Conheça a arte do bonsai

Há séculos, os japoneses levaram à perfeição a arte do bonsai. A ideia dos bonsai lhes foi inspirada pelas árvores expostas ao vento e subalimentadas, que sobreviviam, talvez um século, nas falésias e montanhas da China e do Japão.

A finalidade dos japoneses sempre foi obter árvores miniaturizadas que reproduzissem perfeitamente as árvores majestosas de seu meio ambiente. Por incrível que pareça, com frequência eram bem sucedidos podando a árvore e suas raízes à medida que cresciam.

Os verdadeiros bonsai utilizam árvores que devem viver ao ar livre durante a maior parte do ano e que só toleram curtas permanências em apartamento. No Ocidente, há uma tendência a estender a arte do bonsai a plantas tropicais suscetíveis de serem cultivadas dentro de casa.

Existem diferentes métodos de cultivo dos bonsai. Com sorte, você poderá descobrir uma verdadeira árvore em miniatura no alto de uma montanha – aliás os japoneses consideram os espécimes anões naturais os mais belos. Mas também é possível plantar uma estaca de uma árvore adulta de tamanho normal ou comprar uma arvorezinha numa floricultura.

Em ambos os casos, você só irá fazer a tutoragem bonsai quando a árvore tiver desenvolvido um caule forte. O meio mais seguro- e mais custoso- é comprar uma árvore já formada e podada. Se a cultivar a partir de sementes, ficará a seu cargo “moldá-la”. A tutoragem fundamental ocorre nos quatro primeiros anos.

Os estilos clássicos de bonsai são os seguintes:

Chokan: Estilo ereto formal. Árvore com tronco reto, que vai diminuindo de espessura gradualmente, da base ao ápice. Os ramos devem ser simétricos e bem balanceados.

Moyogi: Estilo ereto informal. Tronco sinuoso, inclinando-se em mais de uma direção à medida que progride para o ápice, embora mantendo uma posição geral mais ou menos ereta. A árvore deve dar a impressão de um movimento gracioso.

Shakan: Estilo inclinado. Tronco reto ou ligeiramente sinuoso, inclinando-se predominantemente em uma direção.

Kengai: Estilo cascata. A árvore se dirige para fora da lateral do vaso e então se movimenta para baixo, na direção da base do vaso, ultrapassando a borda do mesmo. Os vasos nesse estilo são estreitos e profundos.

Han-kengai: Estilo semi-cascata. Semelhante ao anterior, com a árvore caindo a um nível abaixo da borda do vaso, mas não chega a altura da base do vaso.Fukinagashi: Varrido pelo vento. Árvore com ramo e tronco inclinados como que moldados pela força do vento.

Flores que informam as horas

Diariamente, as plantas usam um “relógio” interno. Todos os seres vivos, incluindo os humanos, têm relógios internos que coordenam vários processos biológicos. No caso das plantas, atividades como o fechamento dos estômatos à noite são baseadas em um ritmo circadiano (um ciclo diário – do latim circa dies, “cerca de um dia”).

Esse ciclo foi observado pelo botânico Carl Lineu, no século XVIII. Ele percebeu que as flores de algumas plantas se abriam e se fechavam em determinadas horas do dia. A maravilha (Mirabilis jalapa), por exemplo, abre suas flores todos os dias por volta das quatro da tarde.

A dormideira (Mimosa pudica) pode retrair-se com a velocidade de um raio em reação ao toque. Comum nos trópicos, ela tem folhas compostas, formadas por numerosos folíolos, que se fecham em questão de segundos à primeira “mordiscada” de um inseto.

Já que as plantas reagem a estímulos, será que também são capazes de se comunicar?

Primavera 2015: o poder das flores

Durante milhões de anos, as plantas reagiram e se adaptaram a incontáveis habitats, resultando na impressionante diversidade atual de espécies. As plantas exibem uma variedade surpreendente de poderes, da capacidade de absorver energia da luz solar a uma aptidão para explorar outras formas de vida.

