Lentilha da sorte, para o Réveillon

Ingredientes:

1 ½ xícara (chá) de lentilha;

2 xícaras (chá) de água filtrada;

1 cubo de caldo de carne;

Linguiça calabresa picada a gosto (50g);

Bacon magro picado a gosto (30g);

1 cebola média picada;

2 a3 dentes de alho picados;

2 colheres (sopa) de azeite;

Sal e pimenta do reino a gosto;

Salsinha picada para enfeitar.

Modo de preparo:

Coloque a lentilha de molho por pelo menos oito horas. Escorra e despreze a água.

Na panela de pressão coloque para cozinhar em fogo médio a lentilha, a água, o caldo de carne e a linguiça picadinha. Assim que começar a chiar, abaixe o fogo e deixe que cozinhe por aproximadamente 12 minutos.

Enquanto isso, frite o bacon picado até ficar crocante. Reserve.

Retire a lentilha da panela de pressão, misture o bacon, tempere com a cebola e o alho refogados, levemente, no azeite. Acerte o sal, acrescente a pimenta do reino. Misture tudo, com cuidado. Salpique salsinha na hora de servir.

Como acompanhamento pode-se levar à mesa:

1)  arroz branco e folhas de alface rasgadas com as mãos, temperadas com azeite extra-virgem;

2)  casquinhas de massa de pastel fritas (que podem ser feitas com antecedência e guardadas em potes bem fechados). Sirva como entrada.

Alimentos Integrais: por que consumi-los?

Uma alimentação saudável e equilibrada faz toda a diferença para a saúde, e isso inclui o consumo de alimentos integrais, que por serem ricos em fibras, trazem diversos benefícios: ajudam a diminuir os níveis de colesterol e glicose, promovem sensação de satisfação, ajudam a prevenir constipação intestinal, auxiliam no controle de peso, dentre outros.

Algumas das fibras solúveis – pectina, farelo de aveia e outras – podem reduzir os níveis de colesterol no sangue. Por sua vez, isso reduz o risco de doenças das artérias coronárias e infartos decorrentes de aterosclerose – a formação de placas de gordura nas artérias.

As fibras são divididas em duas grandes categorias: solúveis e insolúveis. A maioria das plantas contém as duas fibras, embora alguns alimentos sejam mais ricos em uma do que na outra. As fibras solúveis se dissolvem na água e se tornam viscosas. São encontradas na lentilha, leguminosas, farelo de aveia, aveia, linhaça, psílio, cevada e em frutas ricas em pectina como maçãs, morangos e frutas cítricas. As fibras insolúveis não se dissolvem nem com a mastigação, passando através do trato digestivo praticamente inalteradas. São encontradas no farelo de trigo, nos produtos à base de trigo integral, no arroz integral, nas cascas de frutas e nos legumes/verduras como cenoura, brócolis e ervilhas.

Por fornecerem a sensação de saciedade e possuírem poucas calorias, ajudam a perder ou controlar o peso. A sensação de saciedade tende a desaparecer rapidamente quando as fibras passam pelo sistema digestivo. A melhor maneira de usar a fibra para perder peso é consumir uma alimentação balanceada que também inclua pequenas quantidades de proteína e de gordura em cada refeição. Como o corpo metaboliza a proteína e a gordura mais lentamente do que as fibras, a pessoa não sentirá fome tão cedo.

Indivíduos adultos devem consumir diariamente cerca de 25 g de fibras. Os pães integrais, além de fornecerem energia como os demais, são ricos em fibras e fornecem nutrientes importantes para o organismo.

Através do consumo de alimentos integrais, é possível, desde a infância, prevenir-se de doenças como a diabetes tipo 2, obesidade, doenças cardiovasculares, constipação intestinal etc.

