Alimentação: aliados no tratamento das varizes

Varizes são veias que se dilatam e ficam tortuosas e deformadas. Desenvolvem-se sob a superfície cutânea, normalmente das pernas, pés e coxas, e podem causar inchaço e dor. Tem coloração azulada, geralmente. Algumas pessoas apresentam microvarizes, que são ramificações minúsculas, de cor avermelhada.

A má circulação, a fraqueza do fígado, a obesidade e a falta de alimentos ricos em antioxidantes são algumas das causas para o aparecimento das varizes. Alimentos fontes de vitamina C e bioflavonoides são potentes antioxidantes e ajudam a evitar as varizes.

Damasco, morango, tomate, ameixa e pêssego são alguns dos exemplos. Frutas vermelhas como amora, framboesa, uva e mirtilo são alimentos que trazem alguns benefícios para a circulação, principalmente, o último, pois fortalece as paredes das veias e dos capilares. O alho e a cebola são dois exemplos de alimentos com grande quantidade de antioxidantes e anti-inflamatórios, que também favorecem a circulação.

Confira quais são os outros alimentos amigos da circulação:

- Alimentos ricos em vitamina C, como acerola, goiaba, caju, amora, ajudam no fortalecimento da parede dos vasos.

- Alimentos que possuem quercetina em sua composição, como cebola e maçã, por exemplo, têm ação anti-inflamatória, sendo muito eficazes na prevenção dos temidos vasinhos.

- Abacaxi: pessoas que possuem varizes apresentam dificuldade em degradar uma proteína chamada fibrina, que acaba sendo depositada ao redor dos vasos. A bromelaína, presente no abacaxi, tem a capacidade de quebrar essa proteína.

- Peixes ricos em ômega 3, como o salmão, por exemplo, também são eficazes, pois ajudam a evitar a formação de gordura e aumentam a fluidez sanguínea.

Ar-condicionado e ventilador fazem mal à saúde?

Você já deve ter se perguntado se aparelhos como o ventilador e o ar condicionado podem fazer mal a saúde. Nos dias mais quentes, fica difícil dispensá-los, ainda mais em cidades que apresentam a temperatura muito alta, na maior parte do ano, como no Rio de Janeiro, por exemplo. 

O princípio do ventilador é colocar o ar em movimento, criando uma corrente que refresca o ambiente. Mas imagine o que acontece quando se liga o aparelho em uma sala cheia de poeira, com mofos nas paredes e sem incidência de sol. Todas as partículas alergênicas da sujeira, fungos e bactérias ficam circulando no ambiente, o que pode ser seriamente prejudicial às pessoas alérgicas.

Sendo assim, o ideal é manter tanto o ambiente quanto o aparelho limpos, e jamais direcionar o vento para o seu corpo durante a noite.

A principal vantagem do ar condicionado é controlar a temperatura do ambiente, enquanto que, o principal problema é o ressecamento do ar, que piora consideravelmente a situação de pessoas alérgicas, com rinite ou asma.

Quando o tempo estiver seco, vale usar de artifícios enquanto o aparelho estiver ligado: umidificador, bacia d’água ou uma toalha molhada já melhoram a qualidade do ar em casa. Outro cuidado a ser tomado diz respeito à temperatura. A recomendação é ajustá-la entre os 23°C e os 27°C, no máximo. É bom lembrar que, para crianças alérgicas, inalar o ar frio é tão prejudicial quanto a falta de umidade e pode desencadear crises respiratórias. Cuidando da temperatura, também não há risco de choque térmico.

E acredite: se as condições de umidade estiverem boas e o ar condicionado for devidamente higienizado e tiver um bom filtro, o aparelho pode até contribuir para a diminuição das alergias, filtrando até 80% das partículas com bactérias e fungos.

Saúde: benefícios do cogumelo shitake

O cogumelo shitake apresenta inúmeros benefícios à saúde. Por possuir grande quantidade de proteínas, substitui a carne vermelha, sendo um grande aliado do sistema imunológico, ajudando a prevenir doenças e infecções, além de auxiliar no fortalecimento dos ossos e dos músculos. Conheça os demais benefícios desse cogumelo:

- Rico em fibras que colaboram para a redução do açúcar do sangue, é um alimento bastante indicado para diabéticos;

- A sua abundância em ácido fólico e vitamina B9 é bastante notável. Uma porção do alimento ao dia supre a necessidade diária dessa vitamina tão importante para o bom funcionamento do sistema nervoso;

- A presença de uma substância chamada lentinana auxilia na manutenção do sistema imunológico do corpo, prevenindo e combatendo doenças e infecções;

