Fibras alimentares e musculação

A musculação é um dos exercícios mais praticados nas academias, pode ser adaptada facilmente ao objetivo do aluno e às suas condições físicas. Essa é uma atividade eficaz, mas que exige muita dedicação e paciência até os resultados aparecerem.

É na ânsia de alcançar o corpo desejado que muitos praticantes dessa modalidade tomam anabolizantes e prejudicam a saúde em um grau elevado. Mas, então, o que podemos fazer para acelerar o resultado do exercício físico?

Existe uma fórmula simples e saudável que somada à musculação traz efeitos significativos: a alimentação equilibrada. Uma dieta rica em fibras e a ingestão de líquido ajudam o praticante de musculação a chegar ao ponto esperado.

As fibras auxiliam na regularização do intestino, ajudam a controlar o açúcar no sangue, a baixar o colesterol ruim e até na prevenção de câncer do cólon. Com o açúcar e o colesterol controlados, o organismo elimina mais rapidamente a gordura e absorve melhor os valores nutricionais de outros alimentos, o que influencia diretamente no resultado da atividade física.

Podemos encontrar fibras em vários alimentos, anote alguns deles para incluir em sua dieta diária.

- Arroz integral;

- Pão integral;

- Lentilha;

- Ameixa seca;

- Banana;

- Maçã;

- Soja.

É importante lembrar que a ingestão de água torna-se ainda mais indispensável quando a alimentação está baseada nas fibras. O líquido vai melhorar o funcionamento do intestino. Sem ele, o efeito pode ser contrário e a pessoa acaba ficando com o intestino preso.

Deficiência de vitamina C e infarto

A vitamina C é um antioxidante capaz de anular a ação dos radicais livres, protegendo o organismo da contaminação do meio ambiente, além de diminuir o envelhecimento precoce. Além disso, melhora a imunidade, traz benefícios à pele, fortalece os ossos, aumenta a absorção do Ferro, é um aliado no combate ao estresse, etc. 

Mas o que muita gente ainda desconhece é a relação da deficiência de vitamina C e infarto. Isso mesmo. A debilidade dos vasos sanguíneos e a deterioração das paredes arteriais são as principais causas das enfermidades cardiovasculares, e estudos recentes concluíram que a vitamina C fortalece, e muito, as paredes dos vasos sanguíneos!

As principais conclusões dos estudos a respeito deste tema são de que produzimos placas que provocam entupimentos nas artérias pelo fato de não conseguirmos produzir a vitamina C, ao contrário dos demais animais, além de, nos dias atuais, a carência dessa vitamina e de outros nutrientes na dieta diária aumentarem os riscos de infarto. 

E antes que você sai correndo rumo à farmácia mais próxima, para comprar algum suplemento de vitamina C, saiba que, provavelmente, estará jogando seu dinheiro no lixo e sobrecarregando os rins. 

A ingestão adicional do nutriente só é recomendada em casos especiais- fumantes, atletas, pessoas expostas a frio intenso e aquelas com saúde debilitada ou em pós-cirúrgico. Se você não se encaixa nesses casos, nem tem prescrição médica para isso, deixe comprimidos e efervescentes de lado e corra para o mercado ou para a feira.

Veja aqui alguns cuidados que você deve ter ao preparar frutas, legumes e verduras para o consumo:

Descasque com cuidado: Perde-se nutrientes ao se retirar uma casca muito grossa, já que debaixo da pele há mais vitaminas do que no centro. O mesmo acontece quando se eliminam as folhas exteriores de algumas hortaliças verdes.

Não deixe de molho por muito tempo: Prepare verduras e frutas com a menor antecedência possível. Ao mantê-las de molho por mais de meia hora, pode ocorrer perda de vitaminas.

Evite cortar ou partir: Não faça isso com muita antecedência, para não deixá-los expostos.

Cozinhando em água: Parte dos nutrientes fica na água do cozimento. Reduza as perdas colocando os alimentos em água fervendo. E aproveite o caldo para fazer sopa ou arroz.

Panela de pressão é melhor: Como o tempo de cozimento é menor, há maior aproveitamento nutritivo dos alimentos.

