Alimentação: reduza o sal

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo de menos de 2 g de sódio por dia, o que equivale a 5 g de sal. Contudo, no Brasil, a população consome, aproximadamente, 12 gramas.

O excesso de sal causa muitos males à saúde e ao corpo, como a retenção de líquido, a elevação da pressão arterial, risco de Acidente Vascular Cerebral (AVC), insuficiência cardíaca, osteoporose, insuficiências renal, dentre outros.

Confira cinco formas de reduzir o sal e proteger a sua saúde:

1- Use temperos que não contenham sódio, como ervas frescas, alho fresco ou em pó, cebola desidratada em flocos (em vez de sal de cebola), mostarda desidratada, coentro, limão, menta, cominho, tomilho, manjericão, folhas de louro secas, gengibre, pimenta, pimentão, cebolinha e salsa.

2- Prepare seu próprio molho para saladas em vez de comprar a versão enlatada. Use vinagres temperados em vez de sal para temperar a comida.

3- Coma mais frutas, verduras e legumes frescos ou congelados. Se preferir vegetais enlatados, selecione os com sódio reduzido. Compre batata fresca e evite as empacotadas; pepino fresco e não picles. Adicione temperos e ervas no lugar do sal à água em que cozinhar os legumes.

4- Coma peixe fresco ou congelado no lugar das variedades enlatadas ou desidratadas. Prefira rosbife fatiado ou frango a carnes processadas, à bolonhesa ou salame.

5- Reeduque seu paladar: experimente a comida antes de adicionar sal. Prepare os alimentos desde o início em vez de comprar alimentos pré-preparados. Adapte suas receitas prediletas usando metade da quantidade de sal indicada.

Benefícios dos alimentos ricos em proteínas

Um suculento peito de frango assado. Um ensopado com pedaços de carne magra. Bife de peru com legumes quentes. Esses pratos ricos em proteínas não apenas dão água na boca, como também ajudam a manter os músculos e a imunidade fortes. Ricos em vitaminas e minerais essenciais, que, com o passar dos anos, tornam-se ainda mais importantes para a boa saúde, também promovem a saciedade, reduzindo o apetite por mais tempo.

Encontradas em grande quantidade especialmente em alimentos de origem animal, como carne, ovos, leite ou queijo, as proteínas são moléculas formadas em decorrência da ligação dos aminoácidos, macronutriente fundamental na alimentação de pessoas de qualquer idade, especialmente para as crianças e pessoas que praticam muitas atividades físicas. Esse nutriente ajuda na correta contração dos músculos, no fortalecimento do sistema imunológico, evita alterações hormonais e auxilia na transformação dos alimentos ingeridos.

Além disso, ao lado dos carboidratos e gorduras, a proteína integra os três nutrientes principais que o organismo necessita para gerar energia e funcionar adequadamente.

Um peito de frango assado sem pele, por exemplo, tem entre 120 e 140 calorias, e vem com toda a proteína que você pode querer com menos da metade da gordura de um bife. É versátil e pode ser o ingrediente principal de tudo- desde uma canja de galinha no almoço até um frango assado no jantar de domingo.

Uma porção de 115 g de peito de peru fornece 60% da proteína de que você precisa por dia, sem a gordura que existe em muitos cortes de carne bovina e suína. Já a carne vermelha é mais saudável do que se pode imaginar. Cortes magros como a chuleta e o filé mignon têm pouca gordura. Metade dos ácidos graxos presentes em uma porção de carne magra é do tipo monoinsaturado, o mesmo encontrado no azeite de oliva.

Segundo pesquisadores, esses ácidos graxos são benéficos ao coração e baixam o colesterol. Melhor ainda: 1/3 da gordura saturada da carne é um ácido graxo singular chamado ácido esteárico, que tem efeito redutor ou neutro sobre o colesterol.

Uma porção de carne bovina é uma excelente fonte de cinco nutrientes essenciais: proteína, zinco, vitamina B12, selênio e fósforo, e uma boa fonte de outros quatro- niacina, vitamina B6, ferro e riboflavina.