- A lentinana também foi apontada como uma substância capaz de reduzir as chances de desenvolver câncer e, inclusive, combater células já cancerosas;

- A mesma substância, lentinana, é capaz de prevenir a trombose, pois impede a formação de coágulos que bloqueiam a circulação;

-Além de suas propriedades antitumorais e antiviral, o shiitake também estimula os glóbulos brancos e anticorpos do corpo;

- É comprovadamente um alimento que reduz o colesterol ruim do sangue;

- Possui grande quantidade de selênio, um mineral importantíssimo para a saúde dos vasos sanguíneos e da tireoide;

- Auxilia no controle da pressão arterial (para hipertensos) e reduz riscos de um acidente vascular cerebral (AVC);

- Uma porção do alimento fornece 70% das necessidades de cobre e 50% da ingestão diária de vitamina B5.

O ideal é ingerir, por dia, aproximadamente, de 75 a 100 g do alimento. 

Motivos para tomar chás todos os dias

O chá é uma bebida milenar conhecida no mundo inteiro. Sua história teve início na China, quando o imperador Shen Nung viu uma folha cair em um recipiente com água fervida e logo depois notou que a cor da água tornou-se acastanhada. Cientista e muito curioso, Shen resolveu experimentar e achou a bebida refrescante. Desde então, tem-se registros do uso do chá no território Chinês.

Quando chegou à Inglaterra – país onde a bebida tem grande popularidade -, o chá só fazia parte do cardápio da corte. Com o passar do tempo, a bebida se popularizou e caiu no gosto de todas as classes inglesas.

Além de uma bela história, o chá possui propriedades curativas, calmantes e refrescantes. Com uma grande variedade de cores e sabores fica fácil adaptá-lo aos costumes diários.

Vantagens do chá:

-É um estimulante refrescante, praticamente sem nenhuma caloria se tomado puro;

-Contém antioxidantes e bioflavonoides que podem reduzir o risco de câncer, doenças do coração e derrames;

-Contém tanino, que protege contra problemas dentários;

-Chás de ervas não contêm cafeína.

Confira alguns tipos de chás e as suas características:

Chá de hortelã: auxilia na digestão, em cólicas e dores estomacais. Pode ser usado em gargarejos para melhorar o hálito e dores de garganta. Combina com: bolo de chocolate.

Chá de camomila: a camomila tem propriedades calmantes e relaxantes, assim ajuda na qualidade do sono. Também é muito usada para diminuir o inchaço das temíveis olheiras. Combina com: pão integral e torradas.

Chá de erva-doce: ameniza as tosses e bronquite por apresentar características expectorantes e previne a retenção de líquido comum nas épocas quentes. Combina com: rosquinhas e bolos.

Chá mate: esse talvez seja o mais famoso de todos. A erva-mate tem poder estimulante, deixa o cérebro em alerta e o corpo pronto para a prática de atividades físicas. No calor, pode ser servido gelado, pois é bem refrescante. Combina com: sanduíche e pão de queijo.

Chá de urtiga: feito com a mesma planta que causa coceira na pele, o chá de urtiga é rico em vitamina C e em diversos sais minerais. Os herboristas recomendam que se tome este chá para o tratamento da artrite e da gota, e para aumentar a produção de leite nas mulheres durante o período de amamentação. Sirva com cubos de pão torrado.

Chá de hibisco: O chá de hibisco tem efeito diurético, por isso, é um aliado para evitar a retenção de líquidos. Também contribui para a diminuição do colesterol ruim, LDL, e aumento do colesterol bom, HDL; ajuda a baixar a pressão arterial; evita o acúmulo de gordura.

A bebida pode ser servida em qualquer hora do dia, é só escolher o sabor e se deliciar com os aromas e os sabores das ervas.

Melatonina e qualidade do sono

Diversas pessoas sofrem com a insônia e suas consequências. Em meio a tantos medicamentos e técnicas que prometem resolver o problema, encontramos os suplementos de melatonina. Uma das funções deste hormônio, produzido naturalmente por diversos animais e plantas, é a indução ao sono. Sua ação e eficácia fizeram com que indústrias farmacêuticas lançassem sua versão sintética, amplamente vendida como suplemento em outros países, como Estados Unidos e Europa.

Mas você deve estar se perguntando: “Se meu corpo produz naturalmente este hormônio, por que preciso me preocupar com isso?” Bem, devido a fatores como a idade avançada, o estresse, a ansiedade, dentre outros, algumas pessoas têm a produção da melatonina comprometida.