Todos os produtos fabricados pela Pinheirense contêm combinações variadas de sementes e são ideais para quem busca uma alimentação saudável:

  • Pão de Trigo Integral
  • Pão de Trigo Integral com Aveia
  • Pão de Trigo Integral com Linhaça
  • Pão com Sementes
  • Pão de Trigo Integral com Kümmel
  • Pão tipo Sueco
  • Pão tipo Sueco com Kümmel
  • Pão tipo Sueco com Alho
  • Pão tipo Sueco com Gergelim
  • Pão tipo Sueco com linhaça
  • Pão Sueco com Gergelim e Girassol
  • Pão tipo Sueco Tradicional Light
  • Pão tipo Sueco com Soja Light
  • Pão tipo Sueco com Aveia Light
  • Pão Sueco com Linhaça e Quinua
  • Pão Sueco com Centeio, Sarraceno e Castanhas
  • Pão de Nozes com Passas
  • Pão de Centeio com Sarraceno

Educação Sexual

Quando a orientação e diálogo constantes fazem toda a diferença na vida e saúde sexual dos indivíduos

Em um mundo marcado pela banalização sexual, alta erotização e exploração da imagem da mulher em diferentes esferas da sociedade, é preocupante a constatação da carência de ações voltadas à educação sexual de crianças e jovens, assim como do despreparo de muitos pais e professores perante o tema. Mas por que o sexo ainda é encarado por tanta gente, de diferentes culturas, como um tabu, apesar de tanta exposição? De que maneira uma questão tão importante e inerente ao ser humano pode, ainda, ser alvo de tanto preconceito e distorções?

O retrocesso observado hoje nas diversas manifestações do comportamento sexual e na forma como o assunto é tratado tem como consequência o atual cenário de desrespeito, intolerância, incompreensão e irresponsabilidade – gravidez precoce, aborto indiscriminado, alto índice de DSTs entre jovens e adultos, machismo, disseminação da AIDS, homofobia, promiscuidade, transtornos sexuais, exploração sexual, pedofilia, prostituição etc.

E em meio a tantos problemas, os pais ficam sem saber ao certo o que fazer, qual postura adotar diante de situações peculiares, e como imperar sobre a mídia que, constantemente, massacra a todos com imagens e apelos sexuais dos mais diversos – explicitamente e, também, de maneira implícita e, nem por isso, menos manipuladora.

A psicóloga, terapeuta de família e sexóloga Maria de Fátima Leite Ferreira chama a atenção para a crescente ausência de valores, como a ética e a moral, na sociedade como um todo, o que seria a principal razão para os problemas enfrentados hoje no que concerne à educação sexual. “Observo que muita gente discursa sobre as novas configurações familiares como se nestas o caráter, os valores não estivessem mais inclusos. Todos podem e devem acompanhar as mudanças, manter-se atualizado sem descartar princípios básicos e fundamentais como o caráter, os valores éticos e morais, que devem prevalecer sempre.”

Maria de Fátima leite Ferreira

Educar é um processo que tem início com o nascimento, logo, a educação sexual precisa estar em comunhão com a educação fornecida pelos pais ou responsáveis, da mesma maneira que deve ser integrada nas escolas desde o princípio.

“A educação sexual tem início no nascimento da pessoa e é uma coisa que a acompanha até a morte. Desde que você nasce, a forma como sua mãe, seu pai, as pessoas mais próximas lidam com você, com o seu corpo, as demonstrações de carinho, o afeto, vão o ensinando a entrar em contato com essa liberdade. Durante toda a sua vida, você está constantemente se educando acerca da sua sexualidade”, explica Maria de Fátima.

Sendo assim, a forma como os pais lidam com a própria sexualidade e aprenderam a lidar com ela, vai fazer toda a diferença na maneira como eles vão transferi-la aos filhos. “A atitude dos pais ou responsáveis perante ações e curiosidades das crianças sobre o sexo é que farão toda a diferença. Geralmente, por volta dos 4, 5 anos, elas começam a conhecer o próprio corpo, a se tocar, a mostrar curiosidade sobre o assunto, e caso sejam reprimidas de forma severa, podem ficar traumatizadas por muito tempo e encarar o sexo como algo perverso, como pecado e ter sérios problemas na vida adulta em suas relações mais íntimas. Se o pai e a mãe encaram com naturalidade, a criança também vai achar natural e, assim, essa questão não irá aguçar tanto a sua curiosidade e ela vai vivenciar essa fase naturalmente”, esclarece a profissional.

