A alimentação mais saudável

Por muito tempo, se alimentar como um grego foi louvado como o nirvana alimentar: onde mais seria possível ingerir nozes e castanhas à vontade e se deliciar com pão encharcado de azeite?

Na última década, médicos e nutricionistas começaram a promover o estilo vegano, que exclui produtos de origem animal, e a paleodieta, em que se come somente o que se pode caçar ou colher, como um homem das cavernas, e essa alimentação foi deixada de lado.

Contudo, a dieta mediterrânea está de volta; dois estudos relevantes e recentes ratificaram seus benefícios à saúde:

- Cérebro mais poderoso: pessoas saudáveis que seguiram essa alimentação tiveram uma probabilidade 19% menor de sofrer problemas da memória, de acordo com um estudo do campus de Birmingham da Universidade do Alabama com mais de 17 mil participantes.

-Coração mais saudável: aqueles que se alimentaram no estilo mediterrâneo tiveram probabilidade 30% menor de morrer de doença cardiovascular ou sofrer um AVC, de acordo com um estudo espanhol em que mais de 7 mil voluntários foram acompanhados durante 8 anos, recentemente publicado na revista New England Journal of Medicine.

O poder das fibras

Hábitos alimentares saudáveis, que incluem o consumo adequado de alimentos ricos em fibras, aliados a um estilo de vida saudável, passam a ser fator importante para a diminuição de riscos de doenças, melhorando a qualidade de vida.

Alguns benefícios das fibras: regulam o funcionamento do intestino, atuam na absorção dos carboidratos, aumentam a saciedade, ajudando no emagrecimento, agem na manutenção dos níveis de colesterol.

Exemplos de boas fontes de fibras: castanha-do-pará, nozes, uva-passa, farinha de aveia, farinha de centeio, farinha de trigo, farelo de trigo, farelo de aveia, pão de aveia, pão de centeio e outros pães integrais.

Todos os produtos fabricados pela Pinheirense contêm combinações variadas de sementes e são ideais para quem busca uma alimentação saudável.

Chocolate amargo: a melhor opção para a sua saúde

A Páscoa está aí, e para muita gente o chocolate é o assunto principal. Não que este alimento seja (muito) cobiçado apenas nesta data, claro. Mas para além da satisfação de se deliciar com o seu chocolate preferido, é bom estar ciente sobre qual tipo é o melhor para a sua saúde.

Mais saudável que os tradicionais, o chocolate amargo possui uma substância (a catequina) que age nas artérias e produz óxido nítrico, um vasodilatador natural, que faz com que a camada interna das artérias fique mais flexível, gerando a queda da pressão. É indicado ingerir de 30 a 40 gramas de chocolate amargo por dia.

Por causa da alta concentração de cacau, o chocolate amargo ajuda a saciar a fome, sem alterar o peso, as taxas de açúcar e gordura da circulação, além de agir no humor das pessoas, devido à substâncias como a fenilalanina e tirosina, aminoácidos precursores da noradrenalina e da dopamina, que estão envolvidas no estado de felicidade dos indivíduos.

Pessach: Páscoa Judaica

Conhecida como Pessach, a Páscoa Judaica celebra a libertação do Egito e reitera o laço para com o Deus que teria possibilitado a execução daquela memorável vitória. Para alguns estudiosos, a celebração de tal evento foi crucial para que a comunidade judaica preservasse seus laços nos mais diferentes lugares em que viveram e ainda vivem.

Na noite de celebração da páscoa, as casas devem estar limpas e arrumadas, e todo um conjunto específico de talheres é utilizado na celebração. Além disso, qualquer tipo de alimento fermentado tem o seu consumo proibido. No dia anterior ao pessach, a família deve jejuar em homenagem aos primogênitos que não foram atingidos pela última das maldiçoes egípcias. Daí em diante, várias refeições e narrativas são intercaladas como forma de se reforçar o significado da páscoa para os judeus.

Cada um dos alimentos empregados relembra a experiência que os judeus tiveram no tempo em que viveram no Cativeiro do Egito, as dez pragas impostas e os milagres divinos que os retiraram daquele lugar. Em diversas ocasiões, vemos que a participação das crianças reforça o ideal de renovação das tradições e sugere que elas internalizem o significado daquela solenidade.