As flores têm um objetivo: a reprodução. Elas são os órgãos sexuais das plantas, produzindo pólen (que contém células sexuais masculinas) e óvulos (células sexuais femininas). As sementes são a “prole”.

Embora a reprodução vegetativa seja bem-sucedida para muitas plantas, ela tem uma grande desvantagem: todas as plantas têm a mesma constituição genética. A reprodução sexuada permite que uma planta troque genes com outra da mesma espécie, levando à variação genética.

Por estarem enraizadas no solo, juntar as células sexuais femininas e masculinas é um problema, e AS FLORES SÃO A SOLUÇÃO. Durante milhões de anos, uma enorme diversidade de formas e cores de flores se desenvolveu com o objetivo de se aproveitarem de polinizadores específicos, como vento, insetos, pássaros, pequenos mamíferos ou lagartos.

Os polinizadores são como mensageiros, transferindo o pólen de uma flor para as partes femininas de outras. Em um jardim repleto de flores, a oferta é grande para os insetos, e cada planta precisa que suas flores sejam notadas- daí a enorme variedade de cores, formas e fragrâncias.

Se for fazer apenas uma coisa… cuide do jardim!

A jardinagem é uma daquelas raras atividades que trazem múltiplas vantagens, pois inclui exercícios de resistência, força e flexibilidade. Como?

Imagine uma manhã de primavera em que você está preparando sua horta para plantar novas sementes. Cavar a terra fortalece os músculos e cria resistência. Assim como colocar várias pás de adubo e terra no carrinho de mão, transportá-lo pelo jardim, virá-lo e remexer a terra enquanto a espalha. E quando chega a hora de plantar as mudas de flores, legumes ou verduras, você se abaixa e se alonga para enterrá-las.

Mais benefícios da jardinagem:

- Aparar a grama com um cortador ( preferencialmente manual) é um ótimo exercício de resistência;

- Catar folhas traz benefícios para a flexibilidade e a resistência;

- Transportar adubo e terra e ervas daninhas é um bom exercício de força;

- Retirar ervas daninhas é uma ótima forma de alongar músculos que ficaram duros depois de tanto tempo sentado.

Aula de jardinagem para crianças

Ensinar jardinagem aos filhos pode ser uma aula sobre as alegrias da economia e do raciocínio criativo. A criança que decide usar uma antiga vara de pescar como estaca para os tomates, um sapato velho como jardineira para ervas culinárias e uma esferográfica para deixar reto um caule de flor dobrado, certamente, vai aprender a amar o desafio de resolver problemas empregando a imaginação – um florescente integrante da fraternidade do “faça você mesmo”.

Para começar, equipe seu filho com uma pequena pá e um balde, e deixe-o colocar a mão na terra. Ajude-o a plantar uma mistura de sementes de flores, verduras e legumes que produzirão plantas compactas, fáceis de cuidar, e deixe-o aprender por tentativa e erro. Seja o modelo, utilizando o maior número possível de objetos domésticos comuns, e logo ele seguirá seu exemplo.

No fim da estação de crescimento, mantenha as plantas no lugar, para que a criança possa observar o que acontece no jardim dela no outono e no inverno. Ao longo dos anos, esse canteiro pode aumentar; ela trabalhará sozinha – com sorte, como aprendiz na arte da autossuficiência :-)

Se for fazer apenas uma coisa…cuide do jardim!

A jardinagem é uma daquelas raras atividades que trazem múltiplas vantagens, pois inclui exercícios de resistência, força e flexibilidade. Como?

Imagine uma manhã de primavera em que você está preparando sua horta para plantar novas sementes. Cavar a terra fortalece os músculos e cria resistência. Assim como colocar várias pás de adubo e terra no carrinho de mão, transportá-lo pelo jardim, virá-lo e remexer a terra enquanto a espalha. E, quando chega a hora de plantar as mudas de flores, legumes ou verduras, você se abaixa e se alonga para enterrá-las.