SEXUALIDADE

Ao contrário do que muitos acreditam, o conceito de sexualidade não se refere apenas ao ato sexual e ao sistema reprodutor, trata-se de algo muito mais abrangente. A Organização Mundial da Saúde definiu-a como “uma energia que nos motiva a procurar o amor, contato, ternura, intimidade, que se integra no modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados; é ser sensual e ao mesmo tempo sexual, ela influencia pensamentos, sentimentos, ações e interações com os outros e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental.” Em suma, a sexualidade engloba: a identidade sexual(masculino/feminino); os afetos e a autoestima, isto é, os sentimentos em relação a si mesmo e aos outros e também em relação a todas as mudanças do próprio corpo etc; todas as alterações físicas e psicológicas ao longo da vida; conhecimento da anatomofisiologia do sexo feminino e masculino; higiene na puberdade; gravidez, parto, maternidade e paternidade; os métodos contraceptivos; as doenças sexualmente transmissíveis.

SEXO X RELIGIÃO

Ao se esboçar qualquer opinião sobre religião, não tem jeito, a polêmica está garantida. Contudo, cabem algumas reflexões sobre a temática em questão e sua influência na educação sexual de muitos indivíduos.

Por muito tempo, a Igreja tratou o sexo como pecado e, ainda hoje, não apenas o catolicismo, mas também outras religiões tratam o assunto com muitas reservas e esboçam conceitos que contradizem com a realidade. Ao afirmar, por exemplo, que não se deve fazer uso de preservativos, ou de qualquer outro contraceptivo, indiscutivelmente, está se colocando em risco a saúde de milhares de fieis. Além disso, os jovens fazem uso de suas referências – familiar, escolar, religiosa etc – ao tomar atitudes e adotar comportamentos.  Sendo assim, ele vai se deparar com a contradição: de um lado, a divulgação de que o uso do preservativo é a maneira mais eficaz de não se contrair DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) e AIDS, e de se evitar a gravidez indesejada; de outro lado, a afirmação de que “… não se pode resolver (o problema da AIDS) com a distribuição de preservativos… pelo contrário, a sua utilização agrava o problema”, como declarou o Papa Bento XVI, em março de 2009.

“Qualquer coisa que limite o ser humano, que tente colocá-lo dentro de uma fôrma, não é saudável. Tudo que vira uma rigidez, uma imposição, é ruim. A orientação e a prevenção são as melhores formas de se evitar a gravidez na adolescência, assim como as DSTs e a AIDS. Acredito que as crenças religiosas não devem ser misturadas, confundidas, com outras questões”, opina Maria de Fátima.

ESTEREÓTIPOS

Hoje, o que se vê é a massificação de estereótipos de beleza e de comportamento, que, nas entrelinhas, tem propagado o preconceito perante aqueles que, de uma forma ou de outra, não se encaixam nos atuais padrões estéticos e comportamentais, estampados em capas de revistas, outdoors publicitários, idealizados em músicas, filmes, na cultura como um todo.

“A própria mídia contribui maciçamente para o ideal de beleza, por exemplo, ao vender imagens de pessoas belas, sem nenhum defeito aparente; a saúde física tem sido muito associada à estética, a um corpo magro, sarado, quando, na verdade, a beleza é um todo, um conjunto de fatores e a graça toda está justamente na diferença, nas particularidades de cada um”, diz a psicóloga e sexóloga.

A sociedade tem se apegado demasiadamente à aparência, aos bens materiais, em detrimento dos valores mais nobres do homem como o caráter, o intelecto, a moral. É aí que a família, principalmente, deve atuar em prol da manutenção dos valores, através de muito diálogo, orientação e acompanhamento permanente na educação de seus filhos.

Quando o diálogo fica difícil e os pais sentem dificuldade em lidar com o assunto, a melhor saída é procurar ajuda profissional. Ser moderno e atualizado, não é sinônimo de permissividade.

