Água engarrafada nem sempre é mineral

Água é vida! Mesmo sendo indispensável para todas as funções do nosso corpo, sua relevância para a saúde, assim como a sua potabilidade, nem sempre são consideradas. Talvez, você não esteja a par de alguns fatos sobre a água engarrafada (aquela comercializada em cada esquina). E mesmo que já tenha conhecimento acerca das informações a seguir, vale a pena relembrá-las:

- Estima-se que 25% da água engarrafada seja, na realidade, água de torneira filtrada;

- Água mineral é frequentemente rica em sódio;

- Diferentemente do sistema de abastecimento de água municipal, a água engarrafada pode não conter flúor suficiente para proteger contra as cáries;

- Não é uma boa ideia reutilizar garrafas plásticas de água. Lavá-las e reusá-las muitas vezes acelera o processo de quebra do plástico, aumentando a exposição a substâncias químicas potencialmente prejudiciais;

- Verifique a data de engarrafamento e a data de validade para descobrir quão fresca é a água. Normalmente, a água engarrafada contém um menor número de bactérias prejudiciais. Mas, se a água for armazenada por períodos longos em temperatura ambiente, as bactérias podem proliferar rapidamente. O melhor a fazer é armazenar a água em locais refrigerados;

- Recipientes abertos de água engarrafada devem ser refrigerados, caso bactérias potencialmente prejudiciais tenham entrado neles.

Infecção urinária: causas e prevenção

Grande parte das infecções do trato urinário (ITU), também conhecidas como cistite, afeta a bexiga, podendo, ainda, atingir os rins, os ureteres e a uretra. Os sintomas mais frequentes são: necessidade urgente de urinar, mesmo quando a bexiga não está cheia; dor e ardência ao urinar; dor na região lombar inferior, febre, além de sangramento ( nos casos mais graves).

A maioria das infecções urinárias é provocada pela bactéria E. coli, organismo que vive no trato intestinal, mas que pode se alojar na bexiga. A clamídia, um organismo transmitido sexualmente, também pode ser responsável pelas ITU.

Possíveis causas da infecção urinária:

Obesidade: as dobrinhas em várias partes do corpo, que resultam do excesso de peso, podem dificultar uma higienização eficaz da região genital após urinar, facilitando a proliferação de bactérias.

“Prender” o xixi: Urinar funciona como uma lavagem contínua da bexiga. O hábito de “segurar” o xixi aumenta os riscos de infecção, pois a bexiga ficará mais exposta à proliferação de bactérias. Também é indicado urinar antes e após a relação sexual, quando as chances de infecção também aumentam.

Diabete: qualquer doença que comprometa as defesas do organismo irá facilitar a infecção urinária. Também é bom tomar cuidado com medicamentos fortes e com o excesso de atividade física.

Constipação: A bactéria Escherichia coli  é a causadora da maioria dos episódios de cistite. No intestino, onde vive, não causa problemas, mas ao se infiltrar na área da vagina, começa a competir com outros micro-organismos, ocasionando a infecção.

Camisinha: Os espermicidas – substâncias responsáveis por matar os espermatozoides – modificam a flora vaginal, deixando as mulheres mais suscetíveis à ação maléfica das bactérias. Portanto, o ideal é usar camisinhas sem o tal espermicida ou que tenham a substância na parte interna, para o gel ficar em contato apenas com o pênis.

Táticas preventivas:

- evite duchas e desodorantes íntimos, que podem irritar a bexiga;

- se usar diafragma, peça para seu médico indicar o tamanho certo. Um diafragma um pouco acima do tamanho adequado pode irritar a uretra e a bexiga;

- urine e tome um copo de água antes do ato sexual, e urine no máximo uma hora depois para limpar o trato urinário;

Dieta para sinusite

Embora a nutrição não aja diretamente sobre a sinusite, algumas medidas alimentares podem ajudar bastante. Alguns pacientes com sinusite crônica dizem obter melhora após banirem laticínios de sua alimentação. As pessoas que desejarem experimentar essa abordagem devem consultar o médico, para saber se serão necessários suplementos ou um aumento de ingestão de alimentos ricos em cálcio, mas que não sejam derivados do leite.

Líquidos podem ajudar a diluir a secreção e estimular a drenagem: beba oito a dez copos de água, suco, chá ou sopa por dia;

Consuma muitas frutas, verduras e legumes frescos para obter vitamina C: frutas cítricas (além de seus sucos), uva e amora preta são úteis, já que também possuem bioflavonóides, pigmentos vegetais com propriedades antiinflamatórias. A vitamina E traz benefícios antiinflamatórios. O zinco também é importante para estimular o funcionamento imunológico e pode ter propriedades antiinflamatórias. Alimentos ricos em zinco são frutos do mar, carne, aves, leite, iogurte, feijão, nozes, sementes e grãos integrais.

Alguns alimentos são descongestionantes nasais naturais: entre eles estão alho, cebola, pimenta e raiz-forte. Ervas e temperos descongestionantes incluem gengibre, tomilho, cominho, cravo e canela.

Para alívio rápido, inale vapor ou cubra o rosto com toalhas quentes e úmidas, a fim de promover a drenagem e aumentar o fluxo sanguíneo na área. Chá quente ajuda a reduzir a congestão, pois contém teofilina, um composto que facilita a respiração, já que relaxa os músculos lisos das paredes do trato respiratório.