Mais benefícios da jardinagem:

- Aparar a grama com um cortador ( preferencialmente manual) é um ótimo exercício de resistência;

- Catar folhas traz benefícios para a flexibilidade e a resistência;

- Transportar adubo e terra e ervas daninhas é um bom exercício de força;

- Retirar ervas daninhas é uma ótima forma de alongar músculos que ficaram duros depois de tanto tempo sentado.

Cultive seu próprio jardim medicinal

No post de hoje, mostramos algumas ervas que podem compôr seu jardim medicinal. Basta investir um pouco de tempo e o valor das sementes, para, em seguida, poder preparar infusões, chás e bálsamos.

É importante escolher um local ensolarado e um solo fértil para preparar o jardim. As plantas perenes vão passar de estação a estação, enquanto as anuais devem ser replantadas ou transplantadas.

Manjericão: Anual. Colha as folhas novas do “rei das ervas” quando precisar. Usos: flatulência, falta de apetite, cortes e arranhões.

Camomila: Anual. Utilize as flores para infusões e pomadas. Usos: indigestão, ansiedade, inflamações cutâneas.

Tanaceto: Perene. Utilize flores e folhas para chás. Mastigue as folhas para aliviar a dor de cabeça. Usos: dores de cabeça, artrites, problemas da pele.

Erva-cidreira ou melissa: Perene. Da família da menta, a erva-cidreira é uma versátil erva medicinal. Usos: ansiedade, insônia, feridas, herpes, picadas de insetos, flatulência.

Salsa: Bianual. Semelhante à sua prima crespa P. crispum, essa erva é carregada de nutrientes. Usos: flatulência, dificuldade de respirar.

Sálvia: Perene. Seu nome significa “curar”, refletindo sua utilização primitiva como erva medicinal e não culinária. Usos: inflamações da boca e da garganta.

Hipérico: Perene. Suas folhas brilhantes e flores amarelas são as partes principais dessa erva. Usos: depressão leve a moderada.

Tomilho: Perene. O ativo principal do tomilho, o timol, é um forte antisséptico. Usos: tosses, congestão, indigestão, gases.

 

Para as crianças: aula de jardinagem

Ensinar jardinagem aos filhos pode ser uma aula sobre as alegrias da economia e do raciocínio criativo. A criança que decide usar uma antiga vara de pescar como estaca para os tomates, um sapato velho como jardineira para ervas culinárias e uma esferográfica para deixar reto um caule de flor dobrado, certamente vai aprender a amar o desafio de resolver problemas empregando a imaginação – um florescente integrante da fraternidade do “faça você mesmo”.

Para começar, equipe seu filho com uma pequena pá e um balde, e deixe-o colocar a mão na terra. Ajude-o a plantar uma mistura de sementes de flores, verduras e legumes que produzirão plantas compactas, fáceis de cuidar, e deixe-o aprender por tentativa e erro. Seja o modelo, utilizando o maior número possível de objetos domésticos comuns, e logo ele seguirá seu exemplo.

No fim da estação de crescimento, mantenha as plantas no lugar, para que a criança possa observar o que acontece no jardim dela no outono e no inverno. Ao longo dos anos, esse canteiro pode aumentar  ela trabalhará sozinha – com sorte, como aprendiz na arte da autossuficiência :-)

Jardim medicinal: aprenda a cultivar o seu

No post de hoje, mostramos algumas ervas que podem compôr seu jardim medicinal. Basta investir um pouco de tempo e o valor das sementes, para poder, em seguida, preparar infusões, chás e bálsamos.

É importante escolher um local ensolarado e um solo fértil para preparar o jardim. As plantas perenes vão passar de estação a estação, enquanto as anuais devem ser replantadas ou transplantadas.

Manjericão: Anual. Colha as folhas novas do “rei das ervas” quando precisar. Usos: flatulência, falta de apetite, cortes e arranhões.

Camomila: Anual. Utilize as flores para infusões e pomadas. Usos: indigestão, ansiedade, inflamações cutâneas.

Tanaceto: Perene. Utilize flores e folhas para chás. Mastigue as folhas para aliviar a dor de cabeça. Usos: dores de cabeça, artrites, problemas da pele.

