Antepasto de shitake servido com Pão Pinheirense

Está à procura de uma entrada rápida e saborosa para aquela refeição especial? O antepasto de shitake é saboroso, fácil de fazer, e fica ainda melhor quando servido com os Pães Pinheirense – integrais, artesanais e livres de conservantes.

Os benefícios do shitake para a saúde são muitos. Além de ajudar a emagrecer, reduz o colesterol, auxilia no combate ao câncer, combate os radicais livres, fortalece o sistema imunológico, controla a pressão arterial, protege o sistema cardiovascular e previne a trombose. Motivos para incluir esse alimento não faltam, certo? Selecionamos uma receita prática e deliciosa de antepasto de shitake:

Ingredientes: 1 cebola média, ½ pimentão, 1 tomate, 100g de shitake, azeitonas picadas, sal, azeite, salsinha, orégano, Pão Sueco  ou de forma Integral Pinheirense.

Preparo: 

Corte os ingredientes em tiras finas.

Refogue a cebola até dourar e acrescente o pimentão.

Adicione o shitake.

Tempere a gosto e deixe em fogo brando por aproximadamente 5 minutos.

Sirva com o Pão Sueco ou com o de forma integral da Pinheirense.

Rubor facial em excesso e sistema nervoso simpático

O rubor facial sempre foi relacionado à timidez, porém, em algumas pessoas, ele não tem como causa apenas fatores emocionais. O rubor facial em excesso, aquele que ocorre sem causa aparente, está relacionado a uma disfunção ao nível do nervo simpático, que ao emitir uma mensagem errada e exagerada ao sistema nervoso central, causa os sintomas – rubor, sensação de queimação e ardência em todo o rosto, taquicardia e, em alguns casos, sudorese.

Diagnostica-se que uma pessoa possui a disfunção do nervo simpático torácico quando apresenta o rubor facial em excesso com muita frequência e por qualquer motivo, sem que, para tal, precise estar constrangida, por exemplo. Além disso, quem tem essa doença, manifesta outros sintomas, como taquicardia, ansiedade excessiva e falta de ar.

“O rubor em excesso ocorre em pessoas que apresentam uma disfunção ao nível do nervo simpático, localizado no interior do tórax. Em razão disso, é lançada uma mensagem exagerada (errada) que provoca no organismo a liberação de adrenalina, dilatando as artérias da face e/ou pescoço e/ou tórax e/ou braços, gerando o rubor em excesso e uma sensação de ardência e/ou calor e/ou queimação nos locais (especialmente na face)”, explica o Dr. Antonio Malucelli, especialista em medicina do tórax. Aproximadamente 0,2% da população mundial sofre desse mal. Há uma maior incidência em indivíduos da mesma família e em descendentes de poloneses, alemães e outros povos de pele clara.

A simpatectomia torácica é realizada sob anestesia geral, através de 2 incisões (0,7 a 1 centímetro) no tórax. Coloca-se o toracoscópio adaptado a uma microcâmera – vídeo-cirurgia do tórax – cirurgia minimamente invasiva. Esse sistema visualiza a região interna do tórax, com aumento de 20 vezes, lançando a imagem para dois monitores de vídeo. A partir daí, procede-se à cirurgia, clipando (clip de titânio) um ou mais segmentos do nervo ou realizando a secção de um ou mais segmentos do nervo (com bisturi elétrico, tesoura, laser, ultracision, bisturi ultra-sônico ou harmônico, etc).

A simpatectomia torácica é realizada sob anestesia geral, através de 2 incisões (0,7 a 1 centímetro) no tórax.

O paciente já sai do centro cirúrgico, em aproximadamente 98% dos casos, sem a sensação de calor e/ou ardência e/ou queimação no rosto, ou seja, não sentirá mais os efeitos do rubor. Ocorre também a diminuição e/ou eliminação da intensidade (cor do vermelho) e da frequência do rubor, em aproximadamente 50 a 80% dos pacientes.

Os inúmeros tratamentos que têm sido realizados por mais de 40 anos no mundo inteiro não surtem bons resultados e, quando geram alguma melhora, esta é temporária. O uso de medicamentos é um exemplo – o tratamento clínico é realizado com o uso de medicamentos orais tais como calmantes, antidepressivos, ansiolíticos que tratam a depressão e a ansiedade. Contudo, não tratam a causa do rubor facial que é uma disfunção no sistema simpático e não no sistema nervoso central.

“O rubor em excesso é devido a uma disfunção do nervo simpático, e pode ser desencadeado (só em quem possui essa disfunção) tanto quando a pessoa fica nervosa, ansiosa, em situações constrangedoras, quanto na ocorrência de situações normais (conversando com amigos, realizando sozinha qualquer atividade, etc).

O rubor facial também não pode ser confundido com a rosácea, que é uma doença da pele.

Chá de tangerina: previne de resfriados a tumores

Além de ser fonte de vitamina C (uma fruta de tamanho médio fornece cerca de 60% da Ingestão Diária Recomendada- IDR – para um adulto), as tangerinas são mais ricas em vitamina A (na forma de betacaroteno) do que qualquer outra fruta cítrica.

A casca da tangerina, que costumamos jogar no lixo, também traz diversos benefícios para nosso organismo. Ela é capaz de baixar o colesterol, tem antioxidantes e é usada para o combate ao câncer, para auxiliar na digestão, acalmar o estômago, equilibrar o nível do açúcar no sangue, desintoxicar o fígado e aliviar o estresse. Como se não bastasse, é diurética e, por isso, ajuda no emagrecimento.

Chá de tangerina

A casca da tangerina possui concentrações elevadas de vitaminas A, C, cálcio e fósforo, podendo ser usada no preparo de doces, geleias e chás. Na medicina tradicional chinesa, a casca de tangerina é utilizada para auxiliar no processo de digestão, acalmando o estômago, além de equilibrar a taxa de açúcar no sangue, desintoxicar o fígado e aliviar o estresse.

O chá de tangerina ajuda a manter a temperatura do corpo, e acompanhado por gengibre e alfazema, é um ótimo aliado para as épocas em que gripes e constipações são males comuns.

Primeiramente, é necessário desidratar as cascas. Para isso, basta colocá-las em uma forma e deixar ao sol por alguns dias. Em seguida, guarde as cascas lacradas dentro da geladeira, onde podem ser conservadas por até dois ou três meses. Para preparar o chá, adicione as cascas em água fervente e deixe em infusão durante 3 minutos. Após esse período, é só coar. Não use açúcar, mel, nem adoçante.

Presunto Parisiense com Pão Sueco

O pão tipo sueco é um alimento versátil, usado no preparo de diferentes pratos. No post de hoje, compartilhamos uma receita super fácil e que cai bem naquela reunião com os amigos, em uma vérnissage, em festinhas, como lanche rápido e prático, etc.

Receita de Presunto Parisiense com Pão Sueco: 

Você vai precisar de:

-90 g de manteiga

-1 colher de chá de mostarda Dijon

-200 g de presunto defumado

-20 pepinos em conserva, para decoração

Preparo:

Misture a mostarda com a manteiga e faça a base do Pão Sueco. Corte o presunto em meia lua e o adicione no topo da manteiga, decorando com o pepino.

Muito fácil, né? E saboroso. De quebra, você ainda consome o pão tipo sueco da Pinheirense – artesanal, integral e sem conservantes!