No vapor é melhor ainda: Aqui não há perda de sais minerais e se perde muito pouco de vitaminas.

Grelhar é boa opção: Nesse tipo de preparo, as proteínas superficiais coagulam rapidamente, evitando a saída de água do alimento e, consequentemente, dos nutrientes;

Óleo abaixo de 175ºC: Sempre que possível, evite frituras. Mas se optar por fritar, use óleo quente até 175ºC. Não reutilize o óleo escurecido, o que indica degradação (coloque-o em uma garrafa PET e destine-o à reciclagem).

Ao triturar, consumir rápido: Quando trituramos, há aumento na perda de vitaminas, porque uma grande quantidade de oxigênio entra no alimento. Por isso, consuma purês ou sucos de fruta logo após serem preparados. Já o suco de laranja pode ser mais bem armazenado.

Praticidade do micro-ondas: A rapidez com que os alimentos são cozidos no forno de micro-ondas permite que os valores nutricionais não sejam prejudicados. E a radiação não produz efeitos nocivos sobre os alimentos.

Como manter o bronzeado por mais tempo

Fonte de energia, o sol fortalece os ossos, melhora a elasticidade da pele e anima o astral. Além disso, deixa a pele com aquele tom dourado do verão. Contudo, se os devidos cuidados não forem tomados, a radiação solar resseca a pele e se torna responsável pelas indesejáveis rugas e envelhecimento.

Procure tomar sol até às 11 horas e após às 16 h e, claro, não esqueça de usar o filtro solar, protetor labial, chapéu e óculos.

Dicas para manter o bronzeado:

-Hidrate muito bem o corpo com uma alimentação rica em frutas e muito líquido;

- Após o banho, passe hidratante em todo o corpo, massageando a pele com movimentos circulares. O bom hidratante apresenta substâncias que evitam a ardência e nutrem a pele;

- Tome banhos mornos ou frios, pois a água quente resseca a pele;

- Aplique máscara hidratante no rosto – região do corpo que exige mais cuidados ( existem produtos específicos para cada tipo de pele);

- Para garantir a beleza, saúde e o bem-estar, não deixe de lado uma atividade importantíssima: beber muita água.

- Para um tom de bronzeado bonito, vale a pena ingerir legumes e frutas de cor vermelha, laranja e amarela, ricos em betacaroteno.

-Alimentos ricos em antioxidantes – frutas, legumes, verduras, grãos e alimentos integrais – ajudam na redução da inflamação da pele durante os dias de exposição, além de protegê-la dos danos causados pelo sol.

- Complementar o bronzeado usando autobronzeadores é uma bela forma de reforçar a cor do verão quando não estiver mais na praia ou piscina.

Alimentos que hidratam ( porcentagem de água):

Pepino: 96%

Rabanete: 95%

Escarola: 94%

Repolho: 93%

Melancia: 92%

Melão: 90%

Pêssego: 88%

Laranja: 87%

Fatores psicológicos e bruxismo

Geralmente, o problema está relacionado a fatores psicológicos, como o alto nível de tensão emocional, que acaba gerando ou intensificando o ranger e o apertar dos dentes. Tal comportamento pode causar desgastes dentários exagerados, mobilidade dental e perda de estrutura óssea alveolar, responsável por manter os dentes em posição normal dentro do arco dentários. Em casos extremos, o bruxismo pode provocar perda prematura dos dentes.

Na maioria dos casos, a perda do controle de tais hábitos parafuncionais é notada por pessoas próximas, que ouvem o ruído à noite ou observam alguma anormalidade na fala do indivíduo.

Nesse caso, é bom procurar um dentista, que irá produzir uma peça muito simples para uso interno, removível, conhecida como placa de mordida. A peça é adaptada ao maxilar superior, sendo inserida na boca pelo próprio paciente apenas na hora de dormir, não representando qualquer incômodo. Quando a causa do bruxismo ocorre devido a questões emocionais sérias, o indicado é também um tratamento psicológico.

A princípio, o bruxismo pode se desenvolver em qualquer pessoa. Sua incidência é bem comum, atingindo cerca de 60% da população. Apesar de serem mais frequentes em jovens, os idosos também podem sofrer deste mal.