“O pão ázimo, (não fermentado) que é símbolo dessa celebração, tem um gosto que desperta uma memória milenar: pão que é a essência, mas pão sem fermento. Pão sem o “ego” da essência. Sem inflar-se, na sua humildade, esse é um pão sem “eu”. Símbolo de uma batalha milenar da civilização, esse pão aponta para a libertação do maior dos tiranos -desse “eu” que libera com o compromisso de não libertar. É o pão inacabado, de um processo inacabado. Lembrança daquilo que não podemos falar”, explica Nilton Bonder, doutor em literatura hebraica pelo Jewish Theological Seminary.

Entenda mais sobre o Pessach:

De acordo com a tradição judaica, há mais de quatro mil anos, Abraão – o grande patriarca dos judeus – era um dos habitantes da cidade de Ur. Nessa época, toda aquela região era tomada por religiões politeístas que prestavam rituais e as mais variadas homenagens a uma extensa gama de deuses. Foi nesse tempo que, seguindo ao chamado divino, este lendário patriarca abandonou a sua terra natal em busca de Canaã, a terra prometida aos que seguissem o chamado do único e verdadeiro Deus.

Atendendo ao chamado do seu Deus, Abraão alcançou a terra de Canaã e por lá fundou os primeiros descendentes do povo judaico. No entanto, um período de grande estiagem e falta de alimentos forçou os judeus a se transferirem para o Egito em busca de melhores condições de vida. Após uma chegada relativamente amistosa, os hebreus acabaram sendo transformados em escravos dos egípcios e, desse modo, estiveram subjugados durante um bom tempo.

Em tempos de opressão, o governo egípcio ordenou certa vez que toda a população de bebês hebraicos fosse exterminada. Foi nessa época que o jovem Moisés escapou desse terrível decreto ao ser colocado em um cesto que vagueou pelas águas do rio Nilo. Encontrado pela filha do faraó, o jovem acabou sendo criado como um dos súditos da família real. Ao atingir a idade adulta, Deus teria surgido em um arbusto ordenando que ele promovesse a libertação definitiva dos judeus do Egito.

Negando-se a atender ao pedido divino, o faraó foi alertado que sua intransigência seria severamente castigada com o envio de dez pragas que assolariam a população egípcia. Após sofrer com tamanha maldição, o governo egípcio permitiu que os hebreus saíssem daquela terra e voltassem até Canaã. Ao conseguirem tamanha proeza, os judeus determinaram aquela data como uma das mais importantes de seu calendário religioso.

Fondue de chocolate light

Durante a Segunda Guerra Mundial foi criada, na Suíça, a Fondue ( palavra feminina que significa fundido ou derretido). Devido ao inverno rigoroso e às constantes batalhas, os camponeses que viviam nas regiões montanhosas e que já eram produtores de leite e queijo, aproveitavam os restos do alimento para não morrer de fome, já que era muito arriscado buscar mantimentos nas cidades.

A fartura de queijo, assim como o instinto de sobrevivência e a conjuntura daquele momento, fizeram com que inventassem uma receita simples, quente, nutritiva e muito saborosa. Deixavam o queijo derreter e, em seguida, mergulhavam pedaços de pão e, quando disponível, de batata.

Contudo, somente na década de 50, a fondue passou a ser reconhecida como um prato refinado e ganhou mais notoriedade, quando o Chefe Conrad Egli, do restaurante Chalet Suísse, em Nova York, incluiu a iguaria em seu selecionado cardápio.

Não demorou para que inventassem a fondue de chocolate e, posteriormente, a de carne vermelha. Alguns estabelecimentos e restaurantes servem vários tipos de fundue, como o de camarão, por exemplo.

Para o post de hoje, selecionamos uma receita de fondue de chocolate light. Confira:

Rende: 4 porções (cada uma com 8 unidades)
Calorias por porção: 305 (a tradicional tem 384)

Ingredientes
1/2 tablete (100 g) de chocolate ao leite diet picado
1/2 tablete (100 g) de chocolate amargo diet picado
1/2 copo (125 ml) de leite desnatado
1/2 xíc. (chá) de suco de laranja coado

Para acompanhar

Pão tipo Sueco Pinheirense
8 morangos
1 kiwi cortado em rodelas
2 fatias de abacaxi cortadas em triângulos (ou outras frutas de sua preferência)

Modo de fazer
Em uma panela antiaderente, junte os chocolates, o leite e o suco de laranja. Cozinhe em fogo baixo, mexendo sempre, até formar uma mistura cremosa. Passe para a panela de fondue mantendo o réchaud com a chama baixa. Sirva com as frutas e o Pão tipo Sueco Pinheirense.

