Benefícios da leitura

Quando pequenos, ainda nas séries primárias, temos um desafio: aprender a ler e escrever. Muitas vezes, o aprendizado acontece de forma tão natural que não damos a ele a importância merecida. Esse conhecimento nos acompanhará por toda a vida, em cada momento do dia. Aprendemos as palavras simples, começamos a ler as placas do caminho de volta para casa, os livros indicados pela escola e, depois, os da faculdade.

Todavia, ao longo do tempo, tomamos gosto por um tipo de literatura em especial que nos desperta sentidos e sensações únicas. Esse hábito deve ser cultivado, é através dos livros que agregamos conhecimentos, acumulamos informações e podemos fazer o cruzamento das mesmas, aumentando a capacidade de raciocínio.

Há uma extensa gama de publicações que vai dos didáticos às ficções estrangeiras. O virar das páginas desperta curiosidade e aguça a imaginação de quem as domina, o conhecimento nasce de forma gradativa, tal como uma magia.

O costume de ler se impregna nos hábitos de quem se apaixona pelos livros. Longe deles, não há página na internet que sacie a vontade de folhear e carregar a edição companheira. A leitura é o lazer individualizado, a possibilidade de deixar fluir a própria imaginação sem restrições e sem velocidade, ao fim da estória toma-se uma lição com interpretação única, sem hiperlinks.

Os benefícios começam a aparecer no dia a dia. A leitura alivia o estresse, aumenta o vocabulário, melhora a escrita, auxilia a memória e previne doenças que atacam o cérebro como, por exemplo, o mal de Alzheimer. Várias áreas do cérebro são ativadas no momento da leitura, esse é um exercício de manutenção que nos permite uma mente sadia e com maior poder de concentração para outras atividades.

Depois de saber um pouco mais sobre os benefícios da leitura, que tal escolher um livro ou até mesmo recomeçar a ler aquele que ficou esquecido na mesa de cabeceira. Procure um assunto que lhe interesse, esteja em um lugar confortável onde ninguém possa atrapalhar, tire esse tempo para você. Curta as páginas de um bom livro e veja como ele pode mudar seu olhar sobre as coisas. Isso é conhecimento, é sabedoria!

Problemas respiratórios: reduza a gravidade de infecções pulmonares

Uma alimentação nutritiva e bem balanceada contribui para a prevenção e redução da gravidade de problemas respiratórios como a bronquite, pneumonia e outras infecções pulmonares. Isso porque indivíduos saudáveis conseguem superar as causas dessas doenças.

Líquidos: A ingestão adequada de líquidos é de suma importância, já que ajuda a afinar o catarro e facilita a respiração. Não somente os líquidos frios e não-alcoólicos, mas também, a canja de galinha e outros líquidos quentes são recomendados.

Antioxidantes: Ajudam a proteger o tecido pulmonar dos danos causados às células pelos radicais livres- moléculas instáveis que são liberadas quando o corpo utiliza o oxigênio. Os antioxidantes mais indicados são a vitamina A, C e o betacaroteno, que o corpo humano converte em vitamina A.

Zinco: Por aumentar a imunidade, especialmente contra infecções das vias aéreas respiratórias, o zinco é encontrado em muitos alimentos: carnes magras, ostras, iogurte eprodutos integrais. Porém, não se deve consumir mais de 40 mg por dia, pois prejudica o sistema imunológico.

Bolo Tipo Alemão Kuchen Pinheirense

Em Natural da Terra hortifruti

O mais novo lançamento da Pinheirense é o bolo tipo alemão Kutchen, que, como os demais produtos da empresa, não apresenta conservantes, além de ser feito artesanalmente.

O bolo tipo alemão Kutchen Pinheirense acompanha muito bem diferentes tipos de chás, café coado e expresso, chocolate quente e sucos.

Há mais de 70 anos a Pinheirense mantém viva a tradição artesanal que garante a qualidade e sabor inconfundíveis de seus produtos.

O sucesso e longevidade comprovam o diferencial dessa empresa familiar, preocupada em conceber produtos saborosos e saudáveis, livres de conservantes e produtos químicos.

Acabe com a fadiga

A fadiga tem muitas causas, algumas complexas. Contudo, negligenciamos a razão mais óbvia de perdermos energia: não nos abastecemos com os combustíveis adequados. Em geral, perda de energia significa fome ou sede.

Ela é quase sempre o melhor marcador da necessidade de comer alguma coisa. Aqui estão dicas para otimizar as suas escolhas e padrões alimentares e solucionar a baixa energia e o cansaço.

