Reduza, reutilize, recicle

Reduza, reutilize e recicle: adote essa abordagem tríplice e se surpreenda com a economia que fará. 

A preferência por produtos que precisam de pouca ou nenhuma embalagem é um modo fácil de reduzir o que entra em sua casa e o que acaba no aterro sanitário. Reutilizar em vez de jogar fora é econômico – além de ser divertido inventar maneiras criativas para reaproveitar artigos domésticos. E tudo o que você encaminhar para a reciclagem, retornará em outros produtos.

Dicas para reduzir o lixo:

-Experimente usar sacos de papel, em vez de plástico, para embalar frutas e legumes no mercado.

-Leve sacolas reutilizáveis com você quando fizer compras.

- Prefira produtos que venham com o mínimo de embalagem, que usem embalagens recicláveis ou que venham em recipientes recarregáveis e/ou retornáveis. Algumas lojas de produtos naturais até incentivam os clientes a levarem seus próprios recipientes.

-Prefira produtos que podem ser reutilizados, como baterias recarregáveis, em vez das opções descartáveis.

Lista de reciclagem

Podem ser reciclados:

-garrafas e potes de vidro: remova as tampas;

- Papéis: jornais, revistas, catálogos de telefone, envelopes, embalagens, papelão, caixas de pizza;

-Latas de aço;

-Latas de aço de aerossol;

-Tampas de aço de potes de geleia;

-Tampas de metal de garrafas;

-Latas de alumínio;

-Embalagens de leite e suco;

- Garrafas PET;

-Lixo de jardinagem ( primeiro, use como adubo).

Cinco formas de fazer backup dos arquivos

Para não correr o risco de perder arquivos e fotos preciosos, basta fazer o backup dos dados. Há muitas formas de fazer isso- algumas gratuitas, outras baratas. Basta selecionar um método que se adapte ao seu modo de trabalhar. Confira:

-Copie os arquivos para DVD-Rs (graváveis)- são baratos e oferecem 4.7 GB de armazenamento. Discos DVD-RWs (regraváveis) são um pouco mais caros, mas podem ser reutilizados, o que os torna mais flexíveis;

-Transfira os arquivos para um HD externo. Escolha um drive que seja tão grande quanto o disco rígido do computador para que você copie logo todos os arquivos. Você pode arrastar manualmente os arquivos e soltá-los para, então, copiá-los, ou usar um software de backup;

-Use um software de backup para copiar o conteúdo do disco rígido para o externo. Você pode baixar versões gratuitas ou pagas deste tipo de software, as quais oferecem diferentes graus de sofisticação. Algumas permitem que você programe backups automáticos de arquivos selecionados ou irão atualizar somente os arquivos que foram alterados desde o último backup. Um software de backup é atualizado com frequência- procure na Internet para encontrar as versões mais recentes;

-Use um backup remoto em nuvem. Ele copia os arquivos selecionados(que podem ser criptografados para garantir privacidade) via web para um centro de dados seguro. Você precisará de uma conexão de internet para que isso funcione. Em geral, é um serviço de assinatura. No entanto, às vezes, é oferecido pelos provedores sem qualquer custo. Use-o para armazenar seus dados mais valiosos;

-Baixe grátis um programa de “backup social”. Aqui, seus dados são armazenados no computador de um amigo ou de um membro da família. Em contrapartida, os dados desta pessoa são guardados no seu. Tudo é criptografado.

Entenda a Insuficiência Renal

A insuficiência renal pode ser uma reação temporária a um choque agudo ou ferimento, e, ainda, um problema crônico que requeira tratamento imediato. Já a insuficiência renal aguda pode ter como causas infecções graves, queimaduras, diarréia ou vômito, envenenamento (incluindo efeitos colaterais de remédios ou suas interações), cirurgias ou danos e ferimentos nos rins.

