Todo dia é dia do livro

No dia 29 de outubro é comemorado, no Brasil, o Dia Nacional do Livro. Uma data mais que oportuna, portanto, para que se faça uma reflexão a respeito das recentes mudanças nos rumos do mercado editorial brasileiro, bem como se renove o convite àquela que, apesar de todas as inovações tecnológicas, permanece como a forma mais confortável e profunda de exercitar o hábito da leitura.

Uma grossa sequência de folhas de papel, impressas com larga quantidade de tinta, e ocupando espaço bastante considerável dentro dos padrões atuais de estocagem informativa. Pior: sem dispor nada que lembre uma ferramenta de busca digital, tornando a procura rápida por informações pontuais algo próximo a um jogo de investigação.

Certamente, vendo desta forma, o livro parece não ter mesmo lugar no mundo informatizado. Tanto mais quando se leva em consideração o impacto negativo do uso do papel, em termos ecológicos. Foi-se o tempo, além disso, em que a maior parte do conhecimento acumulado pelo homem se via restrito às páginas de livros.

Hoje em dia, boa parte daquilo que um público menos especializado precisa saber sobre praticamente qualquer assunto pode ser encontrado na internet, ao alcance de um clique, e quase que instantaneamente. No entanto, claro, a realidade não é assim tão simples.

Para começar, nenhuma plataforma de leitura consegue ser tão suave aos olhos – e ao corpo como um todo – quanto um livro. Portáteis e foscos, livros podem ser lidos em qualquer lugar, em qualquer posição, e são muito mais convidativos aos olhos do que telas de aparelhos digitais. Além disso, se é verdade que o papel de suas folhas fere o meio ambiente – ainda que cresça a cada dia o número de publicações em papel reciclável –, é igualmente verdade que o prejuízo ambiental para por aí. Já nas telas, a leitura passa por um consumo constante de energia. A longo prazo, portanto, o livro acaba sendo a opção mais ecológica.

E justamente por oferecer a leitura mais confortável, o livro continua a ser o habitat natural de toda sorte de informação que vá além do trivial e do superficial. Tudo que envolva pesquisa, tudo que vá além de resumos, tudo, enfim, que possa transformar um interessado num especialista, será encontrado em livros. Não em sites.

Os meios eletrônicos, portanto, não representam uma ameaça ao mercado editorial. Ao contrário, seria possível ver na multiplicação de mídias e plataformas um cenário inclusive amigável ao tradicional livro impresso, na medida em que cada vez mais ele se vê livre para explorar suas próprias vocações.

Com o advento da internet, os livros podem ser cada vez mais profundos e especializados, voltados a um público disposto a pagar por informações especiais e mais contextualizadas. Além disso, o universo digital atua também como facilitador no encontro entre obra e leitor, especialmente nos casos de livros raros, esgotados, ou que tenham sido publicados apenas em países estrangeiros.

A rigor, se existe na atualidade um limitador real ao mercado editorial, ele certamente não se encontra na internet ou nas novas tecnologias da informação, e sim na forma como os livros passaram a ser vendidos nos últimos anos.

A exemplo do que vem ocorrendo às salas de cinema, as livrarias também têm sido absorvidas pela proliferação de centros comerciais em todas as partes do mundo. São cada vez mais raras as livrarias tradicionais, da mesma forma como tantos cinemas históricos acabaram sendo vendidos a igrejas, bingos ou supermercados. E então, uma vez dentro dos shoppings, sujeitos a alugueis bastante altos, os livreiros passam a depender de uma rotatividade muito maior para que possam sobreviver no mercado. Assim como as salas de cinema dependem dos chamados blockbusters, as livrarias tornaram-se dependentes dos Best Sellers.

Sob este aspecto, é cada vez menor a diversidade de títulos nas prateleiras, com espaço cada vez maior sendo dedicado aos livros mais vendidos. Muitos deles, inclusive, baseados em filmes de grande sucesso, ainda que o caminho inverso continue a ser verdadeiro, com muitos filmes ainda dedicados a contar histórias literárias. Além dos Best Sellers, a rigor, o mercado se sustenta também nos imprescindíveis livros didáticos, cujas vendas jamais flutuam.

Público, no entanto, não falta, como comprovam, anualmente, os sucessos das Bienais, tanto no Rio quanto em São Paulo, além da concorrida e já tradicional Festa Literária de Paraty. Dentro deste contexto, portanto, a internet talvez deva ser encarada antes de tudo como uma grande aliada à leitura impressa, na medida em que ela incorpora o papel das antigas livrarias e permite o acesso a obras mais preciosas ou específicas, impressas em tiragens menores. Incluindo aí raras edições regionais, muitas vezes pagas pelo próprio autor, ou exemplares esgotados, disponíveis nos inúmeros sebos virtuais existentes no universo digital.