Alimentação: reduza o sal

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo de menos de 2 g de sódio por dia, o que equivale a 5 g de sal. Contudo, no Brasil, a população consome, aproximadamente, 12 gramas.

O excesso de sal causa muitos males à saúde e ao corpo, como a retenção de líquido, a elevação da pressão arterial, risco de Acidente Vascular Cerebral (AVC), insuficiência cardíaca, osteoporose, insuficiências renal, dentre outros.

Confira cinco formas de reduzir o sal e proteger a sua saúde:

1- Use temperos que não contenham sódio, como ervas frescas, alho fresco ou em pó, cebola desidratada em flocos (em vez de sal de cebola), mostarda desidratada, coentro, limão, menta, cominho, tomilho, manjericão, folhas de louro secas, gengibre, pimenta, pimentão, cebolinha e salsa.

2- Prepare seu próprio molho para saladas em vez de comprar a versão enlatada. Use vinagres temperados em vez de sal para temperar a comida.

3- Coma mais frutas, verduras e legumes frescos ou congelados. Se preferir vegetais enlatados, selecione os com sódio reduzido. Compre batata fresca e evite as empacotadas; pepino fresco e não picles. Adicione temperos e ervas no lugar do sal à água em que cozinhar os legumes.

4- Coma peixe fresco ou congelado no lugar das variedades enlatadas ou desidratadas. Prefira rosbife fatiado ou frango a carnes processadas, à bolonhesa ou salame.

5- Reeduque seu paladar: experimente a comida antes de adicionar sal. Prepare os alimentos desde o início em vez de comprar alimentos pré-preparados. Adapte suas receitas prediletas usando metade da quantidade de sal indicada.

Verão: quando a saúde do coração requer mais cuidados

Nos dias mais quentes do ano, muitas pessoas abusam de atividades físicas e cometem excessos na alimentação. Saiba que, no verão, os cuidados com a saúde do coração devem ser redobrados.

Não adianta passar a maior parte do ano sem praticar alguma atividade física e, de repente, correr para a academia, achando que irá transformar o seu corpo em apenas algumas semanas. Além disso, há aqueles que, sem recomendação de um nutricionista, começam a fazer uso indiscriminado de suplemento alimentares.

Cautela é a palavra de ordem, principalmente, para aqueles indivíduos que fazem parte do grupo de risco e, portanto, não podem fazer exercícios físicos sem uma avaliação médica prévia, tampouco abusar da alimentação. Os frutos do mar, por exemplo, têm alto teor de colesterol, principal fator desencadeante da aterosclerose.

Sendo assim, dê preferência à alimentos mais leves e bem cozidos. Muito cuidado ao pedir salada crua e peixe cru. Os raios solares e as temperaturas altas podem favorecer a oxidação da pele em contato com o alimento. Já o calor intensifica o risco de  proliferação de fungos e bactérias nos alimentos, principalmente, em carnes e cereais.

Pastas e molhos com maionese caseira, ou seja, preparada com ovo cru, devem ser evitados. Estes alimentos aumentam o risco de intoxicação por salmonela, uma bactéria perigosa, transmitida via alimentos contaminados. Caso já exista alguma contaminação, o calor irá aumentar o potencial de intoxicação por salmonela.

O limão e outras frutas cítricas são outros alimentos perigosos de serem ingeridos no verão.  Em contato com a epiderme exposta ao sol, esses alimentos mancham a pele. A causa é a furocumarina, substância presente no limão que tem a capacidade de captar a luz, causando manchas na pele que demoram até dois meses para saírem.

Beba muita água! Atenção redobrada a cardiopatas que fazem uso de medicamentos. No verão, o calor extremo e a umidade aumentam a perda de água e sais minerais através da transpiração e da respiração. Por isso, para evitar a desidratação, a melhor saída é ingerir bastante líquido nesta época do ano, principalmente pacientes de maior faixa etária e que fazem uso de diuréticos.

