Benefícios da água fria

Os benefícios da água vão além do consumo interno e, por isso, precisamos saber que o contato externo com ela também traz muitos benefícios para a nossa saúde. No inverno, grande parte das pessoas prefere tomar banho com água quente. Contudo, a água com a temperatura elevada resseca a pele, enquanto a fria acalma e contrai os poros, impedindo-os de ficarem obstruídos com impurezas e excesso de sebo. Além disso, a pele fica mais macia, reduzindo a vermelhidão e até o inchaço facial e da região dos olhos.

São vários os benefícios da água fria para a saúde: estimula o sistema imune, deixa a pele com uma aparência mais saudável, melhora a circulação sanguínea, evita a aparição de varizes, alivia o estresse, desperta o organismo, possui um efeito diurético, mantém o cabelo e a pele saudáveis.

Se você tem o hábito de tomar banho com água quente, fica a dica: deixe para lavar o rosto com o seu sabonete para a face por último, e faça isso com água gelada. O ideal é nunca lavar o rosto na água quente, porque ela remove o manto hidrolipídico, uma camada de proteção natural que deixa a textura da pele mais suave. Diante disso, a água em temperatura muito elevada provoca ressecamento e piora a hidratação cutânea.

Como reduzir a gravidade de infecções pulmonares

Uma alimentação nutritiva e bem balanceada contribui para a prevenção e redução da gravidade de problemas respiratórios como a bronquite, pneumonia e outras infecções pulmonares. Isso porque indivíduos saudáveis conseguem superar as causas dessas doenças.

Líquidos: A ingestão adequada de líquidos é de suma importância, já que ajuda a afinar o catarro e facilita a respiração. Não somente os líquidos frios e não-alcoólicos, mas também a canja de galinha e outros líquidos quentes são recomendados.

Antioxidantes: Ajudam a proteger o tecido pulmonar dos danos causados às células pelos radicais livres- moléculas instáveis que são liberadas quando o corpo utiliza o oxigênio. Os antioxidantes mais indicados são a vitamina A, C e o betacaroteno, que o corpo humano converte em vitamina A.

Zinco: Por aumentar a imunidade, especialmente contra infecções das vias aéreas respiratórias, o zinco é encontrado em muitos alimentos: carnes magras, ostras, iogurte e produtos integrais. Porém, não se deve consumir mais de 40 mg por dia, pois prejudica o sistema imunológico.

Deixe peças de couro sem mofo

Basta esfriar um pouco, para que lembremos daquelas peças de couro até então esquecidas no armário. Além de nos proteger do frio, o couro nunca sai de moda e confere um look tanto elegante quanto despojado, dependendo do modelo.

Mas todo ano é a mesma coisa: nos deparamos com jaquetas, sobretudos e demais peças de couro mofados, com aquele aspecto e cheiro nada agradáveis que, ainda por cima, fazem mal à saúde, atacando, principalmente, pessoas alérgicas.

O mofo/bolor é provocado por fungos que se proliferam em locais úmidos e escuros. Em períodos do ano mais frios, principalmente no inverno, é ainda maior a proliferação do fungo causador do mofo.

O que fazer?

- Nunca guarde roupas de tecido ou couro em sacos ou capas plásticas, use as de algodão ou TNT. O plástico não deixa a peça respirar, ou seja: quando a temperatura sobe/esquenta o plástico sua – fica úmido. Depois, quando a temperatura cai/esfria, as gotículas caem nas roupas deixando-as úmidas. Com o tempo o mofo aparece – pela umidade e falta de luz.

- Outro erro comum é não arejar e limpar a roupa com freqüência. A cada 3 meses é aconselhável colocar os artigos de couro para arejar em local ventilado e iluminado.Mas atenção: não exponha ao sol.

- Outra dica é não guardar papeis e sacolas plásticas dentro dos armários, tão pouco encher as gavetas e prateleiras com caixas de papel. Isso evita a circulação de ar e ajuda na proliferação do mofo, traças e baratas.

- a cada 3 meses limpe as peças de couro com pano úmido bem torcido quase seco, coloque-as para arejar e evite os sacos plásticos.