As doses indicadas de melatonina variam de 1 mg a 3 mg por dia, mas somente o médico estará apto, para indicar corretamente a dose necessária para cada caso. Por se tratar de um hormônio natural, a melatonina não induz à dependência e nem perde o efeito após uso prolongado.

O uso excessivo ou irregular do medicamento causa dor de cabeça, náuseas e mal estar, sendo que é melhor respeitar a dose correta do que desenvolver outros sintomas que não devem existir com a medicação correta.

É normal, entretanto, algum desconforto inicial nos primeiros dias, que não devem persistir durante o uso prolongado, e precisam ser comunicados ao médico em casos de efeitos colaterais indesejados.

Além do benefício em casos de insônias e problemas de sono, sua ação antioxidante ajuda na recuperação de neurônios que foram afetados com a Doença de Alzheimer e acidentes vasculares cerebrais. A melatonina também auxilia o sistema imunológico, prevenindo doenças, como o câncer, e evitando a perda de memória.

Luzes acesas diminuem o efeito da melatonina – tanto  a natural, como  a consumida através de suplemento. Assim, deve-se ingerir as cápsulas de melatonina e apagar as luzes, de forma que seu organismo possa relaxar e aproveitar ao máximo os efeitos desse hormônio. O mesmo vale para luzes de computadores, celular , televisões, etc.

Probióticos e Prebióticos para cuidar da saúde

Muita gente se confunde, mas probióticos e prebióticos são coisas diferentes, e ambos são vitais para a saúde. Graças a eles, podemos melhorar a digestão e fortalecer o sistema imunológico, para combater tanto as infecções, como muitos outros tipos de doenças.

Probióticos: A Organização Mundial da Saúde define probióticos como micro- organismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, têm um efeito benéfico sobre a nossa saúde.

- Consumir probióticos como leites fermentados também nos protegem contra muitas doenças. No entanto, ressaltamos o termo “fermentado”. O leite natural pode ser, em muitos casos, mais tóxico do que benéfico ao nosso intestino, porque o que faz, muitas vezes, é “inflamá-lo”.

- Estes micro-organismos exercem também a função de mecanismo imunológico na mucosa intestinal. O que eles fazem é evitar que os microrganismos patogênicos prejudiciais cresçam e se desenvolvam.

- Você pode se assustar um pouco por pensar que o nosso sistema digestivo é “colonizado” por uma gama de bactérias. Isso é o que conhecemos como microbiota intestinal, que, além de vital para nossa saúde, é muito sensível ao tipo de alimento que comemos, bem como ao estresse, doenças e muitos tipos de medicamentos.

-São bactérias intestinais que nos permitem estimular os sucos digestivos e as enzimas naturais para obter uma boa digestão. Recomenda-se sempre comer alimentos probióticos orgânicos ou silvestres.

Prebióticos: Os prebióticos são um tipo de carboidrato que serve como substrato para os probióticos. Eles são componentes que nossos intestinos não digerem, mas que servem como uma base estrutural para fornecer a força para esses micro-organismos vivos que nos protegem contra os elementos nocivos.

- Sua função é estimular o sistema imunológico, favorecendo o desenvolvimento de bactérias benéficas na flora intestinal e impedindo o crescimento de patógenos.

-Os prebióticos nos ajudam a absorver alguns minerais como o cálcio e o magnésio.

- Nos ajudam a reduzir os gases e facilitam o equilíbrio intestinal.

-Combatem a prisão de ventre e a doença inflamatória intestinal.

Os melhores probióticos que você pode consumir diariamente: 

- kefir

- chucrute

- iogurte

-sopa de missô

- chá de kombucha

- azeitonas

-chocolate escuro (cacau 70 % ou mais, ou o consumo de aproximadamente duas colheres de pó de cacau ou um quadrado da barra)

- ervilhas

- queijo cotagge

Melhores prebióticos:

-alcachofras

- raiz de chicória

-alho

- cebola

-alho-poro

-farelo de trigo

-farinha de trigo

-banana

Benefícios do óleo de coco

O óleo de coco emagrece, reduz o colesterol, acelera o metabolismo e controla diabetes. Descubra outros benefícios desta gordura do bem.

Aumenta o colesterol bom

O óleo de coco é eficaz para aumentar os níveis de colesterol HDL, que é conhecido como o colesterol “bom”. Pesquisas feitas com mulheres com obesidade abdominal mostraram que a HDL aumentou para aquelas que consumiram o óleo de coco. Em contraste, as mulheres que consomem óleo de soja apresentaram uma diminuição no colesterol HDL.