Benefícios dos alimentos ricos em proteínas

Um suculento peito de frango assado. Um ensopado com pedaços de carne magra. Bife de peru com legumes quentes. Esses pratos ricos em proteínas não apenas dão água na boca, como também ajudam a manter os músculos e a imunidade fortes. Ricos em vitaminas e minerais essenciais, que, com o passar dos anos, tornam-se ainda mais importantes para a boa saúde, também promovem a saciedade, reduzindo o apetite por mais tempo.

Encontradas em grande quantidade especialmente em alimentos de origem animal, como carne, ovos, leite ou queijo, as proteínas são moléculas formadas em decorrência da ligação dos aminoácidos, macronutriente fundamental na alimentação de pessoas de qualquer idade, especialmente para as crianças e pessoas que praticam muitas atividades físicas. Esse nutriente ajuda na correta contração dos músculos, no fortalecimento do sistema imunológico, evita alterações hormonais e auxilia na transformação dos alimentos ingeridos.

Além disso, ao lado dos carboidratos e gorduras, a proteína integra os três nutrientes principais que o organismo necessita para gerar energia e funcionar adequadamente.

Um peito de frango assado sem pele, por exemplo, tem entre 120 e 140 calorias, e vem com toda a proteína que você pode querer com menos da metade da gordura de um bife. É versátil e pode ser o ingrediente principal de tudo- desde uma canja de galinha no almoço até um frango assado no jantar de domingo.

Uma porção de 115 g de peito de peru fornece 60% da proteína de que você precisa por dia, sem a gordura que existe em muitos cortes de carne bovina e suína. Já a carne vermelha é mais saudável do que se pode imaginar. Cortes magros como a chuleta e o filé mignon têm pouca gordura. Metade dos ácidos graxos presentes em uma porção de carne magra é do tipo monoinsaturado, o mesmo encontrado no azeite de oliva.

Segundo pesquisadores, esses ácidos graxos são benéficos ao coração e baixam o colesterol. Melhor ainda: 1/3 da gordura saturada da carne é um ácido graxo singular chamado ácido esteárico, que tem efeito redutor ou neutro sobre o colesterol.

Uma porção de carne bovina é uma excelente fonte de cinco nutrientes essenciais: proteína, zinco, vitamina B12, selênio e fósforo, e uma boa fonte de outros quatro- niacina, vitamina B6, ferro e riboflavina.

É a mesma história com a carne de porco: o lombinho é magro, suculento e totalmente saudável em porções moderadas.

Como a alimentação interfere na saúde dos pulmões

Uma alimentação nutritiva e bem balanceada contribui para a prevenção e redução da gravidade de problemas respiratórios como a bronquite, pneumonia e outras infecções pulmonares. Isso porque indivíduos saudáveis conseguem superar as causas dessas doenças.

Todas as pessoas podem manter os pulmões saudáveis, ao evitar o cigarro, praticando atividade física regularmente, e ao evitar a poluição, sempre que possível. No entanto, uma maneira menos conhecida para cuidar da saúde dos pulmões é a mudança na dieta. Estudos têm demonstrado que os alimentos que comemos afetam nossos pulmões, e que alguns podem até mesmo ter um impacto positivo sobre a função pulmonar.