A partir do momento em que o problema é resolvido, o funcionamento dos rins quase sempre se normaliza. A insuficiência renal crônica é uma consequência da hipertensão não tratada, diabetes mal controlado, ou da má-formação congênita. A insuficiência renal grave crônica ou em um estágio terminal requer diálise regular – tratamento no qual uma máquina retira as impurezas do sangue – ou sempre que possível um transplante de rim.

A relevância da alimentação na monitoração da insuficiência renal

As recomendações gerais envolvem a restrição de fósforo, potássio, proteínas e sal. A ingestão de líquidos precisa ser monitorada. Com pouco líquido, os eletrólitos acabam ficando desequilibrados; com líquido em excesso, a retenção provoca edema e problemas eletrolíticos, e contribui para a hipertensão, e até para a insuficiência cardíaca congestiva. As proteínas devem ser ajustadas conforme mudam a função renal, diálise ou níveis de estresse.

Estudos demonstram que se as proteínas são limitadas a aproximadamente 1 g por quilo de peso corporal por dia, o paciente em diálise receberá os aminoácidos essenciais, mas terá menor risco de danos futuros aos rins.

As proteínas de peixes, clara de ovo, legumes e verduras são preferíveis às da carne, porque apresentam menos gordura saturada.

A insuficiência renal requer cuidados médicos especializados. Nenhuma alteração na alimentação pode ser feita sem aprovação médica. Consulte regularmente um nutricionista que irá monitorar a alimentação e realizar os ajustes adequados nas quantidades de nutrientes, incluindo suplementos de vitaminas e de minerais.

Educação sexual: orientação e diálogo

Quando a orientação e diálogo constantes fazem toda a diferença na vida e saúde sexual dos indivíduos

Em um mundo marcado pela banalização sexual, alta erotização e exploração da imagem da mulher em diferentes esferas da sociedade, é preocupante a constatação da carência de ações voltadas à educação sexual de crianças e jovens, assim como do despreparo de muitos pais e professores perante o tema.

Mas por que o sexo ainda é encarado por tanta gente, de diferentes culturas, como um tabu, apesar de tanta exposição? De que maneira uma questão tão importante e inerente ao ser humano pode, ainda, ser alvo de tanto preconceito e distorções?

O retrocesso observado hoje nas diversas manifestações do comportamento sexual e na forma como o assunto é tratado tem como consequência o atual cenário de desrespeito, intolerância, incompreensão e irresponsabilidade – gravidez precoce, aborto indiscriminado, alto índice de DSTs entre jovens e adultos, machismo, disseminação da AIDS, homofobia, promiscuidade, transtornos sexuais, exploração sexual, pedofilia, prostituição, etc.

E em meio a tantos problemas, os pais ficam sem saber ao certo o que fazer, qual postura adotar diante de situações peculiares, e como imperar sobre a mídia, que, constantemente, massacra a todos com imagens e apelos sexuais dos mais diversos – explicitamente e, também, de maneira implícita e, nem por isso, menos manipuladora.

A psicóloga, terapeuta de família e sexóloga Maria de Fátima Leite Ferreira chama a atenção para a crescente ausência de valores, como a ética e a moral, na sociedade como um todo, o que seria a principal razão para os problemas enfrentados hoje no que concerne à educação sexual. “Observo que muita gente discursa sobre as novas configurações familiares como se nestas o caráter, os valores não estivessem mais inclusos. Todos podem e devem acompanhar as mudanças, manter-se atualizado sem descartar princípios básicos e fundamentais como o caráter, os valores éticos e morais, que devem prevalecer sempre.”

Maria de Fátima leite Ferreira

Educar é um processo que tem início com o nascimento, logo, a educação sexual precisa estar em comunhão com a educação fornecida pelos pais ou responsáveis, da mesma maneira que deve ser integrada nas escolas desde o princípio.

“A educação sexual tem início no nascimento da pessoa e é uma coisa que a acompanha até a morte. Desde que você nasce, a forma como sua mãe, seu pai, as pessoas mais próximas lidam com você, com o seu corpo, as demonstrações de carinho, o afeto, vão o ensinando a entrar em contato com essa liberdade. Durante toda a sua vida, você está constantemente se educando acerca da sua sexualidade”, explica Maria de Fátima.