Por Luísa P. Toledo (Jornalista e Pedagoga)

O Pão de cada dia

Dentre as vantagens do pão, pode-se destacar que é uma boa fonte de carboidratos complexos, além de ser rico em niacina, riboflavina e outras vitaminas B; algumas variedades fornecem boas quantidades de ferro; pães de cereal integral contêm alto teor de fibras.

Os carboidratos devem compor em torno de 50% das calorias ingeridas diariamente em dietas balanceadas. São importantes fontes de energia, principalmente para o cérebro, e garantem que o corpo poupe suas preciosas proteínas musculares da queima metabólica.

O tipo de farinha utilizada e a maneira como ela e os demais ingredientes interagem resultam nos diversos tipos de pão e em suas texturas e sabores específicos. Quando a farinha de trigo é amassada com algum líquido, as proteínas de glúten absorvem a água, resultando numa massa elástica que acumula gás do levedo de fermentação; Formam-se bolhas de dióxido de carbono, resultando numa textura leve.

O centeio e outros tipos de farinha possuem quantidades variadas de glúten, mas nenhuma se equipara à do trigo – razão pela qual os pães produzidos com outros cereais tendem a ser pesados e grossos. Para fazer um pão de centeio, de cevada ou de outros cereais e obter uma textura mais leve, adiciona-se um pouco de farinha de trigo à massa.

O sabor e a textura também sofrem influência do tipo de líquido misturado à massa – água, cerveja, leite e suco de frutas são as opções mais comuns. Açúcar e mel podem ser utilizados para “alimentar” o levedo e fazer com que o pão cresça mais rápido. Uma pequena quantidade de sal é necessária para fortalecer o glúten e controlar o ritmo de multiplicação do levedo. Manteiga, ou outra gordura, costuma ser adicionada para conferir sabor a pães industrializados.

Sempre verifique os ingredientes. Os pães produzidos em grandes quantidades apresentam vários conservantes, emulsificantes e alvejantes ou corantes, para prolongar o período de validade e melhorar a apresentação do produto.

Receita: Salada de queijo feta e grão-de-bico

O queijo feta grego é preparado com leite de ovelha e possui um sabor ácido e pouco salgado. Já o feta de leite de vaca feito em outros países apresenta um sabor mais suave. Todos dois podem ser utilizados nesta salada mediterrânea clássica, com tomate maduro, pepino, azeitonas e grão-de-bico. Pode ser servido com pão árabe aquecido na grelha.

Para 4 pessoas. Tempo de preparo: cerca de 20 minutos.

Ingredientes:

1 alface-romana cortada irregularmente;

4 tomates maduros picados;

1 pimentão verde sem sementes e cortado em pequenos quadradinhos;

1 cebola roxa pequena cortada em fatias finas;

1 pepino cortado em quatro, ao comprido, e depois em pedaços;

1 lata de grão-de-bico, aproximadamente 400 g, escorrido e enxaguado;

60 g de azeitonas pretas sem caroço;

150 g de queijo feta cortado em cubinhos;

Molho de salsinha e mostarda:

3 colheres de sopa de azeite de oliva extravirgem;

1 ½ colher de sopa de suco de limão;

1 colher de chá de mostarda;

3 colheres de sopa de salsinha fresca picada;

Pimenta-do-reino.

Preparo:

Misture todos os ingredientes do molho numa saladeira grande, temperando com pimenta-do-reino a gosto;

Adicionar a alface, o tomate, o pimentão, a cebola, o pepino, o grão-de-bico e as azeitonas, e misturar delicadamente até combinar todos os ingredientes no molho;

Espalhe por cima da salada os cubos de queijo feta, torne a misturar e sirva logo.

Dicas de trânsito: transporte infantil

Dentro da realidade brasileira, nenhum problema de saúde pública conjuga tantos danos e tantas possibilidades de prevenção quanto os acidentes de trânsito. Por isso, tratar do assunto em suas várias facetas é tarefa de extrema importância para a sociedade como um todo. Investimentos, estrutura, legislação… E, claro, conscientização.