- Alimente-se com frequência: fazer pequenas refeições ao longo do dia, ou três refeições e dois lanches, contribui para manter o nível de açúcar estável no sangue, afastando a fadiga. Experimente comer alguma coisa saudável a cada três horas. Mais tempo sem fazer isso o fará correr risco de uma queda do nível de açúcar no sangue que afetará o seu bem-estar.

- Deixe o café de lado… Na maioria das vezes, a cafeína presente no café é um estimulante seguro e natural que aumenta a frequência cardíaca e respiratória. Mas os efeitos desaparecem, deixando-o com vontade de beber mais café ou cansado de novo. Hoje, muitos especialistas recomendam evitar a cafeína se a fadiga é um problema contínuo.

 

… Mas não o café da manhã: Você acorda e, quando vai tomar o café da manhã, já se passaram 12 horas desde a última refeição. Mesmo que o estômago não esteja com fome, o corpo está. Tome um bom café da manhã todos os dias. Estudos demonstram que quem faz isso se concentra e é mais produtivo.

- Beba bastante água: A água é necessária à produção química de energia no corpo. Se a pessoa não bebe o suficiente, o corpo tem de compensar de modo que pode esgotar a sua vitalidade. Beba dois copos de água a cada 2 horas, mais ou menos.

 

Consuma proteína suficiente: Os aminoácidos das proteínas contribuem para elevar os níveis de neurotransmissores na corrente sanguínea que são importantes para o humor e a agilidade. Um princípio básico é sempre consumir uma porção de proteína a cada refeição, incluindo o café da manhã.

- Consuma menos doces: O açúcar refinado é digerido muito rápido e ocasiona quase que imediatamente picos glicêmicos – o conhecido aumento súbito de açúcar (hiperglicemia). Em seguida, há uma queda de açúcar no sangue (hipoglicemia), que deixa as pessoas sem energia. Enquanto os adultos talvez não sintam os picos glicêmicos como uma criança pode sentir, em geral sofrem com a queda. Deixe de lado refrigerantes, bolos, biscoitos e, em vez de doces, opte por proteínas.

Confira dicas importantes para a sua dieta

Selecionamos algumas dicas básicas para você emagrecer de forma natural e com segurança:

Tome café da manhã, e não pule refeições: Coma com mais frequência para não ficar de estômago completamente vazio, pois isso pode fazer você comer em excesso na próxima refeição;

Não faça jejum: O jejum, mesmo com grande consumo de água, pode ser muito perigoso. Pode provocar queda de pressão e problemas de coração. Além disso, a perda de peso decorrente do jejum raramente permanece quando a pessoa volta a comer;

Beba muito líquido, principalmente água: Beba água, e bastante. Os líquidos matam a sede e também diminuem o apetite. Sucos de fruta são saudáveis, mas acrescentam calorias sem fibras.

Café e chá são aceitáveis. Se você tomá-los com açúcar ou leite, prefira leite desnatado e adoçantes artificiais. Permita-se um copo de vinho ou de cerveja se quiser, mas esteja ciente de que acrescentam 100 calorias por copo.

Fique de olho no Índice Glicêmico: O Índice Glicêmico (IG) indica a velocidade em que os alimentos ricos em carboidratos são digeridos. Alimentos digeridos rapidamente são convertidos em glicose rapidamente, deixando-o com fome em pouco tempo.

Entre os alimentos com um IG baixo estão o arroz integral, lentilhas, inhame e maçã. Os alimentos com IG alto – em outras palavras, alimentos a serem evitados se você está tentando emagrecer- incluem cereais matinais com açúcar, arroz branco e purê de batata.

Carpaccio de bresaola com salada e molho de estragão

Para 4 porções:

100 g de espinafre;

1/2 alface-crespa roxa;

150 g de bresaola em fatias finíssimas;

4 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem;

2 colheres (sopa) de vinagre balsâmico;

1 colher (sopa) de suco de limão;

Sal;

Pimenta-do-reino moída grosseitamente;

100 g de crème fraîche;

1 pitada de açafrão em pó;

2 ramos de estragão;

1 colher (chá) de vinagre balsâmico branco;

1 pitada de açúcar.

Preparo:

1- Lave e seque o espinafre e a alface. Rasgue a alface em pedaços. Em 4 pratos, disponha primeiro a alface e, em seguida, as folhas de espinafre;

2- Arrume a bresaola sobre as folhas. Regue com azeite de oliva, vinagre balsâmico e suco de limão e, em seguida, polvilhe tudo com sal e pimenta-do-reino moída;

3- Para o molho, misture o crème fraîche ( ou 80 g de creme de leite fresco com 20 g de iogurte natural) com sal, pimenta e açafrão numa pequena tigela até obter uma consistência homogênea. Lave o estragão e agite as folhas para secar. Pique-as.

