Dijon; 1 colher de sopa de alcaparras; 2 filés de anchovas ( sem óleo); 2 colheres de azeite; sal e pimenta-do-reino a gosto; 350 g de filet mignon, com 1,5 cm de grossura; usar simples cortadores de pastelaria.

Preparo: 

Salsa verde: colocar todos os ingredientes em um processador e pulsar até obter uma consistência de purê.

Cortar o bife na espessura de 1,5 cm, adicionar sal e pimenta a gosto; grelhar cada lado da carne durante 3 minutos.

Coloque o bife no topo do pão tipo Sueco da Pinheirense, adicione a salsa e sirva imediatamente.

Aproveite as ofertas do Hortifruti Quitanda

Até o próximo dia 11, domingo, ou enquanto durarem os estoques, o Hortifruti Quitanda, localizado em Pinheiros, São Paulo, mantém a oferta de produtos de primeira qualidade, dentre eles, o Pão Pinheirense – Integral, Linhaça, kümmel ou com sementes.

Os produtos da Pinheirense são artesanais, integrais e livres de conservantes e produtos químicos.

Confira as demais ofertas do Quitanda ( clique nas imagens para ampliá-las):

Produtos Pinheirense em oferta no Quitanda Pinheiros

Até o próximo dia 02, o Quitanda Pinheiros segue com ofertas de vários produtos – carnes e peixes, linha de hortifruti etc. E, claro, você encontra produtos da Pinheirense como os Pães tipo Sueco e o Pão de Forma entre a variedade de ofertas.

Vale destacar que a Pinheirense fabrica pães integrais, com combinações variadas de sementes e livres de conservantes e produtos químicos. A produção é artesanal, e a empresa está no mercado há mais de 70 anos.

O Quitanda está localizado na Rua Mateus Grou, 159, Pinheiros. Telefones: (11) 3081-7901; 3060 3230. Funcionamento: de segunda a sábado, das 07h às 21h. Domingos e feriados: das 08h às 18h.

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A verdade sobre os queijos mofados

Alguns queijos, tais como o roquefort, o azul dinamarquês e o stilton, foram feitos para mofar. Mas aquele bloco de cheddar esquecido no fundo da geladeira está mofado porque foi invadido por esporos de fungos.

A boa notícia é que ele pode ser salvo. Basta retirar a região bolorenta mais uns 2 cm de queijo sem mofo e jogar fora. Caso encontre mofo em brie, queijo de cabra ou qualquer outro queijo cremoso, ele não pode ser aproveitado. Jogue-o fora ou você corre o risco de passar muito mal.

Talvez, você já tenha ouvido falar que é possível “tratar” o mofo de um queijo passando um pano embebido em vinagre sobre o bolor. Não é verdade. Assim como o conselho, errôneo de que colocar o queijo mofado dentro de um saco plástico com cubos de açúcar serve para absorver o mofo.

Quando você já é capaz de enxergar placas de mofo em um queijo, o bolor já começou a criar suas raízes invisíveis. Por isso, são necessários cortes bem profundos para remover o mofo de queijos duros.

Outro conselho: não deixe queijo fora da geladeira por mais de 2 horas e fique de olhos bem abertos para qualquer pontinho de mofo.

Dicas de saúde: coma feijão

Presente na alimentação diária de milhões de brasileiros, o feijão contém ácido fólico, vitaminas A e C, e os maduros (na casca) são ricos em proteínas e em ferro. A população brasileira conta com uma grande variedade de opções a serem cultivadas e consumidas.

Os tipos mais conhecidos são o feijão-preto, o feijão-fradinho, o feijão-branco, o feijão-carioca, o feijão-rosinha, o feijão-roxinho, o feijão-mulatinho, entre outros. O brasileiro consome em média 12,7 kg de feijão por ano.

Feijões-verdes (que também podem ser amarelos ou roxos) são colhidos ainda não maduros. Tanto a vagem macia como as sementes suaves são comestíveis. Às vezes, são chamados de feijão-branco. Nas variedades com casca, apenas as sementes são comestíveis. Alguns, como a vagem, são colhidos ainda verdes, já outros amadurecem no pé.

Valor nutricional

Feijão-de-lima e fava são boas fontes de proteína, fornecendo cerca de 7 g por cada meia xícara. A mesma porção de feijão baby ou de feijão-de-lima contém 2 mg de ferro, mais que o dobro das favas e quatro vezes a quantia em ½ xícara de feijão-verde.

Todas as variedades contêm ácido fólico, vitaminas A e C. Feijão na casca tem mais tiamina, vitamina B6, potássio e magnésio. A fibra solúvel em feijão com casca pode reduzir o colesterol, mas a presença de carboidratos como rafinose pode provocar gases.

O Pão de cada dia

Dentre as vantagens do pão, pode-se destacar que é uma boa fonte de carboidratos complexos, além de ser rico em niacina, riboflavina e outras vitaminas B; algumas variedades fornecem boas quantidades de ferro; pães de cereal integral contêm alto teor de fibras.