E é com o intuito de reforçar dicas e hábitos importantes, voltados tanto à manutenção preventiva quanto a uma direção mais defensiva, que o blog da Pão Pinheirense inaugura uma nova série de posts dedicados à segurança no trânsito. E nada melhor do que falar um pouco sobre a maneira correta de transportar crianças, em suas diversas faixas etárias.

Bebês e crianças até um ano de idade

Segundo a mais recente Resolução do CONTRAN, crianças de até um ano de idade deverão ser transportadas em cadeirinhas especialmente desenvolvidas para elas – as chamadas “conchinhas”. Estas possuem anatomia especial para que o corpo do bebê não sofra as consequências de acelerações mais bruscas, ou mesmo impactos de leve intensidade. Da mesma forma que protegem a frágil estrutura do pescoço do recém-nascido em relação a trepidações verticais, como aquelas causadas por buracos, por exemplo.

É importante lembrar que a conchinha sempre deve ser fixada no banco traseiro, de costas para o painel do carro. Os bebês ficam mais seguros se transportados virados para trás, porque a parte traseira do assento de segurança suportará melhor as costas, o pescoço e a cabeça da criança, no caso de uma colisão.

Por fim, a conchinha deve ser presa pelo cinto de segurança de três pontos do banco do automóvel. Além disso, o cinto de segurança da própria cadeira deve ser acionado sem que o bebê esteja envolto nas mantas ou cobertores, que podem ser colocados depois. Sempre que possível, uma terceira pessoa também deve ficar sentada no banco de trás, para observar qualquer movimento do bebê e, se necessário, acudi-lo.

Crianças entre 1 e 10 anos de idade

De modo geral, crianças com idade inferior a 10 anos só poderão ser transportadas no banco traseiro dos veículos. As duas únicas exceções a esta regra ficam para os casos em que o veículo possua apenas bancos dianteiros, ou a lotação dos bancos traseiros já tenha sido atingida por crianças ainda menores.

Após completar o 1º ano de idade, e ao longo dos próximos três anos de vida, a criança deverá ser transportada na cadeirinha específica, também fixada no banco traseiro. Esta, no entanto, ficará voltada para a frente do veículo.

Os assentos de segurança ficam pequenos para crianças com cerca de quatro anos, quando a nuca ultrapassar o encosto da cadeira. No entanto, elas ainda serão muito pequenas para utilizarem os cintos de segurança do automóvel, e isso não será seguro. Por conta disso, até os 7 anos e meio de idade é obrigatório o uso de um assento auxiliar chamado ‘Booster’, especialmente construído para que a criança possa fazer uso correto do cinto de segurança de três pontos do veículo.

Importante: nunca utilize almofadas para a criança sentar-se, pois numa desaceleração brusca a almofada geralmente escorrega e o corpo da criança abaixa, havendo a possibilidade de ocorrer estrangulamento.

Após os sete anos e meio, a criança já pode utilizar o cinto de segurança sem a ajuda de qualquer suporte específico, e após os 10 anos ela também já pode ocupar o banco da frente. Importante lembrar que veículos escolares seguem normas próprias, e não são obrigados a utilizar estes aparatos. Por fim, em relação às motos, crianças só podem ser transportadas nelas após completarem sete anos de idade.

TOC: sintomas e tratamentos, segundo o psicólogo Fábio Antônio Borges

Se a sua mente é invadida, frequentemente, por pensamentos, palavras, frases, músicas, imagens ou impulsos indesejados, que se tornam inevitáveis, você pode ser portador, de acordo com o DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), de um Transtorno de Ansiedade muito comum e pouco divulgado, conhecido por Transtorno Obsessivo Compulsivo – TOC.

A pessoa deve procurar um médico, para saber se tem ou não o TOC, nos seguintes casos: quando há preocupações excessivas com contaminação por germes, sujeira ou doenças; necessidade de fazer as coisas de forma absolutamente perfeita, repetindo, muitas vezes, as tarefas e ações; compulsão por vários banhos ao dia, por sentir-se sujo, ou lavar as mãos compulsivamente; necessidade de verificar portas, fogão, janelas, gás, porta do carro, de forma demasiada; hábito de fazer coisas repetidamente e sem sentido, como tocar, contar, repetir números, palavras ou frases; preocupação exagerada com as coisas, de maneira que devam estar sempre simétricas, perfeitas, organizadas, alinhadas; incapacidade de jogar fora objetos, entulhando o quarto, a casa, o quintal.

