Deficiência de vitamina C e infarto

A vitamina C é um antioxidante capaz de anular a ação dos radicais livres, protegendo o organismo da contaminação do meio ambiente, além de diminuir o envelhecimento precoce. Além disso, melhora a imunidade, traz benefícios à pele, fortalece os ossos, aumenta a absorção do Ferro, é um aliado no combate ao estresse, etc. 

Mas o que muita gente ainda desconhece é a relação da deficiência de vitamina C e infarto. Isso mesmo. A debilidade dos vasos sanguíneos e a deterioração das paredes arteriais são as principais causas das enfermidades cardiovasculares, e estudos recentes concluíram que a vitamina C fortalece, e muito, as paredes dos vasos sanguíneos!

As principais conclusões dos estudos a respeito deste tema são de que produzimos placas que provocam entupimentos nas artérias pelo fato de não conseguirmos produzir a vitamina C, ao contrário dos demais animais, além de, nos dias atuais, a carência dessa vitamina e de outros nutrientes na dieta diária aumentarem os riscos de infarto. 

E antes que você sai correndo rumo à farmácia mais próxima, para comprar algum suplemento de vitamina C, saiba que, provavelmente, estará jogando seu dinheiro no lixo e sobrecarregando os rins. 

A ingestão adicional do nutriente só é recomendada em casos especiais- fumantes, atletas, pessoas expostas a frio intenso e aquelas com saúde debilitada ou em pós-cirúrgico. Se você não se encaixa nesses casos, nem tem prescrição médica para isso, deixe comprimidos e efervescentes de lado e corra para o mercado ou para a feira.

Veja aqui alguns cuidados que você deve ter ao preparar frutas, legumes e verduras para o consumo:

Descasque com cuidado: Perde-se nutrientes ao se retirar uma casca muito grossa, já que debaixo da pele há mais vitaminas do que no centro. O mesmo acontece quando se eliminam as folhas exteriores de algumas hortaliças verdes.

Não deixe de molho por muito tempo: Prepare verduras e frutas com a menor antecedência possível. Ao mantê-las de molho por mais de meia hora, pode ocorrer perda de vitaminas.

Evite cortar ou partir: Não faça isso com muita antecedência, para não deixá-los expostos.

Cozinhando em água: Parte dos nutrientes fica na água do cozimento. Reduza as perdas colocando os alimentos em água fervendo. E aproveite o caldo para fazer sopa ou arroz.

Panela de pressão é melhor: Como o tempo de cozimento é menor, há maior aproveitamento nutritivo dos alimentos.

No vapor é melhor ainda: Aqui não há perda de sais minerais e se perde muito pouco de vitaminas.

Grelhar é boa opção: Nesse tipo de preparo, as proteínas superficiais coagulam rapidamente, evitando a saída de água do alimento e, consequentemente, dos nutrientes;

Óleo abaixo de 175ºC: Sempre que possível, evite frituras. Mas se optar por fritar, use óleo quente até 175ºC. Não reutilize o óleo escurecido, o que indica degradação (coloque-o em uma garrafa PET e destine-o à reciclagem).

Ao triturar, consumir rápido: Quando trituramos, há aumento na perda de vitaminas, porque uma grande quantidade de oxigênio entra no alimento. Por isso, consuma purês ou sucos de fruta logo após serem preparados. Já o suco de laranja pode ser mais bem armazenado.

Praticidade do micro-ondas: A rapidez com que os alimentos são cozidos no forno de micro-ondas permite que os valores nutricionais não sejam prejudicados. E a radiação não produz efeitos nocivos sobre os alimentos.

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