Não, a internet não ameaça a continuidade do livro como abrigo e fonte de informações aprofundadas. Antes o contrário. Ela, que felizmente também veio para ficar, deve ser encarada como a grande defensora da variedade editorial, em tempos nos quais o capitalismo gostaria de lidar apenas com Best Sellers.

“Casa Santa Luzia: a história de uma marca da gastronomia paulistana”

O lançamento do livro “Casa Santa Luzia: a história de uma marca da gastronomia paulistana”, nesta terça, 29, no Jardim Paulista, merece a homenagem da família Pinheirense, que, há mais de meio século, é parceira desta conceituada empresa.

“Casa Santa Luzia: a história de uma marca da gastronomia paulistana” é uma publicação imperdível para os clientes do estabelecimento e fãs de história e gastronomia.

No século passado, mais precisamente no ano de 1913, com a chegada do Sr. Daniel Lopes na cidade de São Paulo, começa a trajetória da Casa Santa Luzia.

Para a Pinheirense, é uma grande satisfação fazer parte desta história.

Elisete Muto, gerente de vendas da Pinheirense, no evento de lançamento do livro.

Dicas de iluminação: use uma capa difusora de luz para fazer sombra

A beleza das luminárias se deve, muitas vezes, mais ao formato da cúpula do que à luz que projetam. Para suavizar o brilho da luz que atravessa uma cúpula de tecido ou de papel, experimente fazer uma capa franzida – é bem fácil se a cúpula for redonda.

Procure retalhos com tratamento antichama e vasculhe o armário de roupas de cama e mesa em busca de um tecido fino com uma cor ou estampa clara ou intermediária e de um pedaço de fita fina para franzi-lo.

1- Corte o material com cerca de duas vezes a largura da circunferência menor da cúpula ( mais para uma cúpula com um dos lados bem largo) e cerca de 5 cm maior do que a altura. Junte os tecidos se necessário, talvez alternando o pedaço liso com o estampado.

2- Costure os pedaços do tecido. Dobre e alinhave as bordas de cima e de baixo para fazer bainhas de 1 cm, deixando uma pequena abertura em cada lado. Agora pegue a fita e corte pedaços com o dobro do tamanho da circunferência das bordas de cima e de baixo e envolva firmemente cada uma das pontas com fita adesiva para ficarem iguais às pontas de um cadarço.

3- Enfie a fita na bainha, trabalhando o tecido para que o franzido fique distribuído de maneira uniforme. Amarre o que sobrar da fita em pequenos laços. Para fixar a capa, prenda-a com linha pelas bordas de cima e de baixo ou use fita adesiva de dupla face. A nova iluminação terá uma aparência tão suave e bonita quanto a luminária.

Cuidado: As lâmpadas halógenas esquentam muito. Portanto, use cúpulas resistentes ao calor para essas luminárias.

Pão Pinheirense no quadro Medida Certa, do Fantástico

Na edição deste domingo, 20 de outubro, do quadro “Medida Certa”, do Fantástico, veiculado na Rede Globo de Televisão, eis que surge o Pão de trigo integral da Pinheirense…

Mas não é nenhuma surpresa, que os produtos Pinheirense também façam sucesso entre os famosos. Saborosos e saudáveis, são ideais para todos aqueles que investem na saúde e qualidade de vida.

Assista ao vídeo!

16 de outubro: Dia Mundial do Pão

Nesta quarta-feira, 16 de outubro, é comemorado o Dia Mundial do Pão. Há cerca de 6.000 anos, quando os primeiros pães começaram a ser consumidos, a própria Revolução Neolítica ainda estava em curso dentro da realidade de diversas povoações espalhadas pelos quatro cantos da superfície terrestre.

E desde estes tempos remotos para a humanidade, o pão já alimentava parcela significativa de populações, como os egípcios, servindo também como forma de pagamento por trabalhos realizados.

As inúmeras serventias do alimento, no entanto, representam apenas a ponta visível de um iceberg muito maior. Afinal, a própria elaboração da receita, desde a obtenção da farinha e do sal até o cozimento em água e a fermentação, representa um verdadeiro marco evolutivo na trajetória da humanidade. O homem, agora estabelecido num ambiente fixo, começava a dialogar com o ambiente à sua volta, adaptando-o às suas necessidades, e não apenas fazendo o caminho inverso.

A bricolagem envolvida na aplicação de objetos naturais como ferramentas improvisadas começava a dar lugar a artefatos projetados e elaborados com finalidades específicas. O homem experimentava pela primeira vez a magia e a potência da criatividade, e materializava na complexidade do pão – um alimento composto, elaborado, e inexistente enquanto tal na natureza – o triunfo sobre o problema eterno da busca por nutrientes.