- Umedeça um pano limpo e seco em vinagre de álcool puro.

- Passe no artigo/peça de couro que está com mofo ou com cheiro forte de guardado até limpá-la.

- Seque com pano seco e limpo

- Deixe arejar por duas horas em local ventilado e iluminado. Não exponha ao sol!

- Hidrate: Umedeça um pano limpo e seco em óleo de amêndoa.

- Passe no artigo/peça de couro.

- Deixe agir por 15 minutos

- Em seguida, passe um pano limpo e seco para retirar o excesso do óleo.

Peças danificadas devem ser tratadas por lavanderias especializadas. Muitas vezes elas precisam passar por um tratamento mais intenso, inclusive, a raspagem.

Caldo de couve-flor: alimento anticancerígeno

Em dias frios, alimentos quentes como caldos e sopas são uma ótima pedida. Além de nos aquecerem, apresentam muitos nutrientes, que auxiliam o organismo no combate e prevenção de alergias e doenças respiratórias. O caldo de couve-flor, por exemplo, é fonte de vitamina C, de ácido fólico e de potássio. Trata-se de um alimento anticancerígeno, que possui poucas calorias e alto teor de fibras.

Dica: sirva o caldo com os pães Pinheirense – artesanais, integrais e livres de conservantes. Sua saúde e seu paladar agradecem!

Caldo de Couve-Flor:

Ingredientes: 3 couves, 4 batatas inglesas, 1 molho de cebolinha verde, alho, cebola e sal a gosto, Pão Pinheirense.

Preparo: Cozinhe as batatas e a couve. Bata no liquidificador e reserve. Junte a cebolinha picada. Faça um refogado de alho e cebola e junte ao caldo de couve. Deixe ferver e acrescente, se quiser, um pouco de queijo parmesão e de azeite. Sirva com os Pães Pinheirense.

Vitamina D: nutriente essencial

Aproximadamente 80% das pessoas que vivem em um ambiente urbano são carentes em vitamina D, que apresenta diversas propriedades. Além de fundamental para a saúde dos ossos, essa substância também age no coração, cérebro e no mecanismo de proliferação e inibição das células. É eficaz no fortalecimento do sistema de defesa do organismo, auxiliando no combate de doenças como diabetes, hipertensão, esclerose múltipla e doença de Crohn, pois tem o poder de modular o sistema imunológico.

As vitaminas são classificadas de acordo com sua forma de absorção e armazenamento no corpo. As vitaminas A, D, E e K, por exemplo, são solúveis apenas em gordura. E o que isso quer dizer? 

Esse tipo de vitamina precisa de gordura para ser absorvida pelo fluxo sanguíneo do trato intestinal. Portanto, portadores de distúrbios de má-absorção de gordura podem desenvolver sintomas da deficiência, embora se alimentem de quantidades adequadas da vitamina. Em contrapartida, quantidades tóxicas podem se acumular no organismo caso a pessoa tome altas doses de suplementos.

Vitamina D: Existem duas formas dessa vitamina: D2, proveniente das plantas, e D3, que é sintetizada pelo corpo quando a pele é exposta a raios solares ultravioleta (UV). O corpo precisa receber vitamina D, para poder absorver cálcio. Essa vitamina também promove a absorção de fósforo e impede os rins de excretarem proteína na urina. Devido à sua relevância na absorção de minerais, a vitamina D possibilita o desenvolvimento de ossos e dentes fortes.

A deficiência dessa substância causa raquitismo nas crianças e osteomalacia (forma adulto de raquitismo) nos adultos. Outros sintomas são convulsão e espasmos musculares. Além disso, é necessária para a manutenção do tecido ósseo; tem influência considerável no sistema imunológico, sendo relevante para o tratamento de doenças autoimunes, como a artrite reumatoide e a esclerose múltipla, e no processo de diferenciação celular. A falta desse nutriente favorece 17 tipos de câncer.