Sendo assim, a forma como os pais lidam com a própria sexualidade e aprenderam a lidar com ela, vai fazer toda a diferença na maneira como eles vão transferi-la aos filhos. “A atitude dos pais ou responsáveis perante ações e curiosidades das crianças sobre o sexo é que farão toda a diferença. Geralmente, por volta dos 4, 5 anos de idade, elas começam a conhecer o próprio corpo, a se tocar, a mostrar curiosidade sobre o assunto, e caso sejam reprimidas de forma severa, podem ficar traumatizadas por muito tempo e encarar o sexo como algo perverso, como pecado, e ter sérios problemas na vida adulta em suas relações mais íntimas. Se o pai e a mãe encaram com naturalidade, a criança também vai achar natural e, assim, essa questão não irá aguçar tanto a sua curiosidade e ela vai vivenciar essa fase naturalmente”, esclarece a profissional.

SEXUALIDADE

Ao contrário do que muitos acreditam, o conceito de sexualidade não se refere apenas ao ato sexual e ao sistema reprodutor, trata-se de algo muito mais abrangente. A Organização Mundial da Saúde definiu-a como “uma energia que nos motiva a procurar o amor, contato, ternura, intimidade, que se integra no modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados; é ser sensual e ao mesmo tempo sexual, ela influencia pensamentos, sentimentos, ações e interações com os outros e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental.”

Em suma, a sexualidade engloba: a identidade sexual(masculino/feminino); os afetos e a autoestima, isto é, os sentimentos em relação a si mesmo e aos outros e também em relação a todas as mudanças do próprio corpo, etc; todas as alterações físicas e psicológicas ao longo da vida; conhecimento da anatomofisiologia do sexo feminino e masculino; higiene na puberdade; gravidez, parto, maternidade e paternidade; os métodos contraceptivos; as doenças sexualmente transmissíveis.

SEXO X RELIGIÃO

Ao se esboçar qualquer opinião sobre religião, não tem jeito, a polêmica está garantida. Contudo, cabem algumas reflexões sobre a temática em questão e sua influência na educação sexual de muitos indivíduos.

Por muito tempo, a Igreja tratou o sexo como pecado e, ainda hoje, não apenas o catolicismo, mas também outras religiões tratam o assunto com muitas reservas e esboçam conceitos que contradizem com a realidade. Ao afirmar, por exemplo, que não se deve fazer uso de preservativos, ou de qualquer outro contraceptivo, indiscutivelmente, está se colocando em risco a saúde de milhares de fieis. Além disso, os jovens fazem uso de suas referências – familiar, escolar, religiosa etc – ao tomar atitudes e adotar comportamentos.  Sendo assim, ele vai se deparar com a contradição: de um lado, a divulgação de que o uso do preservativo é a maneira mais eficaz de não se contrair DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) e AIDS, e de se evitar a gravidez indesejada; de outro lado, a afirmação de que “… não se pode resolver (o problema da AIDS) com a distribuição de preservativos… pelo contrário, a sua utilização agrava o problema”, como já declarou, por exemplo, o Papa Bento XVI, em março de 2009.

“Qualquer coisa que limite o ser humano, que tente colocá-lo dentro de uma fôrma, não é saudável. Tudo que vira uma rigidez, uma imposição, é ruim. A orientação e a prevenção são as melhores formas de se evitar a gravidez na adolescência, assim como as DSTs e a AIDS. Acredito que as crenças religiosas não devem ser confundidas com outras questões”, opina Maria de Fátima.

ESTEREÓTIPOS

Hoje, o que se vê é a massificação de estereótipos de beleza e de comportamento, que, nas entrelinhas, tem propagado o preconceito perante aqueles que, de uma forma ou de outra, não se encaixam nos atuais padrões estéticos e comportamentais, estampados em capas de revistas, outdoors publicitários, idealizados em músicas, filmes, na cultura como um todo.