De forma bastante concreta, era pela primeira vez a mente alimentando o corpo. Uma constatação forte o bastante para tornar válida a discussão acerca do que terá de fato ocorrido: o pão nascido como filho primogênito do homem criativo; ou o próprio homem criativo ter vivido seu primeiro momento através do pão.

Distanciando-se dos instintos, o homem começava a sintetizar e produzir conhecimento. Experimentava, alterava, criava. E o pão – desde a noite dos tempos, testemunha e marco desta caminhada – não apenas dava materialidade a esta vocação criativa, como também era capaz de adaptar-se aos mais diferentes contextos, sempre conservando seu papel fundamental na alimentação de todas as gerações desde então.

Símbolo maior e mais antigo da cooperação entre o divino e o humano, o pão ganha contornos de profunda sacralidade aos olhos de boa parte da população mundial, através da vida e da mensagem pregada por Jesus Cristo, 2.000 anos atrás. Intitulando-se “o Pão da Vida”, Jesus eternizou o alimento ao citá-lo no Pai Nosso, e ao instruir que através da renovação de sua santa e derradeira ceia fosse celebrada sua memória. Além disso, foi também através da multiplicação de pães que Jesus, conforme o relato bíblico, alimentou ao menos por duas vezes grandes multidões que o seguiam.

Presente e ativo ao longo de toda a história registrada do homem sobre a Terra, o pão sobreviveu a todas as evoluções tecnológicas sem jamais ver questionada sua importância – tanto na nutrição quanto na composição da própria identidade cultural de uma espécie. Ao longo dos milênios, inúmeras civilizações fizeram suas próprias interpretações daquela receita tão simples e perfeita, gerando uma infinidade de variações deste que é o alimento humano por excelência. Todas elas, igualmente herdeiras desta parceria que não apenas serve de suporte à história humana, mas que também, sob vários aspectos, chegou mesmo a defini-la.

E esta história continua a ser escrita a cada fornada preparada, dia após dia, desde as primeiras horas da madrugada. Não existe nada de banal, portanto, no ato de levar um pedaço de pão à boca, quando este mesmo ato talvez represente a ligação mais próxima e atual com os hábitos e rituais dos primeiros ancestrais criativos, nas bases mais profundas da civilização, e de tudo aquilo que ainda significa ser humano.

Vale a pena lembrar disso durante o próximo café da manhã.

Pães de trigo integral e tipo sueco com linhaça

Entre os produtos feitos artesanalmente pela Pinheirense, estão aqueles que contêm linhaça - Pão de Trigo Integral com Linhaça e o Pão tipo Sueco com linhaça.

Além de não utilizar conservantes e produtos químicos em seus produtos, a Pinheirense faz uso de combinações variadas de sementes, aumentando o poder nutritivo dos pães e, respectivamente, seus benefícios à saúde.

Por ser uma rica fonte de fibras solúveis, a linhaça auxilia na redução dos níveis de colesterol, combatendo doenças cardíacas. Também é comprovado que as fibras insolúveis dessa semente contribuem ainda para evitar a prisão de ventre.

Fonte de ácido alfa-linoléico (ALA) – um ácido graxo essencial considerado como uma gordura “boa para o coração”-, ajuda a afinar o sangue. Os ácidos graxos ômega-3 não são produzidos pelo organismo, precisam ser adquiridos por meio de alimentos, como a linhaça.  Eles reduzem a tendência das plaquetas de se agruparem, formando coágulos.

As lignanas, que compõem a semente de linhaça, convertem-se em compostos similares ao estrogênio do próprio organismo, mas com menor atividade. Possuem a capacidade de ocupar os receptores de estrogênio nas células e bloquear os efeitos de estrógenos mais fortes. Devido a esse fator, diversas pesquisas estudam o papel da linhaça na prevenção de alguns tipos de câncer vinculados a hormônios, como o câncer de mama e de cólon.

Não deixe de experimentar nossos produtos!

Alimentação: pratique o hara hachi bu

O hara hachi bu é uma prática alimentar de Okinawa que pode ser traduzida como “80%”, o que significa que os habitantes tradicionais de Okinawa param de comer quando estão 80% satisfeitos.

Essa é uma boa maneira de evitar comer demais, pois fornece ao cérebro tempo para perceber o que há no seu estômago e enviar um sinal de “estou satisfeito”.

Em vez de se servir de novo, largue o garfo e tire a mesa assim que sentir o primeiro sinal de satisfação. Quando você começa a se sentir satisfeito, é porque seu estômago já está mesmo “cheio”. Porém, fisiologicamente, existe um atraso de 20 minutos antes que o estômago envie a “mensagem” ao cérebro.