A principal fonte de produção da vitamina D se dá por meio da exposição solar, já que os raios ultravioletas do tipo B (UVB) são capazes de ativar a síntese desta substância. Alimentos como peixes gordos são fontes de vitamina D, mas é o sol o responsável por 80 a 90% da vitamina que o corpo recebe. Ela também pode ser produzida em laboratório e ser administrada na forma de suplemento, quando há a deficiência e para a prevenção e tratamento de uma série de doenças.

Como obter a Vitamina D

Para evitar a carência da substância é importante tomar de 15 a 20 minutos de sol ao dia. Braços e pernas devem estar expostos, pois a quantidade de vitamina D que será absorvida é proporcional à quantidade de pele exposta.

Todos os alimentos fontes de vitamina D são de origem animal porque as fontes vegetais não conseguem sintetizar a vitamina da maneira como os alimentos provenientes de animais. Até mesmo o salmão, alimento com as maiores quantidades da substância, apresenta somente 6,85% das necessidades diária de vitamina D em uma porção de 100 gramas. Sendo assim, tomar sol é fundamental para evitar a carência do nutriente.

Os suplementos de vitamina D podem ser utilizados em casos de constatação de carência da substância ou no tratamento de algumas doenças. A falta do nutriente é constatada após exame de sangue.

Como combater alergias típicas de épocas frias

 

Inale os vapores do eucalipto: Ferva folhas secas de Eucalyptus globulus amassadas; deixe descansar de 4 a 5 horas e côe os pedacinhos de folhas antes de aquecer o líquido para ser inalado. Você também pode adicionar de 5 a 10 gotas de óleo de eucalipto à água fumegante.

Coloque o recipiente na ponta de uma mesa, sente-se, incline a cabeça sobre ele e cubra-a com uma toalha para formar uma “tenda”. Respire a fumaça por cerca de 10 minutos, tomando cuidado para não ficar perto demais do vapor. Seus pulmões ficarão limpos e você ainda ganha um tratamento facial de bônus.

Contra a bronquite: O aroma penetrante da raiz-forte ralada, acompanhado do cheiro ácido do limão, ajuda a dissolver o muco nos canais dos seios da face e dos brônquios. Para fazer um xarope para tosse, rale um pedaço de raiz-forte sem casca em um recipiente ( ou use-a já preparada). Em seguida, transfira 50 g da raiz-forte ralada para um recipiente menor. Junte 80 ml de suco de limãe e misture bem. Beba 1/2 colher de chá da mistura de duas a três vezes ao dia. A ação expectorante deve provocar a tosse depois de cada dose, ajudando seus pulmões a se livrarem do muco.

Chá antialérgico: Para um chá antialérgico, esmague 2 a 3 colheres de chá de flores de camomila alemã, despeje 240 ml de água fervente, deixe descansar por 10 minutos, coe e beba de três a quatro vezes ao dia.

Cuidado: embora a camomila seja uma erva tradicional no combate à febre, ela pode agravar os sintomas de qualquer pessoa alérgica à tasna, também conhecida como erva-de-santiago, uma prima da camomila. Para as demais pessoas, o azuleno contido na camomila contém propriedades anti-inflamatórias, indicadas no tratamento de infecções do trato respiratório e alergias.

Rinite: Caso consiga urtiga fresca ( uma erva daninha comum em jardins), use luvas quando a colher e ao lavar as folhas. Adicione 120 g da folha a 6 xícaras de água fervente, reduza o fogo e cozinhe até a água ficar verde. Coe o líquido em peneira fina para um bule de chá grande.

Em épocas de rinite alérgica, beba uma xícara do chá de urtiga pela manhã e outra à tarde. Pode adoçar com mel.

Como aproveitar sobras de alimentos

Aproveitar sobras de alimentos é uma atitude consciente, econômica e contrária ao desperdício, que, infelizmente, ainda é tão frequente em nosso país, onde milhares de pessoas passam fome todos os dias. Além disso, vale a pena estar a par de alguns “truques” culinários. Pensando nisso, assim como na importância desse ato, selecionamos algumas dicas de como aproveitar sobras de alimentos para o preparo de pratos saborosos.