“A própria mídia contribui maciçamente para o ideal de beleza, por exemplo, ao vender imagens de pessoas belas, sem nenhum defeito aparente; a saúde física tem sido muito associada à estética, a um corpo magro, sarado, quando, na verdade, a beleza é um todo, um conjunto de fatores e a graça toda está justamente na diferença, nas particularidades de cada um”, diz a psicóloga e sexóloga.

A sociedade tem se apegado demasiadamente à aparência, aos bens materiais, em detrimento dos valores mais nobres do homem como o caráter, o intelecto, a moral. É aí que a família, principalmente, deve atuar em prol da manutenção dos valores, através de muito diálogo, orientação e acompanhamento permanente na educação de seus filhos.

Quando o diálogo fica difícil e os pais sentem dificuldade em lidar com o assunto, a melhor saída é procurar ajuda profissional. Ser moderno e atualizado, não é sinônimo de permissividade.

Todo dia é dia de criança feliz!

Todo mundo diz que as crianças têm direito a um montão de coisas. Foi durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, no dia 20 de novembro de 1959, que representantes de centenas de países aprovaram a Declaração dos Direitos da Criança.

Ela foi adaptada da Declaração Universal dos Direitos Humanos, só que voltada para a criançada! Contudo, a luta para que esses direitos sejam respeitados, infelizmente, ainda é árdua.

A Declaração dos Direitos da Criança tem dez princípios que devem ser respeitados por todos, para que os pequenos possam viver dignamente, com muito amor e carinho.

As crianças de hoje são o futuro da humanidade. Pense nisso!

Chia: confira os diversos benefícios dessa semente

Muitas pessoas ainda não conhecem, ou experimentaram as sementes de chia, que oferecem diversos benefícios para a saúde – ajudam a combater a diabetes, melhoram a digestão, diminuem o nível de colesterol LDL, contêm propriedades anti-inflamatórias, etc.

Você pode estar pensando, que se trata de um alimento nada agradável ao paladar, contudo, seu sabor neutro não altera o gosto dos outros alimentos. Além disso, são várias as opções de consumo da chia: com o seu iogurte predileto, ao leite, no mingau de aveia, na salada, em pudins, geleias, gelatinas, na vitamina, nas sopas e caldos, na lasanha e no arroz de forno, nas almôndegas, e por aí vai.

Conheça os principais componentes da semente de Chia:

-Ômega 3: A semente da chia é uma das mais ricas fontes conhecidas, tanto animal quanto vegetal. Possui teor muito maior do que o encontrado na linhaça e no salmão!

-Cálcio: apresenta cinco vezes a concentração do mineral encontrada no leite de vaca. Foi recentemente descoberto, que ele também ajuda a queimar gordura no organismo.

-Magnésio: possui duas vezes mais do que em castanhas e nozes .

-Manganês e fósforo: três vezes mais do que no espinafre.

-Proteínas:  É uma fonte de proteína completa, que fornece todos os aminoácidos essenciais que o homem precisa.

-Fibras: a alta concentração de fibras alimentares faz da chia um aliado do emagrecimento e na boa digestão. São também extremamente ricas em vitaminas e minerais, sendo uma das fontes vegetais mais ricas que se tem conhecimento até hoje.

-Antioxidantes: a presença do flavonoide kaempferol e, em menor quantidade, os ácidos cafeico e clorogênico presentes conferem à chia três vezes mais antioxidantes que as famosas uvas-do-monte.

Contra-indicação: Qualquer pessoa pode ingerir a semente. Porém, devido ao alto teor calórico, o excesso pode levar ao ganho de peso. Cada colher de sopa cheia possui aproximadamente 75 calorias. Há também pessoas com a chamada “síndrome do intestino irritável”, devendo ficar atentas com o consumo de sementes em geral.

Dica de consumo:

Misture as sementes de chia nos pães de forma Pinheirense, que além de integrais, são feitos artesanalmente e não apresentam conservantes em sua composição.