Uma outra dica é não deixar de tomar café da manhã, visto que a primeira refeição do dia acorda o metabolismo e fornece a energia de que precisamos. Um bom café da manhã evita que a pessoa coma demais durante o dia. Se você não gosta de comer de manhã, depois de acordar, espere uma hora para fazer o desjejum.

Faça você mesmo: hidratante herbal

Não é de hoje, que fórmulas à base de plantas são usadas nos cabelos. Na verdade, trata-se de um costume milenar.Geralmente, os produtos de qualidade, que são comercializados, apresentam um custo alto, e não são acessíveis a todos os públicos.

A presença da bergamota (tangerina) nesta infusão herbal para os cabelos auxilia no controle da coceira e da caspa. O alecrim (frequentemente empregado como fragrância em sabonetes e perfumes) confere um aroma maravilhoso.

Se a tampa do recipiente que você utiliza para curtir as ervas for de metal, coloque uma película aderente ou papel-manteiga entre a tampa e o frasco, evitando, assim, a corrosão pelo vinagre.

Você vai precisar de: 12 g de folhas de alecrim secas; 12 g de bergamota (tangerina) seca; 480 ml de vinagre de maçã; 500 ml a 750 ml de água morna.

Como preparar seu hidratante herbal:

- Coloque as ervas em um recipiente de vidro refratário, do tipo que é usado para geleia ou conservas;

- Aqueça bem o vinagre, mas não deixe ferver. Em seguida, despeje sobre as ervas. Resfrie e feche bem;

- Mantenha o frasco em temperatura ambiente, por uma semana, agitando uma vez por dia;

- Forre um funil com um pedaço de morim fino e coloque-o sobre um frasco. Coe o líquido no recipiente e feche bem a tampa;

- Quando estiver pronto para usar, misture 80 ml da infusão com até 750 ml de água morna. Depois, aplique no cabelo uma ou duas vezes e enxágue.

As 10 melhores dicas para saladas

Selecionamos dez dicas para que suas saladas façam ainda mais sucesso, e não deixem de ser incluídas na sua dieta alimentar diária:

-Verduras de folhas mais tenras devem ser temperadas com o molho pouco antes de serem servidas;

- Saladas que serão levadas para o trabalho, por exemplo, devem ser guardadas em recipientes de plástico hermeticamente fechados, e o molho precisa ser armazenado em um frasco separado;

- Saladas de batata, de arroz e de macarrão devem ser preparadas com, no máximo, 4 horas de antecedência. Tempere com sal e vinagre imediatamente antes de servir;

- Lave o que sobrar da alface e escorra a água. Guarde-a inteira ou fatiada em saco plástico hermético no compartimento de verduras da geladeira. A alface permanece fresca por 2 dias;

- Lave o que sobrar das ervas frescas, agite-as até secarem, pique e congele em porções dentro de fôrmas de gelo;

- Tempere verduras e legumes com vinagrete leve. Para um molho mais cremoso, use maionese ou creme de leite e iogurte na proporção de 1 para 1;

- Restos de saladas com molho cremoso são ideias para sanduíches. Coloque verduras, pepinos e rodelas de tomate dentro de um pão, adicione o restante da salada e pronto;

- Cozinhe legumes para saladas sempre em porções dobradas. Eles conservam-se na geladeira por 1 a 2 dias;

- A salada de frutas deve ser reagada apenas com suco de limão. Mantenha o molho separado em um frasco de vidro;

- Abacaxi, kiwi e mamão frescos azedam se misturados a derivados do leite. Deixe as frutas no próprio suco por um período, tempere-as com molho tipo coulis ou use frutas em calda.

Como armazenar as frutas em casa

Imediatamente antes do consumo, as frutas precisam ser lavadas. Espécies sensíveis como melões, frutas silvestres, damascos e peras podem ser armazenadas na gaveta de legumes da geladeira.

Por outro lado, maçãs, peras duras, frutas cítricas, pêssegos e nectarinas firmes podem ser armazenados por mais tempo fora da geladeira. Se forem colhidos verdes, vão amadurecer durante a armazenagem.

Frutas silvestres e uvas devem ser consumidas sem demora depois da compra, porque são colhidas maduras e logo passam do ponto ou mofam. Quando armazenadas na geladeira, duram alguns dias. As frutas silvestres não devem ser pressionadas, pois as marcas de pressão estimulam o apodrecimento acelerado dessas espécies sensíveis.

É bom lembrar que certas frutas devem ser armazenadas separadamente, pois estragam mais rápido quando estão em contato com outras. O processo de maturação das frutas é acelerado quando são postas ao lado de uma fruta madura ou quando armazenadas em temperatura ambiente dentro de um saco de papel marrom.