Para o lar: crie um ponto focal poderoso em qualquer cômodo

 

O ponto focal de um cômodo é o primeiro elemento visual que atrai o olhar. Os cômodos que não têm esse ponto óbvio podem parecer sem graça, desorganizados e incompletos, apesar do estilo e da qualidade da decoração. Para dar graça a um ambiente sem foco, uma solução rápida e barata é usar o que você já tem.

Escolha o foco lógico de atenção, e vasculhe seus armários em busca de algo que você possa ter guardado e esquecido.

- Almofadas de cores vivas ou uma colcha colorida vão dar impacto a uma cama “apagada”;

 

- Emoldure um bonito lenço de seda ou um xale de renda que você não usa há anos e pendure a moldura na parede atrás da cama;

- Caso a sua lareira não atraia os olhares, use sobras de tinta para resolver isso. Crie um fundo de uma cor diferente do chão ao teto. Pendure um espelho grande ou disponha pratos que atraiam a atenção sobre o mantel;

- Livre-se da bagunça para atrair o olhar para um ponto focal: lembre-se de que menos é mais. Portanto, alterne a exposição de suas coleções em vez de exibir todos os seus “tesouros” ao mesmo tempo.

Receita: Pudim de Pão Salgado (Pinheirense)

Confira essa deliciosa receita de pudim salgado feita com o pão integral Pinheirense. Sirva como entrada, no lanche ou acompanhando carnes.

Ingredientes: 1 colher de sopa de óleo; 2 colheres de sopa de bacon picado; 2 cebolas picadinhas; 10 fatias de pão integral Pinheirense; 2 tabletes de caldo de carne; 1/2 xícara de chá de água fervente; 1 xícara de chá de leite; 3 ovos; 1/2 copo de requeijão; sal a gosto; salsa picada a gosto; 8 azeitonas bem picadas; farinha de rosca para polvilhar; 2 colheres de sopa de queijo ralado.

Preparo:

Aqueça o óleo e doure o bacon e a cebola. Reserve. Preaqueça o forno. Coloque as fatias de pão Pinheirense numa tigela grande. Dissolva os tabletes de caldo na água fervente e umedeça o pão. Regue com o leite – sacuda um pouco a tigela, para distribuí-lo por igual – e deixe amolecer. Bata os ovos com o requeijão e sal. Junte o pão amolecido e bata até obter um creme.

Acrescente o refogado de bacon, salsa picada e a azeitona, misturando bem. Despeje a massa numa forma desmontável untada e polvilhada com farinha de rosca. Espalhe o queijo ralado e asse por cerca de 1 hora em banho-maria, ou até que a massa e a superfície do pudim fiquem firmes. Desenforme numa travessa e decore a gosto.

Atenção: Para utilizar o microondas, use uma forma para pudim com buraco e asse por cerca de 14 minutos com 80% de potência.

A caminhada contra o estresse

O título deste post ficou ambíguo, mas não por acaso… A caminhada contra o estresse é árdua e requer muito esforço, força de vontade e disciplina. Não basta colocar na cabeça que se quer levar uma vida sem estresse ou com o mínimo de aborrecimento possível. Transformar uma ideia, um ideal, em um hábito, colocá-los em prática, certamente, é a parte mais difícil.

Hoje, nos detemos a falar sobre o quanto a caminhada contribui para a redução e controle do estresse.

Uma vez irritado (a), aborrecido (a), todo esse estresse ativa uma enxurrada de compostos químicos projetados para você correr. O coração bate mais rápido e com mais força, os pulmões absorvem mais oxigênio, o fígado libera mais glicose para dar energia aos músculos e o sistema imune se prepara para possíveis lesões.

Ao ficar sentado, toda a energia fisiológica fica retida, sem ter para onde ir, o que causa danos a sistemas corporais importantes, prejudicando o sistema imune; contribuindo para a perda óssea, o enfraquecimento dos músculos e a arteriosclerose e, ainda, aumentar o nível de insulina, o que pode elevar o nível de gordura abdominal.

Mexa-se! Apenas 20 minutos de corrida ou step aliviam mais a ansiedade causada pelo estresse do que ficar sentado em um lugar silencioso durante o mesmo período de tempo.

A atividade física não somente reduz a ansiedade, mas ter um bom condicionamento atua como proteção contra os efeitos danosos do estresse, como a pressão alta.