É a mesma história com a carne de porco: o lombinho é magro, suculento e totalmente saudável em porções moderadas.

Conheça o mindful eating

Sabe aquele velho hábito de comer sem atenção, enquanto executa outras tarefas? Essa atitude rotineira nos faz comer em maior quantidade, além de aumentar nossa fome. Os alimentos desaparecem do prato, quando o cérebro mal registrou que estamos nos alimentando.

Mindful Eating é estar consciente sobre o que você come. A alimentação consciente envolve o desfrutar da comida, valorizando as diversas cores e texturas, sentindo a fragrância e o aroma do alimento. Comer devagar é aprender a saborear os vários ingredientes. 

Segundo o The Center for Mindful Eating, os princípios de comer com atenção plena são:

  • Permitir a si mesmo tornar-se consciente das oportunidades positivas e carinhosas que estão disponíveis através da seleção e preparação dos alimentos, respeitando a sua própria sabedoria interior.
  • Usar todos os seus sentidos na escolha do que comer para que seja gratificante para você e nutritivo para o seu corpo.
  • Reconhecer respostas aos alimentos (gostos, desgostos ou neutro) sem julgamento.
  • Se tornar consciente da fome e saciedade físicas para guiar suas decisões para começar e parar de comer.

Alguém que come de maneira consciente:

  1. Reconhece que não há maneira certa ou errada para comer, mas diferentes graus de consciência que cercam a experiência dos alimentos.
  2. Aceita que as suas experiências alimentares são únicas.
  3. É um indivíduo que por opção, direciona sua atenção para comer momento a momento.
  4. Ganha consciência de como pode fazer escolhas que suportem a saúde e o bem estar.
  5. Se torna consciente da interligação de terra, os seres vivos, das práticas culturais e o impacto de suas escolhas alimentares nesses sistemas.

Ômega-3 não protege o coração

Ao contrário do que muitos de nós imaginávamos, as cápsulas de ômega-3, um dos suplementos mais procurados e vendidos sem prescrição médica, não trazem benefícios ao sistema cardiovascular.

O Instituto Cochrane, responsável pela investigação, aponta que não há evidências suficientes de que a ingestão de alimentos ricos em ômega-3, ou de suplementos desse ácido graxo essencial, faça bem ao coração. Em contrapartida, o ácido alfa-linolênico (ALA), tipo de ômega-3 encontrado nas sementes de chia e linhaça, é o único que pode atenuar os riscos de doenças cardiovasculares e arritmia cardíaca.

Apesar dessa nova revelação acerca do ômega-3, o seu consumo traz muitos outros benefícios à saúde, e não deve ficar de fora da sua dieta. O ômega-3 é um tipo de gordura poli-insaturada, muito benéfica ao organismo. É essencial, ou seja, o corpo não consegue produzi-la, devendo ser obtida por meio da alimentação ou de suplementos especializados.

As gorduras são importantes fontes de energia, conferem sabor aos alimentos e são primordiais para a absorção, no intestino, das vitaminas lipossolúveis- vitamina A, vitamina D, vitamina E e vitamina K.

Benefícios:

  • Tem ação anti-inflamatória.
  • Fortalece o sistema imunológico.
  • Contribui para uma pele saudável.
  • Auxilia no controle da pressão arterial.
  • Possui efeito antitrombótico, ou seja, inibe a agregação plaquetária, além de estimular a vasodilatação.
  • Protege a retina.
  • Melhora o desempenho cognitivo.
  • Auxilia no tratamento da depressão.
  • Ajuda a reduzir os níveis de colesterol e triglicérides no sangue.

Formas naturais para controlar a pressão alta

Hipertensão é uma doença democrática que acomete crianças, adultos e idosos, homens e mulheres de todas as classes sociais e condições financeiras. Popularmente conhecida como “pressão alta”, está relacionada com a força que o sangue faz contra as paredes das artérias para conseguir circular por todo o corpo. O estreitamento das artérias aumenta a necessidade de o coração bombear com mais força para impulsionar o sangue e recebê-lo de volta. Como conseqüência, a hipertensão dilata o coração e danifica as artérias.