Aproveite as sobras de carne:

Escondidinho de carne moída

Ingredientes: Carne moída já pronta; 1 kg de aipim; catupiry; manteiga; 1 gema.

Preparo:

Coloque o aipim para cozinhar em água com sal, até ficar bem mole. É importante ser um aipim de boa qualidade de forma que possa ser amassado sem muito sacrifício.
Depois de cozido, amassar o aipim até que este vire um purê. Coloque um pouco de manteiga para fazer a liga.

Pegar os ramequins e forrar com o purê de aipim; colocar a carne moída de forma que possa acomodar o catupiry e, por último, fazer uma tampa com o purê e fechar o ramequim. Pincelar com a gema de ovo e colocar no forno na temperatura de 180°. 

Aproveite as sobras de arroz:

Arroz cremoso com milho, cenoura e requeijão.

Ingredientes: 5 xícaras (chá) de arroz cozido; ½ xícara (chá) de uva passa; 1 cenoura ralada; 1 lata de milho escorrida;  ¾ de xícara (chá) de leite; 1 colher (sopa) de manteiga; 1 pote de requeijão; 1 xícara (chá) de queijo parmesão ralado; Sal e pimenta a gosto;  ½ xícara (chá) de salsa picada.

Preparo:

Misture o arroz, a uva passa, a cenoura e o milho. Coloque em um refratário untado com manteiga. Reserve. No liquidificador, bata o leite, a manteiga, o requeijão, o parmesão, o sal e a pimenta. Misture a salsa e despeje sobre o arroz. Leve ao forno pré-aquecido a 200°C durante 30 minutos ou até dourar. Sirva em seguida.

Dica: Nesse arroz você pode misturar os legumes de sua preferência e ainda usar sobras de arroz.

Coxinha com massa de arroz:

Ingredientes: Massa: 3 xícaras (chá) de sobras de arroz; 2 xícaras (chá) de leite; 2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado; 1 colher (sopa) de margarina; Sal a gosto; 2 xícaras (chá) de farinha de trigo.

Recheio: 1 peito de frango temperado cozido e desfiado; 2 cebolas picadas; 2 dentes de alho; 1 colher (sopa) de azeite; 1 tomate sem pele e sementes picado; 1/2 xícara (chá) de azeitonas verdes; Salsa a gosto; Sal e pimenta a gosto; 2 claras; Farinha de rosca para empanar.

Preparo:

Massa: Em uma panela, coloque o arroz, o leite, o queijo, a margarina e o sal. Leve ao fogo e quando ferver, coloque de uma só vez a farinha. Mexa com força até que a massa solte do fundo da panela. Deixe cozinhar por 3 minutos e desligue o fogo. Cubra a massa e deixe esfriar.

Recheio: Em uma panela, aqueça o azeite, doure a cebola e o alho. Junte o tomate, o frango, e tempere com o sal e a pimenta. Cozinhe por 2 minutos, acrescente a azeitona, a salsa e desligue o fogo. Coloque a massa sobre uma superfície enfarinhada e sove. Faça bolinhas no tamanho desejado. Abra cada bolinha e recheie com o frango. Molde as coxinhas. Passe na clara de ovo batida e na farinha de rosca. Frite no óleo quente até dourar.

Dica: Aproveite sobras de arroz para preparar as coxinhas.

Refresco de café:

Já experimentou refresco de café? Guarde as sobras de café dentro das formas de gelo. Para o refresco, junte água e açúcar e um cubo de café gelado. Muito refrescante e estimulante no calor. Aproveite do mesmo modo as sobras de chá, acrescentando um pouco de limão.

Dica:

As sobras de alimentos podem ser reaquecidas sem ressecar e sujar panelas. Embrulhe em quadrados de papel alumínio com as pontas firmemente viradas para baixo e colocadas no forno quente, por meia hora. Galinha, legumes, purê de batatas e outros alimentos ficam realmente mais saborosos.

Aumente o bife de carne moída, bife de hambúrguer, acrescentando legumes cozidos e amassados (use sobras de legumes).

Fibras: já consumiu hoje?