Diminui a sensação de fome:

Os triglicerídeos de cadeia média presentes no óleo de coco reduzem a sua sensação de fome, levando a uma redução espontânea da ingestão de calorias.

Faz bem para a pele:

Manter a pele hidratada faz parte de um dos benefícios do óleo de coco. Muitas mulheres já descobriram que ele é um hidratante maravilhoso para as pernas, braços e cotovelos. Você pode usá-lo em seu rosto também; embora isso não seja recomendado para pessoas com pele muito oleosa.

Ele também pode ajudar a reparar calcanhares rachados. Basta aplicar uma camada fina nos calcanhares na hora de dormir e calçar meias.

Combate infecções

O óleo de coco virgem tem fortes propriedades antibacterianas, que podem ajudar a combater infecções. Um estudo descobriu que ele ajuda a interromper o crescimento da bactéria intestinal Clostridium difficile, que é a responsável por causar diarreia grave.

Suas propriedades também são ótimas para combater várias outras bactérias e leveduras.

Cicatrização de feridas

Estudos feitos em ratos, cujas feridas foram tratadas com óleo de coco, mostraram uma redução dos marcadores inflamatórios, e o aumento da produção de colágeno, um componente importante da pele. Como resultado, as feridas foram curadas muito mais rápido.

Para acelerar a cicatrização de pequenos cortes ou arranhões, aplique um pouco de óleo de coco diretamente na ferida e cubra com uma bandagem.

Combate a candidíase

A Cândida albicans é um fungo responsável por infecções, que normalmente ocorrem em áreas quentes e úmidas do corpo, como a boca ou vagina.

O óleo de coco é um aliado ao combate da candidíase.

Melhora a saúde do fígado

A gordura saturada do óleo de coco protege o fígado de danos causados pelo álcool ou por toxinas.

Em uma pesquisa recente, observaram a diminuição nos marcadores inflamatórios do fígado, e um aumento da atividade das enzimas hepáticas benéficas. Por isso, tenha sempre ele por perto. 

Melhora a função cerebral

Os triglicerídeos de cadeia média (TCM) se transformam em cetonas, que podem atuar como uma fonte alternativa de energia para o seu cérebro.

Vários estudos têm encontrado benefícios impressionantes desse óleo para distúrbios cerebrais, incluindo epilepsia e doença de Alzheimer.

Protege o cabelo

Um estudo comparou os efeitos do óleo de coco, óleo mineral e óleo de girassol no cabelo. O óleo de coco pode ajudar a reduzir a perda de proteína do cabelo, quando aplicado antes ou após a lavagem. Este resultado ocorreu com os cabelos danificados e também saudáveis.

Isso porque o ácido láurico, o ácido gordo principal do óleo de coco, consegue penetrar a haste do cabelo de modo que a maioria das outras gorduras não pode.

Vacina da gripe: quem pode tomar

No último dia 23 começou a Campanha Nacional de Vacinação contra o Influenza, estratégia do Ministério da Saúde para diminuir o impacto da gripe em todo o país. O Dia D, considerado a data mais importante de mobilização nacional, está marcado para o dia 12 de maio.

Se você faz parte dos grupos de risco para complicações da doença, sua participação é primordial. A escolha desses grupos se deve ao fato de eles serem mais vulneráveis aos efeitos da gripe e sofrerem mais com seus sintomas e desdobramentos. A lista inclui:

  • Crianças de 6 meses a 5 anos
  • Pessoas com mais de 60 anos
  • Gestantes
  • Mulheres que deram à luz nos últimos 45 dias
  • Profissionais da saúde
  • Professores da rede pública e particular
  • População indígena
  • Portadores de doenças crônicas, como diabetes, asma e artrite reumatoide
  • Indivíduos imunossuprimidos, como pacientes com câncer que fazem quimioterapia e radioterapia
  • Portadores de trissomias, como as síndromes de Down e de Klinefelter
  • Pessoas privadas de liberdade
  • Adolescentes internados em instituições socioeducativas, como a Fundação Casa

A gripe é uma doença séria, que mata mais de 650 mil pessoas todos os anos, de acordo com um recente levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS). Além de causar aqueles sintomas clássicos — febre alta, nariz entupido, cansaço e dor no corpo —, ela está por trás de complicações como pneumonia e infarto.

Por que investir na Auto Hemoterapia

Em um mundo onde a indústria farmacêutica lucra bilhões, falar de tratamentos alternativos pode gerar muitos ataques. Antiga, empregada pela primeira vez em 1911, a Auto Hemoterapia estimula o aumento dos macrófagos, fortalecendo o sistema imunológico. Trata-se de um recurso terapêutico simples, que se resume em retirar sangue de uma veia e aplicá-lo no músculo.