Há quem pense que basta tomar os remédios para resolver o problema de pressão arterial elevada, contudo, promover algumas mudanças no estilo de vida é fundamental. Existem formas naturais que ajudam, e muito, no controle da pressão alta:

Alho: com ação analgésica, antibacteriana e expectorante, o alho consegue tratar aquela hipertensão arterial leve. Ele vem sendo usado desde a antiguidade por suas propriedades antimicrobianas e pelos efeitos benéficos ao coração e circulação.

Alimentos ricos em potássio: o potássio é um excelente diminuidor da pressão arterial, por ajudar a mandar o sódio embora do corpo. E há muitas formas de consumi-lo, já que está presente na abóbora, cenoura, feijão preto, inhame, lentilha, chicória, espinafre, vagem, abacate, rabanete, couve-flor, banana, laranja, maracujá, mamão e ameixa. Quando o potássio entra nas células, o sódio sai. Essa dinâmica garante o equilíbrio hidroelétrico do corpo.

Quem é adepto do sal light ou sal sem sódio (só com potássio) deve ficar atento. Médicos explicam que ele pode fazer muito mal para os que tomam remédios para controlar a pressão que são poupadores de potássio. O potássio em excesso faz com que os músculos percam a força e, como o coração é um músculo, pode causar batidas descompassadas ou até mesmo fazê-lo parar. O ideal é consumir o potássio por meio de alimentos naturais.

Alimentos com ômega 3 e 6: o brasileiro tem hábito de comer pouco peixe. Mas o salmão, arenque, cavala, atum e sardinha carregam ômega 3 e 6, que ajudam a retirar o excesso de gordura ruim do sangue. Com isso, a circulação flui melhor, ajudando a controlar a pressão arterial. Linhaça e chia também contêm esses ômegas. Lembrar de ingerir um pouco por dia faz bem à saúde.

Evite gorduras ruins da carne vermelha: não é preciso parar de consumir carne vermelha, mas prefira os cortes magros e os prepare grelhados, assados ou cozidos, já que gordura em excesso pode aumentar o colesterol e causar entupimento nos vasos, dificultando a circulação do sangue e aumentando a pressão arterial.

Use ervas para substituir o sal: que o sal dá um sabor especial a qualquer preparação é fato, mas ele também é o vilão para aumentar a pressão. Colocar menos sal e preencher essa lacuna com outros temperos como a cebola, salsa, coentro, orégano, cebolinha, louro ou limão ajudam a dar sabor à preparação. Experimente reduzir a quantidade de sal gradativamente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que se ingira menos de cinco gramas de sal, o que equivale a menos de duas gramas de sódio. Fique atento aos rótulos dos alimentos ultra-processados.

Diga não a alimentos industrializados e dietéticos: embutidos, enlatados, salgados e refrigerantes sem açúcar costumam conter muito sódio, que aumenta a pressão por causa da retenção de líquidos.

Probióticos e Prebióticos para cuidar da saúde

Muita gente se confunde, mas probióticos e prebióticos são coisas diferentes, e ambos são vitais para a saúde. Graças a eles, podemos melhorar a digestão e fortalecer o sistema imunológico, para combater tanto as infecções, como muitos outros tipos de doenças.

Probióticos: A Organização Mundial da Saúde define probióticos como micro- organismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, têm um efeito benéfico sobre a nossa saúde.

- Consumir probióticos como leites fermentados também nos protegem contra muitas doenças. No entanto, ressaltamos o termo “fermentado”. O leite natural pode ser, em muitos casos, mais tóxico do que benéfico ao nosso intestino, porque o que faz, muitas vezes, é “inflamá-lo”.

- Estes micro-organismos exercem também a função de mecanismo imunológico na mucosa intestinal. O que eles fazem é evitar que os microrganismos patogênicos prejudiciais cresçam e se desenvolvam.

- Você pode se assustar um pouco por pensar que o nosso sistema digestivo é “colonizado” por uma gama de bactérias. Isso é o que conhecemos como microbiota intestinal, que, além de vital para nossa saúde, é muito sensível ao tipo de alimento que comemos, bem como ao estresse, doenças e muitos tipos de medicamentos.