Em outros posts, já falamos sobre as virtudes das favas como fontes de antioxidantes, mas é necessário lembrar que elas estão entre os alimentos mais ricos em fibras. Favas têm os dois tipos de fibras: insolúveis, que ajudam o sistema gastrointestinal a eliminar dejetos mais rapidamente, e as solúveis, que formam um gel no intestino, auxiliando na redução do nível do LDL, o colesterol ruim, retirando-o do corpo.

Pesquisas mostram que 175 g de favas ao dia conseguem baixar o colesterol em até 10% em apenas seis semanas. Nenhum alimento natural tem mais fibras. E toda essa fibra, além das proteínas, significa que as favas têm um nível baixo do índice glicêmico, uma medida do impacto dos alimentos no nível de açúcar no sangue.

Os produtos Pinheirense são integrais, livres de conservantes e feitos artesanalmente.

Mas favas não são o tipo de alimento que ingerimos várias vezes por dia. É mais provável que você adquira a maior parte das fibras de pães, cereais e massas. Pães integrais e cereais consumidos no café da manhã constituem mais de 75% de todas as porções de alimentos integrais ingeridas. Entretanto, a maioria das pessoas não ingere a quantidade suficiente desses produtos.

Então, como trocar o pão por um mais saudável? Dê preferência aos integrais, sem conservantes e outros aditivos químicos. Sua saúde agradece!

Ecoturismo: opção de lazer e alternativa de desenvolvimento sustentável

“Eu também quero a volta à natureza. Mas essa volta não significa ir para trás, e sim para a frente”. Este pensamento, do filósofo Friedrich Nietzche, poderia traduzir as propostas do ecoturismo, um segmento da atividade turística que preza pela integração e interação do homem com a natureza, de maneira harmoniosa e sustentável.

Para tanto, a educação ambiental é crucial para que os adeptos desta atividade causem o menor impacto possível ao meio ambiente e consigam, de forma responsável e consciente, interagir com os patrimônios naturais e culturais.

O ecoturismo preza pela prática sustentável, uma vez que este segmento demanda a conservação da biodiversidade e utiliza os recursos naturais, culturais e sociais de forma planejada e racional.

A correria, o estresse e o consumismo desenfreado são alguns exemplos que servem para ilustrar o modelo de vida atual. O ecoturismo surge como uma alternativa, uma fuga dessa realidade, que tem sido questionada por aqueles que se veem encurralados, sufocados, tamanho o vazio do cotidiano e a superficialidade das relações mantidas no dia-a-dia.

Através do ecoturismo, são transmitidas curiosidades e informações relacionadas à natureza, cultura e história local, proporcionando uma integração educativa e envolvente com a região visitada.

A expressão ecoturismo é nova, surgiu na década de oitenta e, desde então, tem chamado a atenção dos aspirantes a um estilo de vida mais saudável e dos interessados em manter uma atividade física junto à natureza. Além disso, empresários e profissionais do ramo de turismo perceberam as potencialidades desta atividade, que vem crescendo rapidamente em todo mundo.

Segundo a Organização Mundial do Turismo, enquanto o segmento cresce 7,5% ao ano, o ecoturismo cresce mais de 20% e, aos poucos, órgãos e instituições ligados ao setor foram criados.

O potencial de mercado do ecoturismo no Brasil é enorme e promissor, visto que o país é privilegiado pela riqueza de ecossistemas e de biodiversidade. Já foram identificados por aqui 96 polos de ecoturismo, distribuídos entre as cinco regiões brasileiras.

Tamanha generosidade natural proporciona múltiplas opções: caminhadas, cavalgadas, mergulhos, passeios de barco ou uma simples observação da natureza.

Quatro condições básicas são necessárias para que uma atividade se classifique como ecoturismo: respeito às comunidades locais; envolvimento econômico efetivo das comunidades locais; respeito às condições naturais e conservação do meio ambiente e interação educacional – garantia de que o turista incorpore para a sua vida o que aprendeu durante a visita, gerando consciência para a preservação da natureza e dos patrimônios histórico, cultural e étnico.