Os carboidratos devem compor em torno de 50% das calorias ingeridas diariamente em dietas balanceadas. São importantes fontes de energia, principalmente para o cérebro, e garantem que o corpo poupe suas preciosas proteínas musculares da queima metabólica.

O tipo de farinha utilizada e a maneira como ela e os demais ingredientes interagem resultam nos diversos tipos de pão e em suas texturas e sabores específicos. Quando a farinha de trigo é amassada com algum líquido, as proteínas de glúten absorvem a água, resultando numa massa elástica que acumula gás do levedo de fermentação; Formam-se bolhas de dióxido de carbono, resultando numa textura leve.

O centeio e outros tipos de farinha possuem quantidades variadas de glúten, mas nenhuma se equipara à do trigo – razão pela qual os pães produzidos com outros cereais tendem a ser pesados e grossos. Para fazer um pão de centeio, de cevada ou de outros cereais e obter uma textura mais leve, adiciona-se um pouco de farinha de trigo à massa.

O sabor e a textura também sofrem influência do tipo de líquido misturado à massa – água, cerveja, leite e suco de frutas são as opções mais comuns. Açúcar e mel podem ser utilizados para “alimentar” o levedo e fazer com que o pão cresça mais rápido. Uma pequena quantidade de sal é necessária para fortalecer o glúten e controlar o ritmo de multiplicação do levedo. Manteiga, ou outra gordura, costuma ser adicionada para conferir sabor a pães industrializados.

Sempre verifique os ingredientes. Os pães produzidos em grandes quantidades apresentam vários conservantes, emulsificantes e alvejantes ou corantes, para prolongar o período de validade e melhorar a apresentação do produto.

Benefícios da pimenta

O gosto picante confere um sabor a mais a diferentes pratos, de diversas culturas. Temida por alguns e indispensável para outros, consumida na medida certa, a pimenta traz muitos benefícios à saúde.

Mais nutritiva do que o pimentão-doce, as variedades vermelhas geralmente possuem um conteúdo nutricional mais elevado do que as verdes. São excelentes fontes de antioxidantes, em especial de betacaroteno e vitamina C.

Uma pimenta-vemelha (45 g) possui cerca de 105 mg de vitamina C, mais do que o dobro da quantidade estabelecida pela Ingestão Diária Recomendada (IDR). Além disso, contém bioflavonóides, pigmentos vegetais que, de acordo com alguns pesquisadores, teriam características anticancerígenas.

A pimenta também pode ajudar a aliviar a congestão nasal, e a prevenir a formação de coágulos causadores de infartos ou derrames. Além disso, ajuda na liberação de noradrenalina e adrenalina, também associadas à melhora do ânimo de pessoas deprimidas; combate a enxaqueca, por provocar a liberação de endorfinas, potentes analgésicos naturais; a pimenta também se mostra útil contra infecções, por combater as bactérias, já que tem poder bacteriostático e bactericida, e não prejudica o sistema de defesa, mas, pelo contrário, estimula a recuperação imunológica.

Curiosidade: Um copo grande de leite funciona como antídoto para a pimenta. Para abrandar a sensação de ardência após ingerir uma pimenta picante, recomenda-se beber um copo grande de leite. Os capsaicinóides se diluem em gordura, e o leite (exceto o desnatado) contém gordura.

Pinheirense mantém parceria há mais de meio século com Grupo Pão de Açúcar e Casa Santa Luzia

Há mais de meio século, a Pinheirense é parceira das conceituadas empresas Grupo Pão de Açúcar e Casa Santa Luzia. Tais parcerias confirmam o sucesso dos produtos Pinheirense e o reconhecimento da qualidade preservada ao longo de seus 74 anos de história.

Fundado em 1948, o Grupo Pão de Açúcar foi pioneiro no setor varejista de alimentos no Brasil. Hoje, é a maior empresa de distribuição do país. A parceria com a Pinheirense teve início já na inauguração da primeira loja, há mais de 60 anos.

A paulista Casa Santa Luzia iniciou sua história em 1926, na esquina das ruas Augusta com Oscar Freire, época em que Sr. Henrich já cultivava uma amizade com os Senhores Jorge e Álvaro, então proprietários do estabelecimento. Em 1981, a Santa Luzia mudou-se para a Alameda Lorena, onde conta com uma equipe de 450 funcionários. Trabalhando com os conceitos de qualidade e variedade, a Santa Luzia oferece os melhores produtos produzidos no Brasil e no mundo.

Para a Pinheirense, é uma grande satisfação fazer parte da história dessas duas empresas.

O tempo passou, mas a marca permanece fiel às suas raízes e, sobretudo, à qualidade. E a clientela, também! Ao longo de seus 74 anos, a Pinheirense se tornou um desses raros exemplos em que a tradição do antigo se renova no frescor de cada fornada.