-São bactérias intestinais que nos permitem estimular os sucos digestivos e as enzimas naturais para obter uma boa digestão. Recomenda-se sempre comer alimentos probióticos orgânicos ou silvestres.

Prebióticos: Os prebióticos são um tipo de carboidrato que serve como substrato para os probióticos. Eles são componentes que nossos intestinos não digerem, mas que servem como uma base estrutural para fornecer a força para esses micro-organismos vivos que nos protegem contra os elementos nocivos.

- Sua função é estimular o sistema imunológico, favorecendo o desenvolvimento de bactérias benéficas na flora intestinal e impedindo o crescimento de patógenos.

-Os prebióticos nos ajudam a absorver alguns minerais como o cálcio e o magnésio.

- Nos ajudam a reduzir os gases e facilitam o equilíbrio intestinal.

-Combatem a prisão de ventre e a doença inflamatória intestinal.

Os melhores probióticos que você pode consumir diariamente: 

- kefir

- chucrute

- iogurte

-sopa de missô

- chá de kombucha

- azeitonas

-chocolate escuro (cacau 70 % ou mais, ou o consumo de aproximadamente duas colheres de pó de cacau ou um quadrado da barra)

- ervilhas

- queijo cotagge

Melhores prebióticos:

-alcachofras

- raiz de chicória

-alho

- cebola

-alho-poro

-farelo de trigo

-farinha de trigo

-banana

Dieta para sinusite

Embora a nutrição não aja diretamente sobre a sinusite, algumas medidas alimentares podem ajudar bastante. Alguns pacientes com sinusite crônica dizem obter melhora após banirem laticínios de sua alimentação. As pessoas que desejarem experimentar essa abordagem devem consultar o médico, para saber se serão necessários suplementos ou um aumento de ingestão de alimentos ricos em cálcio, mas que não sejam derivados do leite.

Líquidos podem ajudar a diluir a secreção e estimular a drenagem: beba oito a dez copos de água, suco, chá ou sopa por dia;

Consuma muitas frutas, verduras e legumes frescos para obter vitamina C: frutas cítricas (além de seus sucos), uva e amora preta são úteis, já que também possuem bioflavonóides, pigmentos vegetais com propriedades antiinflamatórias. A vitamina E traz benefícios antiinflamatórios. O zinco também é importante para estimular o funcionamento imunológico e pode ter propriedades antiinflamatórias. Alimentos ricos em zinco são frutos do mar, carne, aves, leite, iogurte, feijão, nozes, sementes e grãos integrais.

Alguns alimentos são descongestionantes nasais naturais: entre eles estão alho, cebola, pimenta e raiz-forte. Ervas e temperos descongestionantes incluem gengibre, tomilho, cominho, cravo e canela.

Para alívio rápido, inale vapor ou cubra o rosto com toalhas quentes e úmidas, a fim de promover a drenagem e aumentar o fluxo sanguíneo na área. Chá quente ajuda a reduzir a congestão, pois contém teofilina, um composto que facilita a respiração, já que relaxa os músculos lisos das paredes do trato respiratório.

Aliados contra o câncer

É muito comum que pessoas com câncer percam peso. O tratamento dessa doença, principalmente a radioterapia e a quimioterapia, costumam afetar o apetite, além de provocarem náusea e outros efeitos colaterais. A cirurgia também pode influenciar, fazendo com que os pacientes percam a vontade de comer. Sendo assim, um bom nutricionista deve elaborar uma dieta ou recomendar o uso de suplementos.

Alguns alimentos são, comprovadamente, aliados no combate ao câncer:

-Maçãs, frutas silvestres, brócolis e outras verduras crucíferas, além de frutas cítricas contêm flavonoides, que atuam como antioxidantes, e ajudam a prevenir danos ao DNA das células.

-Tomates: contêm licopeno, que, segundo alguns estudos, protege contra o câncer de próstata.

-Cebola e alho: contêm compostos de enxofre que podem estimular as defesas naturais contra o câncer, além de ajudar a controlar o desenvolvimento do tumor. Os estudos sugerem que o alho pode ajudar a reduzir em até doze vezes a incidência de câncer de estômago.