O sangue é retirado no momento em que será aplicado no paciente e não recebe nenhum tratamento. A quantidade de sangue a ser aplicada depende da doença que deve ser tratada e pode variar de 5 mililitros a 20 mililitros. Cada braço só pode receber até 5 mililitros e cada nádega até 10 mililitros, segundo Luiz Moura. Quando o organismo recebe o sangue no músculo, o reconhece como um corpo estranho que é rejeitado pelo Sistema Retículo Endotelial (conjunto de células que ajudam na formação do sangue e também nos mecanismos de defesa). Com isso, aumenta a produção dos macrófagos que tem taxa normal de 5% e, com a aplicação, sobe para 22%. Esta taxa mais alta permanece por cinco dias e começa a declinar novamente para os 5%, por isso, deve-se fazer uma nova aplicação após uma semana.

A auto-Hemoterapia começou a ser pesquisada no início do século passado, e foi particularmente usada durante a Primeira Guerra Mundial, quando ainda não existia a penicilina e os antibióticos, e os soldados morriam, em sua maioria, devido a infecções hospitalares. Foi então que os médicos começaram a aplicar a auto hemoterapia, que reduziu drasticamente a taxa de mortalidade, nesses casos.

No processo de Auto Hemoterapia, quando o sangue do paciente é reintroduzido em seu próprio músculo, o sistema de defesa irá atacar o sangue, porque ele carrega vestígios da doença que já está instalada no organismo da pessoa. Este aparecimento súbito de resistência impulsionado pelo próprio organismo seria o responsável por combater a própria doença.

Segundo especialistas e defensores da área, a Auto Hemoterapia é capaz de curar diversas doenças. Em uma pesquisa realizada em busca de pessoas que disseram ter sido curadas através da terapia, as que mais foram citadas entre os pacientes foram:

  • Acne
  • Asma, Rinite, Bronquite e alergias
  • Psoríase
  • Doença de Crohn
  • Lupus
  • Artrite reumatoide
  • Cistos
  • Hipertensão
  • Hepatite C
  • Acidente Vascular Cerebral (AVC)
  • Poliomiosite
  • Escaras
  • Depressão
  • Amigdalite
  • Febre reumática
  • Gota
  • Disritmia e convulsões (epilepsia)
  • Dores e processos inflamatórios
  • Herpes
  • Distúrbios circulatórios e processos inflamatórios
  • Úlceras
  • Diabete
  • Hipertensão
  • entre outros
Saiba mais em: http://www.autohemoterapiabrasil.com/

Sinais e sintomas de deficiência de Vitamina D

Aproximadamente 80% das pessoas que vivem em um ambiente urbano são carentes em vitamina D. Além de fundamental para a saúde dos ossos, essa substância também age no coração, cérebro e no mecanismo de proliferação e inibição das células. É eficaz no fortalecimento do sistema de defesa do organismo, auxiliando no combate de doenças, como diabetes, hipertensão, esclerose múltipla e doença de Crohn, pois tem o poder de modular o sistema imunológico.

Fatores de risco comuns para a deficiência de vitamina D:

  • Ter a pele escura e não passar um tempo bom sob o sol.
  • Estar acima do peso ou obeso.
  • Viver longe do equador, onde há pouco sol durante o ano.
  • Sempre usar protetor solar quando sair (sim, protetor solar interfere na síntese de Vitamina D).
  • Passar a maior parte do tempo dentro de ambientes fechados.

Sinais e sintomas de deficiência de Vitamina D

-ficar doente ou contrair infecções com frequência;

- fadiga e cansaço;

- dor nos ossos e nas costas;

- depressão;

- dificuldades de cicatrização;

- perda óssea;

- perda de cabelo;

- dor muscular.

Como obter a Vitamina D

Para evitar a carência da substância é importante tomar de 15 a 20 minutos de sol ao dia. Braços e pernas devem estar expostos, pois a quantidade de vitamina D que será absorvida é proporcional à quantidade de pele exposta.

Todos os alimentos fontes de vitamina D são de origem animal porque as fontes vegetais não conseguem sintetizar a vitamina da maneira como os alimentos provenientes de animais. Até mesmo o salmão, alimento com as maiores quantidades da substância, apresenta somente 6,85% das necessidades diária de vitamina D em uma porção de 100 gramas. Sendo assim, tomar sol é fundamental para evitar a carência do nutriente.

Os suplementos de vitamina D podem ser utilizados em casos de constatação de carência da substância ou no tratamento de algumas doenças. A falta do nutriente é constatada após exame de sangue.