O pensamento repetitivo é denominado obsessivo, e muitas vezes produz incômodo por não ser afastado pela simples vontade da pessoa. Tais pensamentos são distanciados quando são realizadas certas ações ritualísticas (compulsões). O problema é que não existe ligação entre as obsessões e as compulsões, mas o sujeito entende que há. Por exemplo: quando o indivíduo não consegue se desfazer de um objeto por algum medo, e o entulha em casa, este pensamento recorrente produz a ação de entulhar, e depois de várias ações desta natureza, que suprimem o pensamento obsessivo, o sujeito acredita ser esta a solução.

Outro exemplo: se a pessoa entende que está sendo contaminada por germes ao tocar em uma toalha, ou pano, ou camisa de outra pessoa, e lavando as mãos em seguida, esses pensamentos param, este comportamento tende a aumentar de frequência, como se fosse a solução para o problema. Na realidade, as compulsões apenas aliviam os pensamentos recorrentes, mas não são capazes de resolver o problema, pois os pensamentos sempre voltam. O que fazer, então?

O primeiro passo é procurar um médico competente para fornecer um diagnóstico preciso de TOC. No Brasil, o médico competente é o psiquiatra. Uma vez diagnosticado, o paciente deve seguir as orientações médicas, e procurar fazer um tratamento psicológico concomitantemente, para que aumente a probabilidade de um bom resultado.

O tratamento psicológico do TOC tende, entre outras coisas, a elucidar o paciente sobre os PNAs, isto é, Pensamentos Negativos Automáticos, ou falsas crenças, como por exemplo: se eu tocar a blusa de alguém, vou ser contaminado; mas se outras pessoas tocam e não são, por que apenas eu seria? Se outros se desfazem de coisas, e não lhes acontece nada de mau, por que me aconteceria?

É importante se informar sobre as descargas hormonais, como adrenalina, noradrenalina e glicocorticóides pela glândula suprarrenal, quando em contato com o objeto do medo, enquanto geradoras das sensações de tremores, taquicardia, medo de morrer, aceleração na respiração, entre outros…

Se você, após ler este e outros textos, desconfiar portar o TOC, não haja fugindo ou se esquivando do problema. Encare de frente, pois este mal pode prejudicar sua vida por anos e anos, sendo, com o passar do tempo, e com o condicionamento das compulsões, cada vez mais difícil o tratamento.

Dicas de saúde: quinoa, proteína completa

A quinoa, muitas vezes classificada como um grão, é, na verdade, da família do espinafre, e fornece um equilíbrio de aminoácidos essenciais muito próximo do nível ideal fixado pela FAO – Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura. Além disso, a quinoa foi classificada como “uma das melhores fontes de proteína do reino vegetal, pela Academia Nacional de Ciências dos EUA.

 

Alimento rico em ferro, fibras, fósforo, cálcio, vitaminas A, B1, B2, B3, B6, C e E, a quinoa tem alto poder nutritivo. O consumo regular deste cereal previne doenças como câncer de mama, osteoporose e problemas cardíacos; controla os sintomas da menopausa, contribui com o sistema imunológico, reduz problemas gastrointestinais, gera vitalidade, acelera a cicatrização, renova as fibras musculares e facilita a digestão, sem contar que ajuda a combater anemias, problemas urinários, tuberculose e doenças do fígado. Os benefícios são vários!

É um alimento útil às crianças por conter lisina, um componente relacionado ao desenvolvimento da inteligência, da rapidez de reflexos e funções como memória e aprendizagem.

Embora as folhas verdes da quinoa sejam comestíveis, são as sementes que são usadas com mais freqüência. Por cozinhar rapidamente, transforma-se em um prato delicado, com um leve sabor de cereais, que se presta a diversos usos. Pode substituir o arroz, a batata e outros alimentos com amido.