Erva-cidreira ou melissa: Perene. Da família da menta, a erva-cidreira é uma versátil erva medicinal. Usos: ansiedade, insônia, feridas, herpes, picadas de insetos, flatulência.

Salsa: Bianual. Semelhante à sua prima crespa P. crispum, essa erva é carregada de nutrientes. Usos: flatulência, dificuldade de respirar.

Sálvia: Perene. Seu nome significa “curar”, refletindo sua utilização primitiva como erva medicinal e não culinária. Usos: inflamações da boca e da garganta.

Hipérico: Perene. Suas folhas brilhantes e flores amarelas são as partes principais dessa erva. Usos: depressão leve a moderada.

Tomilho: Perene. O ativo principal do tomilho, o timol, é um forte antisséptico. Usos: tosses, congestão, indigestão, gases.

Plantas para Jardim

Uma casa não está completa sem um jardim que, quando bem cuidado, ajuda a tornar o espaço mais agradável, bonito e relaxante. E para compor o jardim, nada como belas plantas, que se adequem ao tipo de ambiente e clima vigentes. Selecionamos algumas espécies, para você ficar por dentro de suas principais características, e, quem sabe, animar-se em dar uma atenção mais especial ao seu jardim.

Aloes: Babosa – pertence à família das plantas gordas e requer terra arenosa. Multiplica-se por mudas e sementes. A seiva gosmenta das folhas é cicatrizante das feridas, especialmente queimaduras. A mais notável aplicação das folhas dessa planta é como fortificante dos cabelos. Possui flores vermelhas de longa durabilidade.

Dieffenbachia: Comigo ninguém pode – planta nativa da Amazônia; tem caule grosso, contendo seiva irritante e tóxica, folhas em tufos salpicadas de branco. É própria para vasos; multiplicada por mudas; requer terras estercadas.

Sansevieria: Espada de São Jorge – é uma planta que se desenvolve em qualquer solo ou clima. Reproduz por folhas ou fragmentos de folhas. Pode ser conservada por muito tempo em jarras com água renovada. Acaba enraizando na água.

Rhododendron: Azálea – planta de origem chinesa, introduzida no Brasil, é o mais sério rival da roseira. Arbusto que prefere as terras ácidas e turfosas, não deve receber adubação calcárea. As flores são brancas, róseas, cor de salmão e sulferinas; a florada se dá entre agosto e novembro, com tão grande abundância que desaparece a folhagem coberta pelas flores. Multiplicam-se por estacas com 5 folhas.

Pelargonium: Gerânio – planta comum nas jardineiras, requer terra fértil e muita luz. Embora dure entre 2 a 3 anos, é replantada anualmente porque o seu maior florescimento é em pés novos. As estacas devem ficar expostas ao ar por entre 24 a 48 horas, permitindo secar e cicatrizar o corte antes de plantar, para evitar o apodrecimento.

Dália: Planta de grande capacidade de adaptação em qualquer clima e solo; apenas não suporta os encharcados e os muito pobres. As batatas devem ser plantadas entre maio e julho. Para melhores florações, a planta exige adubação quinzenal.

Zantedeschia: Copo de leite – prefere lugares a pleno sol e bastante úmidos, com terra fértil. Uma particularidade dessa planta é que quanto mais velha, melhor floresce. Sendo assim, deixe a planta no mesmo lugar por mais tempo que puder.

Hydrangea: Hortênsia – para que a sua plantação de hortênsia fique mais bonita, com flores bem azuis, regue com água contendo 3 g de alúmen amoniacal por litro. A adubação calcárea ou de reação alcalina faz variar o colorido das flores, tornando-as róseas.

Bougainvillea: trepadeira muito popular, multiplicada por meio de estaca. As flores são vistosas e de várias cores – roxo, vermelho, cor de tijolo e branco. Requer terra fértil bem adubada. As podas reduzem a florada seguinte e, quando não for necessário, remova apenas um ou outro galho velho. Planta excelente para cobrir muros, paredes, terraços ou portões.