-Chá verde: contém EGCG ( galato de epigalocatequina), uma catequina que pode ajudar a combater o câncer de três modos: ajuda a reduzir a formação de carcinógenos no corpo, aumenta as defesas naturais do organismo, e elimina o desenvolvimento do câncer.

-Castanha-de-caju, frutos do mar, algumas carnes e peixes, pão, trigo e arroz integral, germe de trigo e aveia: são as melhores fontes de selênio, uma arma poderosa contra o câncer. Alimentos à base de plantas, principalmente o trigo, são os grandes responsáveis por suprir o selênio na nossa alimentação.

Azia: controle e prevenção

A maioria das pessoas como rápido demais e, ao fazer isso, absorve muito ar juntamente com o alimento, o que contribui para distender o estômago e gerar arrotos – que também forçam o estômago a jogar o conteúdo para cima.

Experimente comer bem devagar. Você irá ingerir menos calorias, pois o corpo terá mais tempo para se sentir satisfeito, mesmo que tenha ingerido menos comida. Embora o conselho tradicional seja cortar da dieta certos alimentos, como tomate, comidas picantes, frituras e álcool, não é o que costuma acontecer de fato. Sendo assim, aprenda quais alimentos contribuem para a sua azia. Pegue um caderno e, ao longo de uma semana, liste os alimentos consumidos a cada refeição. Depois, anote se houve azia e quanto tempo depois de comer ela começou.

Caminhe em vez de se deitar após as refeições; levante a cabeceira da cama com travesseiros para evitar o refluxo do ácido gástrico, e pense até em comer de pé se isso facilitar.

Quanto mais perto você estiver do peso saudável, menos de azia e DRGE (doença de refluxo gastroesofágico) apresentará. O peso extra aumenta a pressão no abdome. Pessoas acima do peso também são mais propensas a desenvolver hérnia de hiato, que ocorre quando a parte superior do estômago se projeta para cima, atravessando o diafragma e indo para a cavidade torácica, aumentando o refluxo. 

Descobriu-se que as bebidas gaseificadas e os benzodiazepínicos, prescritos para ansiedade e ou insônia, podem causar azia à noite, interrompendo o sono.

Experimente a acupuntura: estímulos leves no punho reduzem o relaxamento na porção inferior do esôfago.

Consulte um especialista do sono: o tratamento se chama pressão positiva contínua nas vias respiratórias. O paciente dorme com uma máscara sobre o nariz, conectada a uma máquina que libera ar pressurizado, para manter as vias respiratórias abertas. Funciona por meio do aumento de pressão na parte de trás da garganta, evitando que o conteúdo do estômago suba em direção ao esôfago. Visto que, em geral, a DRGE e a apneia obstrutiva do sono ocorrem juntas, uma ida a um especialista do sono pode valer a pena.

Clara de ovo emagrece e reduz flacidez da pele

A clara de ovo é composta por 90% de água e 10% de proteínas. Cerca de 55% das proteínas da clara de ovo são formados pela albumina, que é considerada uma proteína de alto valor biológico (ou seja, é muito bem aproveitada pelo organismo), e que tem papel fundamental na reconstrução das fibras musculares. Confira os demais nutrientes:

-Selênio: uma única clara contém 9% das necessidades diárias;

-Potássio (2%);

-Magnésio (1%);

-Riboflavina (vitamina B2): 9% das necessidades diárias;

-Ácido pantotênico (B5): 1%;

-Colina;

-Betaína;

-Folato.

A clara de ovo é uma fonte de proteína barata, com teor quase zero de gordura e atua na reparação, manutenção e desenvolvimento da massa muscular. Além disso, por impulsionar a produção de colágeno no organismo, ela minimiza a flacidez da pele. O alto teor de proteínas da clara aumenta a saciedade e permite um consumo menor de calorias durante a refeição e ao longo do dia.

As claras também são uma alternativa saudável para quem adora ovo, mas está preocupado com os níveis de gordura da dieta.