4- Junte o estragão à mistura de crème fraîche. Tempere com um pouco de vinagre balsâmico branco e açúcar. Coloque o molho no meio de cada porção de salada. Sirva em seguida. Acompanhe com pão tipo sueco Pinheirense.

Dica: para quem controla o peso, substitua o crème fraîche por creme de leite azedo ou fresco. O teor de gordura é menor.

Sirva o carpaccio de breasaola com o pão tipo sueco da Pinheirense

Slow Food: por uma alimentação de qualidade

Na metade do século passado, em meio à recuperação econômica mundial impulsionada tanto pelo fim da guerra quanto pelas novas tecnologias advindas da corrida armamentista, pairava sobre o planeta a sensação de que não havia mais tempo a perder. Todos simplesmente queriam trabalhar em paz, prosperar, e ter algum tempo para curtir a vida.

Indústrias como turismo e entretenimento ganhavam novo fôlego, esportes reassumiam o papel de empolgar multidões e grandes cidades voltavam a inchar. Periferias cresciam, aumentando com elas a distância entre moradia e trabalho, bem como o tempo gasto com transporte. Diversos hábitos tradicionais começavam a cair no esquecimento, e todo um modo de vida era agora questionado.

No centro desta agenda estava, entre outras implicações, a própria relação entre o homem e seus alimentos.

O fast food é o reflexo de uma vida estressante e desregulada, onde impera a dinâmica acelerada da modernidade.

Sem a possibilidade de almoçar em casa, o trabalhador médio passou a ter que comer na rua, mas não nos restaurantes tradicionais. A despesa diária e o curto espaço de tempo não combinam com refeições caras, rebuscadas ou de preparo demorado. É quando proliferam os restaurantes de alta rotatividade e poucas opções de prato, e depois os self-services.

Por fim, com o pipocar das franquias de lanchonetes e o desenvolvimento de conservantes cada vez mais agressivos, sedimenta-se o conceito da fast food, síntese maior da pressa capitalista. Um conceito que atinge, igualmente, a enormidade de alimentos industrializados nas prateleiras dos supermercados.

A ideia de uma alimentação rápida, padronizada e barata – encarada quase que como um problema diário a ser resolvido – obviamente jamais alcançou status de unanimidade, especialmente em culturas mais apegadas a tradições. No entanto, é inegável seu sucesso comercial. Atualmente, raras são as cidades médias em países ditos desenvolvidos que não possuam representações de uma ou mais gigantes do ramo.

Há, no entanto, quem veja a proliferação da fast food com bons olhos, mesmo entre seus críticos mais ferrenhos. Afinal, foi apenas através dela que se tornou possível fazer o contraponto, e avaliar com nitidez o tipo de escolha que estava em jogo. Com propriedade, talvez jamais tenha havido uma época de pessoas mais conscientes acerca da importância de uma refeição saudável, sem pressa e em família, do que a atual. Ainda, é claro, que este grupo de pessoas não represente a totalidade da população.

A filosofia slow food – simpática à agricultura sustentável e orgânica, à diversidade gastronômica e à vida com mais qualidade e menos pressa –, surgiu em 1989, e nasceu “como resposta aos efeitos padronizantes do fast food; ao ritmo frenético da vida atual; ao desaparecimento das tradições culinárias regionais; ao decrescente interesse das pessoas na sua alimentação, na procedência e sabor dos alimentos e em como nossa escolha alimentar pode afetar o mundo” – conforme explica o site oficial da associação no Brasil. O mesmo acrescenta: “O Slow Food segue o conceito da ecogastronomia, conjugando o prazer e a alimentação com consciência e responsabilidade, reconhecendo as fortes conexões entre o prato e o planeta”.

O Slow Food é uma associação internacional sem fins lucrativos fundada em 1989 .

Sob todos os aspectos citados, a Pinheirense pode se orgulhar de ter antecipado a filosofia slow food em terras brasileiras, e de ter se mantido fiel aos mesmos princípios desde sua fundação, no distante ano de 1937. Jamais abrindo mão de seus produtos integrais e sem conservantes – mesmo quando isso poderia representar uma significativa expansão dos postos de vendas -, a empresa sempre firmou parcerias de longo prazo e colocou a busca por qualidade acima dos próprios interesses comerciais.

Nada que pudesse ser diferente. Afinal, trata-se de uma empresa familiar, que há mais de 70 anos compartilha dos mesmos valores e crenças de seus clientes.