A Pinheirense fabrica o Pão Sueco com Linhaça e Quinoa – uma delícia!

Todos os produtos fabricados pela Pinheirense contêm combinações variadas de sementes e são ideais para quem busca uma alimentação saudável:

  • Pão de Trigo Integral
  • Pão de Trigo Integral com Aveia
  • Pão de Trigo Integral com Linhaça
  • Pão com Sementes
  • Pão de Trigo Integral com Kümmel
  • Pão tipo Sueco
  • Pão tipo Sueco com Kümmel
  • Pão tipo Sueco com Alho
  • Pão tipo Sueco com Gergelim
  • Pão tipo Sueco com linhaça
  • Pão Sueco com Gergelim e Girassol
  • Pão tipo Sueco Tradicional Light
  • Pão tipo Sueco com Soja Light
  • Pão tipo Sueco com Aveia Light
  • Pão Sueco com Linhaça e Quinoa
  • Pão Sueco com Centeio, Sarraceno e Castanhas
  • Pão de Nozes com Passas
  • Pão de Centeio com Sarraceno

Netiqueta: educação sem fronteiras

Com certeza, você já ouviu falar em regras de etiqueta – conjunto de normas convencionadas pela sociedade para ajudar o relacionamento entre os indivíduos. A internet, que hoje já possui 2 bilhões de usuários em todo o mundo, apresenta inúmeras vantagens e permeia diferentes níveis de comunicação.  Neste contexto surge a “netiqueta”.

A partir do momento em que o ciberespaço começou a ser compartilhado, o internauta sentiu a necessidade de adequar ao ambiente virtual as famosas regras de etiqueta estabelecidas pela sociedade ao longo dos anos.

De acordo com Julio Stutz, professor universitário, “a netiqueta vem sendo elaborada – uma vez que ela não é um conjunto fechado de sugestões – pelos internautas, para que suas interações sejam mais civilizadas ou educadas”.

Quando a relação homem-máquina-internet se torna mais habitual e complexa, torna-se oportuno criar e propagar normas de condutas, para intermediar as relações estabelecidas através de um novo meio de comunicação e informação, que se encontra em permanente transformação.

Basicamente, as regras de etiqueta para a Internet são similares às normas de educação “de praxe”, estabelecidas pela cultura ocidental.

“Ninguém gosta de pessoas falando de boca cheia, ou que interrompem as conversas dos outros. Então, muitas das regras da netiqueta são adaptações ou interpretações da etiqueta que usamos no dia a dia. Na etiqueta temos regras de como devemos interagir durante uma conversa ou em um evento social, e na Netiqueta temos regras para saber usar o e-mail de forma elegante…”, explica Julio.

O professor lembra que a Internet possui diferentes formatos de interação e que cada um deles segue regras de etiqueta distintas. Além disso, alguns, por serem muito recentes, ainda não apresentam normas específicas ou um consenso por parte de seus usuários.

Separamos algumas dicas úteis e indispensáveis para o ciberespaço:

•Trate os outros como gostaria de ser tratado;

•Lembre-se de que há uma pessoa do outro lado da sua mensagem;

•Saiba onde está e use o bom comportamento apropriado;

•Desculpe os erros de outras pessoas, especialmente os novatos;

•Mantenha sempre a calma, especialmente se alguém o insultar (ou se você achar que foi esse o caso);

•Evite usar TEXTO EM MAIÚSCULAS para ênfase – alguns usuários encaram isso como uma maneira de “gritar”;

•Não use linguagem inadequada ou ofensiva;

•Nunca envie ou encaminhe mensagens indesejadas (normalmente chamadas de spam);

•Evite discussões constantes e inflamadas ou “flame wars”;

•Verifique sua ortografia, seja conciso e envie mensagens curtas;

•Siga as mesmas regras de bom comportamento que seguiria fora da Internet;

•Use emoticons para ajudar a comunicar humor e sarcasmo e aprenda os acrônimos comuns online.