Vegetais crucíferos: Estes são os vegetais da família do repolho. Eles possuem grandes quantidades de antioxidantes, que ajudam a limpar o corpo de toxinas prejudiciais. Eles também contêm glucosinolatos – compostos químicos que ajudam a inativar agentes cancerígenos e proteger as células contra danos. Os melhores exemplos de vegetais crucíferos são brócolis, couve-flor, repolho e couve-de-bruxelas.
Carotenoides: Este pigmento antioxidante de cor laranja reduz o risco de câncer do pulmão. Uma maneira de reconhecer um carotenoide é pela cor: os carotenoides são normalmente encontrados em frutas e legumes com tons de laranja, vermelho ou amarelo. Por exemplo, batata-doce, abóbora, cenoura e damascos são alimentos com quantidades elevadas de carotenoides. As cenouras são particularmente boas para os pulmões, pois também contêm betacaroteno, que se converte na vitamina A, que reduz significativamente a probabilidade de se desenvolver asma.
Ácidos graxos Ômega-3: É bem sabido que este ácido graxo é bom para sua saúde geral. O que é menos conhecido é que beneficia particularmente os pulmões. Ele é encontrado no peixe, castanhas e sementes de linhaça, e pode melhorar a função pulmonar e aumentar a capacidade do pulmão, reduzindo a inflamação das vias respiratórias.
Alho: Ele é essencial para manter o sistema imunológico saudável, pois é um anti-inflamatório natural. O alho também tem altos níveis de alicina, um antibiótico natural que combate infecções bacterianas e fúngicas nos pulmões.
Gengibre: Essa raiz é um poderoso antioxidante e anti-inflamatório natural que pode limpar os pulmões de qualquer tipo de poluição persistente. Fatias de gengibre podem ser adicionadas ao chá, e também fazem deliciosos biscoitos.
Magnésio: Alimentos como sementes, castanhas ou grãos são ricos neste mineral. O magnésio é um anti-inflamatório natural que aumenta a capacidade pulmonar e melhora a eficiência do processo respiratório. É recomendado para asmáticos e para as pessoas com doenças pulmonares obstrutivas crônicas.
Romã: Essa fruta é nutricionalmente densa em antioxidantes e antocianinas, dois nutrientes que combatem o câncer. Estudos revelam que essa combinação é particularmente eficaz em retardar o crescimento e a disseminação de células cancerígenas prejudiciais. As sementes da romã adicionam um ótimo sabor a saladas ou podem ser usadas para fazer um delicioso suco.
Vitamina C: Essa vitamina é encontrada abundantemente em goiabas, laranjas, kiwis e pimentões. Uma dieta rica em vitamina C ajuda seus pulmões a transportar oxigênio pelo corpo. Estudos sugerem que, com o consumo regular de vitamina C, a saúde dos seus pulmões irá deteriorar-se a um ritmo mais lento e você vai estar menos propenso a desenvolver doenças respiratórias, como bronquite e asma. Ela também previne a ocorrência de doença pulmonar obstrutiva crônica, que provoca falta de ar.
Abacaxi: Abacaxis são ricos em bromelina, uma enzima que reduz a inflamação dos seios da face. Ela é também um tratamento natural de edemas pulmonares – uma condição que previne que fluidos sejam drenados adequadamente dos pulmões, resultando em falta de ar. Pesquisas mostram também que a ingestão de alimentos ricos em bromelina reduz a inflamação de glóbulos brancos em até 85%.
Líquidos: A ingestão adequada de líquidos é de suma importância, já que ajuda a afinar o catarro e facilita a respiração. Não somente os líquidos frios e não-alcoólicos, mas também a canja de galinha e outros líquidos quentes são recomendados.
Zinco: Por aumentar a imunidade, especialmente contra infecções das vias aéreas respiratórias, o zinco é encontrado em muitos alimentos: carnes magras, ostras, iogurte e produtos integrais. Porém, não se deve consumir mais de 40 mg por dia, pois prejudica o sistema imunológico.

Enxaqueca: os alimentos que desencadeiam e os que previnem a dor

Muitos alimentos, aditivos e outros componentes alimentares podem causar enxaquecas, mas os fatores desencadeantes variam muito de uma pessoa para outra. Confira as causas mais comuns:

- Queijos envelhecidos, creme de leite e alguns derivados do leite.

- Alimentos fermentados, como picles, molho e pastas.

- Chocolate.

- Miúdos e carnes salgadas, secas, curadas, defumadas ou que contenham nitritos.

- Sardinha, anchova e arenque em conserva.

- Álcool, especialmente vinho tinto;

- Temperos e aromatizantes, principalmente adoçantes artificiais.

- Sulfitos usados como conservantes de vinhos e frutas secas.

- Glutamato Monossódico (GMS).

O que comer:

-Cenoura, gengibre, maçã e kiwi: alimentos antioxidantes que ajudam no bloqueio da síntese de prostaglandinas (substâncias responsáveis pelos processos inflamatórios).

-Arroz, frutas, nozes, queijo branco, iogurte, verduras, pães integrais, grãos e cereais, leite desnatado e carnes e peixes magros: proporcionam bem-estar, porque são fontes de carboidratos e triptofano, que estimulam a liberação de serotonina.

-Peixes de água fria, como salmão e sardinha: são ricos em ômega-3, substância que ajuda a evitar inflamações que provocam dores.

-Castanha-do-pará e amêndoa: ricas em selênio, atuam no sistema nervoso central e ajudam a diminuir a intensidade das crises.

-Ovo, espinafre, escarola, agrião, couve: alimentos ricos em vitaminas do complexo B, que são antioxidantes e favorecem as funções cerebrais.

-Aveia, feijão, batata, ervilha, sementes e tomate: possuem magnésio, substância que costuma faltar no organismo de quem tem enxaqueca.

Ervas para alívio da enxaqueca:

Tome uma ou duas cápsulas de camomila (matricária) para reduzir episódios de dores de cabeça. Doses regulares de camomila reduzem a frequência e a intensidade de enxaquecas e da náusea que a acompanha. Comece devagar, porque a camomila pode provocar reações alérgicas. Se você não tiver efeitos colaterais, pode seguir a ingestão indefinidamente.

APLV: alternativas para a fase de amamentação

A sigla APLV refere-se à alergia à proteína do leite de vaca. Assim como outras alergias alimentares, ela ocorre quando o sistema imunológico reage a proteínas presentes nos alimentos por considerá-las elementos estranhos. O organismo inicia a produção de células inflamatórias e/ou anticorpos específicos (IgE) para combater as moléculas invasoras, desencadeando um processo alérgico.

Entre os principais sinais desse tipo de alergia estão aqueles de ordem digestiva, a exemplo de falta de apetite, vômitos, diarreia e sangue nas fezes. Outros sintomas comuns são os cutâneos, que incluem urticária (placas vermelhas na pele), dermatite atópica, coceira e inchaço. Vale lembrar também dos problemas respiratórios que os pequenos alérgicos à proteína do leite de vaca costumam apresentar – entre eles estão chiado no peito, pneumonia e tosse.

Não há um medicamento específico que trate a APLV. A principal forma de aliviar os sintomas é seguir uma dieta livre dos itens que provocam a alergia. A boa notícia é que a maior parte dos casos tende a desaparecer até os 5 anos de idade.

Além de conhecer os derivados do leite, pais e mães de pequenos com essa alergia devem estar atentos a substâncias com nomes muitas vezes complicados e que contêm a proteína do leite de vaca. De acordo com a SBP, algumas das principais são: alfacaseína, betacaseína, caseinato, alfalactoalbumina, betalactoglobulina, alfalactoglobulina, aroma de queijo, lactulose e lactose presente em medicamentos.

Alternativas às mães que amamentam:

No blog de Katia Ouang (minhasdikas.com), a Nutricionista Mariana Del Bosco escreveu sobre  a Alergia a Proteína do Leite de Vaca. Dentre outras informações, a profissional em questão apresenta alternativas às mães que amamentam, oferecendo dicas importantes a respeito dos cuidados em relação à alimentação, para não prejudicar o bebê.

“É bem difícil seguir a dieta isenta de alimentos que contêm as proteínas do leite. O leite está amplamente distribuído em preparações culinárias e nos alimentos industrializados, sendo assim, além de cortar o leite e seus derivados da dieta é preciso cozinhar de forma segura e checar a rotulagem de todos os alimentos industrializados.

O sanduíche vai ser bem diferente do habitual.  A começar pelo pão. Não há garantias que o pão da padaria não tenha sido contaminado com algum produto com leite. Já houve caso de padaria que usa leite em pó na receita para que o pão fique mais macio. Pães industrializados, por serem processados em equipamentos que tem contato com lácteos, podem conter traços de leite. Cheque nos SACs das empresas, quais pães são seguros para consumo. Na wickbold, o pão australiano está liberado, assim como toda a linha Pinheirense. Sugiro adquirir a máquina de pão para fazer receitas absolutamente seguras, saudáveis e deliciosas.”

Por não serem industrializados, os pães PInheirense são indicados em casos de APLV.

Leia a matéria completa em: http://www.minhasdikas.com/2013/03/coluna-da-mari-aplv.html